quarta-feira, 8 de junho de 2011

Sou eu que vou casar!!!

Kate Hudson
Uns tiveram o atrevimento de dizer que é precoce. Outros dizem que nos devíamos apressar, que não há razões para esperar dois anos, que os avós podem morrer antes do dia marcado. Há quem discorde, quem concorde, quem aplauda e quem não resista a destilar veneno. Toda a gente tem algo a dizer acerca daquilo que é o meu casamento, meu e do meu amor. O nosso. E o nosso casamento mudará apenas a minha vida e a dele, talvez por isso não compreenda tamanha vontade de opinar. Tenho amigos interessados, que me perguntam sobre os meus planos e sonhos. Outros, por sua vez, que sempre que o assunto veio à baila, não hesitaram em dizer que talvez se casassem antes, sem demonstrar qualquer interesse no que sinto ou penso sobre algo que me é tão precioso.
Estou noiva há apenas um mês. E já me fartei dos palpites alheios. Por causa disso, decidi que não há mais conversas sobre o meu casamento.
Acreditam que até os pais se querem sobrepôr às minhas vontades para o meu casamento? Meu. Será que também vão querer escolher o meu vestido?? Acabou. Já tenho tudo delineado e ninguém me deu oportunidade de expor as minhas ideias. Ninguém quis saber o que a noiva quer. Vi tudo o que me é essencial ser depreciado: o horário, o mês, o estilo de festa. Sabem o que é estranho? Só quero simplicidade, aliada à sofisticação inerente ao evento, claro. Mas o glamour pode e deve ser descontraído, alegre. Quero que os meus convidados se divirtam e se sintam à vontade, acima de tudo. E não abdico disso. É assim tão estranho?
Não fosse ter falado com um wedding planner à séria, de uma empresa de Cascais que gostava que fornecesse o meu catering, e ainda me estaria a sentir em dúvida quanto ao que visualizo para o meu dia. Ele achou as minhas ideias fantásticas e ainda me disse que tudo fazia sentido, por ser mais "agradável e simpático".
Assim, já comecei a tratar de planear com calma tudo o que é necessário: local, catering, decoração... e vou arquivar, com a ajuda da Mana Lamparina, todas as propostas que for solicitando e recebendo (já comecei e estou entusiasmadíssima!). Só na altura certa volto a discutir certos ajustes com os pais. Assim evito chegar a irritar-me com o que quer que seja. Minha mamã tem sido um suporte, com toda a sua experiência. Dá-me dicas preciosas, as dicas que esperei que todos dessem, visto que já se casaram e já foram convidados para mais casamentos que eu.
Esta opção melhora tudo: ninguém me tenta demover, que as minhas ideias são fixas e razoáveis; ninguém me pode imitar; ninguém me chateia. Perfeito, não é? Pois. O segredo é a alma do negócio... Plim.

2 comentários:

Happy Brunette disse...

Sabes que toda a gente gosta de meter a colherada na vida alheia, especialmente quando o tema é casório... O dia é vosso, a escolha é vossa, acho que pelo bem da tua sanidade fazes bem em fazer o que tens a fazer e depois logo comentas com quem achares e quando achares ;)

menina lamparina disse...

Fui um bocadinho naïf, né? Pois fui -.- É como dizes, Happy Brunette: pelo bem da minha sanidade, a decisão está tomada! :D

Beijinhos*