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| Elle Fanning |
sexta-feira, 6 de junho de 2014
quinta-feira, 5 de junho de 2014
quarta-feira, 4 de junho de 2014
ponto
Quando pensamos que já não faz sentido, que não vale a pena, quando não somos mais que seres vagos que agem mecanicamente, sem alma nem querer, quando está tudo cinzento e cheio de pó, tudo sem graça, quando não se ouvem risos nem se sente calor, quando está tudo murcho e calado, tudo triste, tudo vazio, há um ponto de luz que aparece só para lembrar que estamos vivos.
terça-feira, 3 de junho de 2014
A vida não é nada como nos filmes.
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| Cara Delevingne |
Quando os meus desejos mais profundos e antigos se concretizam em vidas alheias, fico genuinamente feliz. Afinal existe a possibilidade de ter aquilo, de viver aquilo, mesmo que não me aconteça a mim, o sonho não é ridículo. Mesmo que nunca venha a experienciar em realidade o que ainda não saiu do plano das ambições, não faz mal querer.
segunda-feira, 2 de junho de 2014
sexta-feira, 30 de maio de 2014
quinta-feira, 29 de maio de 2014
quarta-feira, 28 de maio de 2014
dos medos que nos prendem
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| Bar Refaeli |
Ser livre é não ter pesos presos aos pés. É não ter amarras, é poder içar a âncora e seguir viagem, de peito feito, mãos no leme. Ser livre é partir muros, é não ter medo de dar nem de ser. Corremos riscos em todo o lado, em qualquer situação. Corremos riscos quando nos acomodamos à estabilidade da segurança e corremos riscos quando nos lançamos à violência das ondas. E no meio disto tudo, por tanto pensar e temer, corremos o risco de não viver.
segunda-feira, 26 de maio de 2014
sexta-feira, 23 de maio de 2014
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Hoje estou assim.
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| Lauren Conrad |
Mas hoje estou assim. A olhar para trás, ainda que convicta de que valeu a pena cada opção tomada. Isto não se faz, eu sei, que o caminho é para a frente... mas há dias em que me pergunto como raio vim aqui parar. Queria ter terminado o curso e ir curtir uma independência que já tinha espreitado nos tempos de faculdade. Queria ter tido experiências profissionais estimulantes e próximas de tudo aquilo que me apaixona. Queria ter encontrado o amor da minha vida. Queria ter terminado o meu livro. Queria ter tido o primeiro filho antes dos trinta. Queria ter viajado mais. De repente, os meus dias tornaram-se mais cheios de tarefas, mais vazios de sentido. Desprovidos daquela magia toda que eu queria.
Valeu a pena, claro que sim. Sou grata por tudo, imensamente grata. Vale a pena pelo sorriso da menina dos meus olhos, vale pela sensação de que sou útil aos outros, vale pelo currículo sério e denso que já tenho, pela tarimba, pela experiência, pelo crescimento. Vale por aquilo em que me tornei enquanto ser humano. Mas precisava que a Vida não me fizesse esperar muito para me mostrar que não poderia ter sido de outra forma.
quarta-feira, 21 de maio de 2014
terça-feira, 20 de maio de 2014
das coisas que vou vendo.
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| Lindsay Ellingson |
Então, depois de manifestar surpresa pela reacção dela, o que faz o homem? Tenta virar o jogo. Ele é que se sente ofendido pela interpretação que ela deu às suas inocentes palavras. Ele é que se sente ofendido pela interpretação que ela deu aos seus inocentes actos. E há casos em que conseguem o que parece impossível: um pedido de desculpas da parte dela.
Meninas, quando é que aprendem que não vale a pena fingir que não reparam nessa tendência tão masculina de virar o bico ao prego? Também não vale a pena ceder à anulação, passando por cima de algo que vos magoou. E mais importante que tudo, convém não esquecer que quem não valorizar as vossas lágrimas não merece o vosso sorriso.
segunda-feira, 19 de maio de 2014
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Bom fim-de-semana!
quinta-feira, 15 de maio de 2014
só me falta ser homem
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| Kate Moss |
quarta-feira, 14 de maio de 2014
terça-feira, 13 de maio de 2014
conversas nossas.
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| Lauren Conrad Whitney Port |
- É giro como aquilo que vivemos é tão diferente de uma pessoa para outra, mesmo que o vivamos juntos. Como uma equação, que certas pessoas resolvem recorrendo a uma fórmula rápida e curta e outras, como eu, precisam de um quadro de ardósia inteiro para encher de palavras que explicam o que se faz com os algarismos e os sinais.
- Sim, cada pessoa tem as suas particularidades. Somos únicos, apesar de haver muitas coisas transversais, como as reacções a certos acontecimentos. No entanto, a maneira como os vivemos varia sempre.
segunda-feira, 12 de maio de 2014
sexta-feira, 9 de maio de 2014
Bom fim-de-semana!
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| Drew Barrymore |
Florbela Espanca
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Isto é quase um manifesto.
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| Brigitte Bardot |
Na minha família, sempre me senti assim também.
Não no núcleo mais chegado, óbvio, mas no restante grupo de
pessoas com quem tenho laços sanguíneos. Se para um dos lados da
árvore genealógica que integro sempre fui a filha dos
que optaram por viver na província e que horror, sair da linha!,
para o outro, sempre fui uma privilegiada.
Por outras palavras, de um lado
julgam-me menos urbana e mais dada às lides da ruralidade, como se
por ter um pai veterinário que optou pela vida fora de Lisboa não
só pela experiência profissional que tal decisão lhe
proporcionaria como também pelas vantagens financeiras, acabasse
por me transformar numa menina da Ribeira do Sado, daquelas que têm
carrapatos atrás das orelhas. Como se vivesse no fim do mundo, isolada, qual nativa de uma tribo por descobrir, instalada nos confins de um sítio que não aparece no google maps. A verdade é que devido a esta escolha dos meus pais, tive acesso a
uma cultura muito rica, característica de um Portugal esquecido e
desprezado de que muito me orgulho e que amo profundamente. E não
contenho alguma troça quando desse mesmo lado da família, surgem
questões sobre a origem dos ovos, por exemplo – houve quem
julgasse que eram fruto de um qualquer artifício fabril, dado que têm
códigos numéricos na casca.
Do outro lado, sempre senti que era
tida como alguém privilegiado. E se até concordo com a ideia na
generalidade, porque o sou de facto, porque tenho um Deus que
constrói o caminho que vou seguindo, que torna os meus sonhos em
objectivos concretos e que me rodeia de pessoas especiais e de
acontecimentos preciosos, não poderia ser mais discordante quando o
termo é utilizado de um modo enviesado e revestido de um quê de
preconceito. Recordo que preconceito engloba toda e qualquer ideia
baseada em fundamentos desprovidos de seriedade ou imparcialidade. Se
ser privilegiada significa nunca ter passado fome, concordo. Sou. Mas
se ser privilegiada for sinónimo de ter tudo de mão beijada, aí
começamos a afinar. Na verdade, nunca tive jeito para coitadinha e pode ser esse o motivo para que não me vejam inteira.
Também não partilho todas as dificuldades com que me vou deparando,
pelo que a minha existência pode parecer, a olho nu, um rol de
alegrias e um oceano de descontracção.Sempre balancei entre a menina que não faz mal a ninguém e a mulher forte, nunca fui uma daquelas pessoas que granjeiam compaixão. E como não me dou com ninguém por conveniência, não são poucos aqueles que ficam de fora da minha guest list. Não me interessa o que cada um tem, o que me pode proporcionar nem que vantagens me traria certo relacionamento. Cá dentro, as pessoas valem pelo que são. E pelo que são comigo, claro. Assim, desinteressadamente, vou criando laços e nós que às vezes se tornam mais fortes que os sanguíneos. A minha melhor amiga não é uma pessoa cheia de dinheiro, não tento aproximar-me do filho de uma personalidade influente nem conviver com pessoas que valorizam a ostentação. É o meu coração que acolhe os outros corações e nunca há espaço para ponderar a utilidade de cada um no meu caminho. E os outros, aqueles que trazem à superfície de mim o laivo de ressentimento que não consigo evitar ainda, hão-de compreender a grandeza de se viver são. E eu hei-de ser suficientemente madura para sorrir, com piedade.
quarta-feira, 7 de maio de 2014
terça-feira, 6 de maio de 2014
Uma ajudinha, vá lá.
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| Barbara Palvin |
Imaginem que a pessoa vos irrita mesmo muito.
Mesmo, mesmo, mesmo muito. Mesmo muito. Muito. Muito mesmo. Tanto, que só o facto de ouvir aquela voz vos faz nascer uma borbulha na testa. Daquelas pessoas que nem conseguimos descrever. Cujos actos precisamos de contar a outros, conscientes de que tentar reproduzir momentos através de palavras ditas não é suficiente para traduzir tamanha bizarria, só para ter a certeza de que somos ainda dotados de sanidade mental. Uma pessoa intragável, em quem queriam nem pensar, mas que não vos sai da cabeça. Que vos faz levar as mãos à testa inúmeras vezes. E respirar de alívio quando não está por perto. Estão a ver a dimensão da aversão? Pois. É isto. Como se lida com isto?
segunda-feira, 5 de maio de 2014
sexta-feira, 2 de maio de 2014
Bom fim-de-semana!
quinta-feira, 1 de maio de 2014
keeping it simple
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| Josefine Nielsen |
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Interditar o meu espólio
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| Kim Kardashian |
É como se fizessem uso de parte do que sou sem pedir autorização. É como usar uma frase minha sem referir o autor. É como se não me respeitassem, nem à memória do que já foi.
terça-feira, 29 de abril de 2014
«A saudade define a certeza»
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| Kate Moss |
Quando escrevemos, as palavras cumprem-se. Talvez não se cumpram, talvez escrevamos ainda sem saber que estamos, no fundo, a profetizar. Escrevo o que ainda não sei, mas escrevo o que vai acontecer. Escreve-se sozinho, o texto. Escreve-se sozinha, a vida. E eu sigo o caminho, desconfiada do que vai acontecer mas deixando-me atordoar pelos medos e inseguranças a que a condição humana me submete.
Sei como vai correr. Sei que vai ser difícil, que me vou sentir vulnerável mais vezes do que gostaria, sei que me vou sentir frágil e exposta, mas também sei que isso não me vai impedir de fazer o que quero. E sei que os sentimentos, como as plantas, vão crescer, porque é Primavera. Com eles, desabrochará também o entrosamento, como as flores, porque é Primavera. Sei que vai ser tarde demais quando quiser travar isto tudo. Estaremos no auge do Verão. E sei que me vou sentir bem com tanto calor, porque as coisas acontecem quando devem acontecer e as estações do ano seguem-se umas atrás das outras, com ordem, porque tem de ser. Começamos sempre como estranhos, até que o companheirismo nos prende, a amizade nos liberta, as borboletas nos fazem sentir vivos, o riso vicia e o medo nos empurra para o vazio. Damos as mãos e seguimos, já sei como é.
segunda-feira, 28 de abril de 2014
quinta-feira, 24 de abril de 2014
quarta-feira, 23 de abril de 2014
menina dos meus olhos
terça-feira, 22 de abril de 2014
A novidade do arrependimento
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| Leona Lewis |
segunda-feira, 21 de abril de 2014
quinta-feira, 17 de abril de 2014
«emprenhar pelos ouvidos»
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| Barbara Palvin |
Contudo, sei que depois de tanto ouvir a mesma coisa acerca da mesma pessoa, é como se aquilo se tornasse verdade. Passa-se comigo. Existe uma personagem minha que me transcende e poucos têm acesso à verdadeira Menina. Às vezes incomoda, outras vezes cansa. Há momentos em que me é útil, outros em que me protege e resguarda. Mas não é um retrato fiel daquilo que sou, de todo.
Sabendo de tudo isto, seria normal que eu mesma não emprenhasse pelos ouvidos, mas como água mole em pedra dura, espeto de pau, chego a ceder, ainda que por breves instantes, à pré-concepção que se criou acerca de quem não me deu um único motivo para desconfiar da sua honestidade. Nem sempre é fácil manter a armadura bem colocada em nosso redor, para não permitir que vícios alheios penetrem na nossa conduta.
quarta-feira, 16 de abril de 2014
terça-feira, 15 de abril de 2014
Sehr kompliziert
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| Eva Longoria |
Ora, se o nome dá tantos problemas - a escrever, mesmo que soletre, como a pronunciar - sugiro que me chamem Ana Tomaz. É que Tomaz até é o meu último nome e o Rendall não é tipo Rita. E só aconteceu enganarem-se uma ou duas vezes (na escrita, Tomat ou Tomar, além da variante comum mas aceitável Tomás). Ou isso ou não levam a mal de cada vez que me desmanchar em gargalhadas na vossa cara. Está dito.
segunda-feira, 14 de abril de 2014
puxar por ela
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| Twiggy |
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Bom fim-de-semana!
quinta-feira, 10 de abril de 2014
«Segue o teu coração, mas leva o teu cérebro contigo»
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| Sienna Miller |
Mas e se apesar de tudo isso, não existir medo de perder? E se rejeitarmos a dependência e a profundidade do sentir? E se continuarmos frias e distantes, mesmo que manifestemos carinho em determinadas atitudes? Estar apaixonada afinal não é assim uma coisa para lá de arrebatadora? Não devia dar cabo da racionalidade e roubar-nos de dentro do nosso corpo para nos atirar para o meio de um furacão de emoções?
É possível estar apaixonada e continuar a ser um ser inteligente?
quarta-feira, 9 de abril de 2014
das decisões que tomamos
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| Nicole Richie |
segunda-feira, 7 de abril de 2014
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Bom fim-de-semana!
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Já viram?
quarta-feira, 2 de abril de 2014
pensamento do dia
O jornalista é um estraga-palavras. Usa-as para contar factos de uma maneira formatada e fria, desprovida de sentimentos e com pouca alma.
terça-feira, 1 de abril de 2014
segunda-feira, 31 de março de 2014
as coisas vulgares que há na vida não deixam saudade
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| Jennifer Lopez |
Sem expectativas, sem exigências, só coisas boas. Só o olhar para ele. Vivê-lo enquanto estiver por perto. Deixá-lo entrar, mas com reservas, que isto das relações humanas assusta. Já lho disse, não é nada do que esperava. Temos sempre uma ideia que fazemos acerca dos que conhecemos superficialmente e a que tinha a seu respeito estava longe de ser correcta. Também não é nada do que esperava receber neste momento da sua vida. Não a enche de elogios, não tenta impressioná-la, não a envolve em momentos românticos como aqueles que são vistos nos filmes, antes do beijo que sela a união dos corpos. E ela gosta disso. Gosta do riso, da voz e das pernas dele. E gosta das mãos, do olhar de puto reguila e do pescoço. Sim, do pescoço curto que ele tem. E da barriguinha. Gosta de deitar a cabeça no peito dele e de ser embalada pela respiração profunda com que se deixa adormecer. Gosta de acordar e vê-lo, dar-lhe beijinhos e voltar a adormecer agarrada àquele corpo quente. Gosta de o ver dormir, demasiado bonito na sua serenidade, a mão dela nos pêlos do peito dele. Quando se vem embora, trá-lo dentro de si, ao lado da gratidão por se terem cruzado. Ou por ter sido escolhida por ele. No entanto, por cada bocadinho de si que quer querê-lo, há outros dois que recuam. Só nunca lhe disse porquê. Não é só a incapacidade crónica de depositar confiança. Não é só essa fobia de se apaixonar. Não são só os medos mais primários e tudo o que há de complicado entre os dois. É porque ele desperta nela aquela doce necessidade de agradar e fazer feliz, só pela recompensa de ver um sorriso. O sorriso. Para lá da voz grave e do homem adulto que intimida, por ter um passado tão maior que o seu, é aquele sorriso, aquele ar de puto, aquele olhar que não consegue fixar durante muito tempo. E aquelas festinhas nas costas, aquele abraço apertado, aquele beijo lento. Tudo. O cheiro, a pele, o queixo, as sobrancelhas. Tudo bom.
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