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| Barbara Palvin |
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Dos saltos altos dela.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
O amor faz-se.
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| Megan Fox |
Pior que amar, é ser correspondido. São duas dores, dois destinos, dois fados. Dois seres obrigados a viver com a certeza de que existe ali algo que por mais que arda, não se consome. E depois é preciso coragem. É preciso dar as mãos e saltar. E cá entre nós, ainda não conheci ninguém que me surpreendesse por ser realmente corajoso.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Das dores que fazem bem
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| Toni Garrn |
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Bom fim-de-semana!
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
London calling. Colin.
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| Evan Rachel Wood |
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
O pior cego é aquele que não quer ver
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| Barbara Palvin |
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
...detesto.
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| Lily Cole |
«Oh, nunca te vejo, não me convidas para um café...»
«Olha, vê lá se te lembras de me ligar!»
«Fogo, estás viva? Nem uma mensagem!»
«Não tens saudades minhas, se tivesses, telefonavas.»
Ah e tal, se fosses à merdinha? Não tens o meu número, queres ver?
É que não há pachorra para esta gente que morre de saudades nossas, que sente a nossa falta, que não pode viver sem nós, mas que não mexe os dedinhos para enviar uma mensagem e ainda cobra atenção.
Não volto a sentir que estou em falta com alguém. Querem ouvir a minha voz? Façam por isso.
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
A propósito do 14 de Fevereiro...
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| Drew Barrymore |
Já não encontro em mim essa ingenuidade que permite a pureza da entrega total, inteira e inconsequente. Os anos tornam-nos exigentes, dotam-nos de um cinismo incontornável e a experiência ensina-nos a fazer uso de escudos e de muralhas para nos protegermos. É como se não houvesse tanto altruísmo nem tanta coragem e inconsciência para que nos atiremos, livres, respondendo ao sedutor apelo do abismo. Amei-o mais que a mim mesma numa relação tão doce como louca e violenta, tão áspera como aconchegante. Há quem passe a vida inteira à procura de algo assim. Há quem desapareça do planeta sem ter vivido algo assim.
Jantámos o nosso bife preferido no restaurante onde mais gostávamos de ir. Eu a princesa, ele o homem dos meus sonhos, alto, lindo e másculo. O meu Mr. Big, estão a ver? Nesse dia 14 de Fevereiro de há mais de dez anos, achei-o mais bonito do que sempre achara. Estava mesmo lindo, todo homenzinho, muito aprumado, o cabelo impecavelmente cortado, o blazer e o mocassin. Conversávamos imenso, ríamos ainda mais. E os olhares eram tão intensos que quando me tocava na mão podia senti-lo acariciar-me a alma. É que o tempo passava a correr quando estávamos juntos. Nessa noite, levou-me a Coimbra para tomar café. Podia apostar que a caminho ouvimos Wonderful Tonight, pelo Eric Clapton. Lembro-me como se tivesse sido ontem: fomos às Galerias, em Santa Clara, lugar que ainda tenho como especial. Claro que celebrámos o Dia de S. Valentim com os habituais presentes: ofereci-lhe um livro que sabia que ele queria - O Homem Que Mordeu o Cão, com CD ou DVD, já não me recordo... Por sua vez, ele ofereceu-me uma almofada vermelha, com um coração, só para me assustar. Depois estendeu-me flores e um embrulho - uns brincos que adorei e que guardo com carinho. Sabem, o importante não foram os presentes que trocámos, mas o facto de termos pensado no que o outro gostaria de receber. E de repente, estou a escrever-vos com um sorriso tão nostálgico que devia ir dizer-lhe o quanto me fez feliz, o quanto ainda me sinto feliz com a ternura do que vivemos.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
E não era sexta-feira 13.
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| Lana Del Rey |
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Stromae, o Maestro
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| Candice Swanepoel |
Se não fosse a Mana Lamparina não o conheceria tão bem, já que ela acabou por se interessar pelo jovem belga, que nasceu no meu ano. Chama-se Paul Van Haver e é um génio. Passo a explicar: o que ele faz é simples, não é erudito nem dotado de uma complexidade evidente para o transformar num artista de elites, mas reconheço ali densidade e todo o trabalho é muito bem pensado, o que me parece ter mérito.
Tudo isto que vos digo pode ser condensado numa explicação como a seguinte: Filho de pai ruandense e de mãe belga, teve contacto com o pai apenas por três vezes... e para perceber a influência de todos estes factores naquilo que faz, basta estar atento a vídeos como o Papaoutai. Outro que me choca pelo encadeamento perfeito é este, em que a música ficou claramente a ganhar com o vídeo. Fiquei ansiosa para vê-lo ao vivo depois da Mana me ter mostrado esta actuação, que só pode ser compreendida depois de vistos os vídeos das músicas interpretadas - até nisto ele é exemplar.
Até aqui, só coisas boas: um artista de corpo e alma, com um corpo tão alto como fininho, que só não passa a estrela mundial ao nível de um Mika no seu auge (escolha de exemplo totalmente random) por cantar em francês. Mas há melhor. Os mais atentos sabem quão especial é para mim a Cesária. Então não preciso de dizer mais nada, pois não? Adorei.
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Pessoas
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| Nicole Ritchie |
Gosto de me surpreender com os maneirismos próprios de cada um, com o fio condutor dos seus pensamentos, de perceber o que os faz agir desta ou daquela maneira. Gosto do olhar, da voz, do timbre infantil quando há sorriso ou da gravidade no tom quando o assunto é sério. Gosto de observar o todo que faz de um ser único. Os tiques, a perna que não pára de mexer debaixo da mesa, os dedos que não largam a asa da chávena de chá. Coisas superficiais como o cabelo. Coisas profundas como a dor. Gosto de conhecer pessoas centradas, sérias, equilibradas. Pessoas à antiga, que levam as relações a sério. Pessoas à frente, com horizontes alargados. Pessoas.
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Dramas femininos.
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| Natasha Poly |
Finalizado o rosto, acabo de me vestir, calço-me e sigo caminho.
Quando regresso, sempre a mesma treta: desmaquilhante de olhos no disco de algodão, toalhitas, lavar o rosto, tonificar, hidratar, aplicar mais um ou outro creme e pensar que não valia a pena ter-me sujado tanto.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Parabéns, Pombal Jornal!
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| Brigitte Bardot |
Deixo-vos a versão alargada do texto que publiquei:
É
um privilégio escrever-vos na primeira pessoa, tal como é uma honra
trazer-vos para as páginas deste jornal aquilo que vivo. Como me
dizem tantas vezes, a minha profissão é contar histórias. Mais que
isso, a minha profissão é viver aprendendo, todos os dias. Aprendo
com uma ida a uma festa de aldeia em que alguém tem paciência para
me contar dos costumes centenários. Aprendo com os artigos de fundo
em que me é permitida uma liberdade ímpar, com a generosidade do
povo pombalense, daqueles que não querem aparecer mas que movem
montanhas para proporcionar uma habitação digna ao vizinho que
atravessa um momento difícil. Aprendo com a simplicidade tão
comovente como humilde daqueles que se sentem gratos por ter um
jornal que é mais de quem o lê do que de quem o faz. Aprendo com os
emigrantes que aproveitam a vinda à terra para renovar a assinatura
- sempre é uma maneira de matar saudades. E aprendo todos os dias
com a elevação de quem não se deixa abater, por mais fortes que
soprem os ventos, e segue ao leme deste barco sem perder tempo com o
que não interessa.
Sem
que me apercebesse, passou um ano. Foi um início difícil, um
arranque trabalhoso, em que se destacou a vontade de um homem tão
louco como corajoso. Foi ele que nos arrastou até aqui. E mesmo
tendo sido apenas há um ano, aconteceram tantas coisas que me é
impossível olhar para trás e não me comover.
Contra
todos os que não fazendo melhor, não se coibiram de apontar o dedo,
contra todos os rumores fomentados por quem não tinha certamente
nada nem ninguém por quem zelar, firmámo-nos. E com um certo
estilo, deixem-me que vos diga. Nada seria possível sem a ajuda dos
nossos leitores e anunciantes, dos que confiaram em nós ainda antes
de verem o produto final materializado.
Um
ano, 25 edições, três sedes diferentes. Hoje somos uma equipa que
se desenrasca com os meios que tem à mão para dar informação. Sem
alarmismos nem dramas à la esquerda, sem lambe-botice à direita que
está no poder, mas com isenção e seriedade. Não fazemos favores
nem oferecemos propaganda e acima de tudo, lembramo-nos de quem são
os nossos leitores.
Comecei
apenas com o intuito de ajudar, mas não demorou muito até que
vestisse a camisola e me orgulhasse do trabalho feito, em conjunto, a
cada edição. Se por um lado a imprensa regional não é novidade
para mim, que me estreei nestas andanças por volta de 2009, por
outro, sou diferente da menina que começou por trabalhar à peça no
já extinto O Correio de Pombal. A experiência traz segurança e a
formação académica acaba por justificá-la. E se ali trabalhei com
uma equipa maravilhosa, agora trabalho num lugar onde o meu patrão e
a minha directora, que odeia que eu a chame de patroa, são pessoas
que tenho como amigos. O ambiente é muito bom quando trabalhamos com
pessoas de quem gostamos e não para um chulo qualquer.
O Pombal Jornal completa hoje um ano de existência e eu estou muito orgulhosa deste projecto. Nasceu de uma pessoa sozinha e hoje tem milhares de assinantes, mais de mil seguidores no facebook e inaugurou recentemente o seu site.
Parabéns,
Pombal Jornal. E parabéns, patrõezinhos.
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Tenho tanto trabalho
que a única rede social em que vou dando sinais de vida, é no Insta. Ele são duas reportagens de fundo, 120 minutos de áudio para converter manualmente para texto, um trabalho para o Especial Dia dos Namorados, outro para o Especial Aniversário que o jornal comemora um ano de vida, dois artigos e mais qualquer coisa que agora não me ocorre. Se não der sinais de vida até Quinta-feira, é normal. Devo estar a dormir, sei lá... é coisa que não tenho feito nos últimos dias.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Como nos filmes.
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| Candice Swanepoel |
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
O gato comeu.
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| Fanning Sisters |
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Quem são vocês, Nuno e Valéria?
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| Jessica Alba |
Farto-me rir com o conteúdo das conversas ou das mensagens, mas também me farto de dizer que não há nenhum Nuno deste lado, que não conheço nenhuma Valéria. Não sou eu quem procuram. Não é comigo que querem falar. Já o fiz saber vezes demais, sempre em vão. A coisa continua. A história prossegue. Temo que seja assim para sempre. E juro que tenho curiosidade: quem serão estas pessoas que tiveram o meu número, em tempos? Ou será que o nosso número é apenas parecido e confunde o povo? Quem são vocês, Nuno e Valéria?
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
das tricas e tal.
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| Beyoncé |
As pessoas falam, inventam e dão asas à imaginação e eu vou passando. Confesso que até me divirto com esta coisa de terra pequena, assisto sorrindo à especulação «será que ela anda a trair o namorado?» enquanto saio à noite sozinha com o meu amigo gay. Não me interessa o que pensam nem o que dizem porque não tenho de me explicar e porque quem realmente importa sabe a verdade. O resto é cocó, right? Ponto assente.
Esta postura que mantenho a nível pessoal também passa para a minha vida profissional. Aprendi que não devemos abrir precedentes ou passaremos a vida inteira a responder aos bitaites que as pessoas que andam de mal com a sua vida pequenina, frustradas e derrotadas vão mandando para o ar. Mas mesmo que não lhes dê espaço no meu dia-a-dia, alguém faz print - há sempre quem ache amoroso vir trazer as notícias mais irrelevantes do planeta a pessoas ocupadas como eu. E então rio-me para caramba porque redescubro - para mim é sempre novidade - que há, no entanto, algumas pessoas realmente criativas - e convencidas - nas coisinhas que inventam. Há cabecinhas a magicar coisas impressionantes. Como quando acreditam que a sua palavra tem um peso inegável e divulgam alterações que assumem ter sido feitas com base no que disseram. O mais engraçado é que algumas das alterações mencionadas não foram feitas... e as que realmente se deram, foram fruto de decisões que não foram baseadas numa opinião que nunca foi ouvida, lida ou tida em conta porque é apenas e só irrelevante.
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Separar o trigo do joio
Não tenho por hábito manifestar posições pessoais em público. Não gosto de comentar assuntos demasiado sérios fora da esfera íntima. Sabem como é, todos temos uma opinião (melhor ou pior fundamentada, mais ou menos pessoal) em relação a tudo. Todos achamos qualquer coisa. Muitos, na verdade, não acham nada e limitam-se a reunir pensamentos alheios para depois os debitar, simulando uma cultura que com a experiência dos anos acabamos por perceber que é forjada. Pensar é difícil, dá trabalho e custa muito menos reproduzir o que lemos ou ouvimos dizer por aí. Bom, dizia eu que não gosto de expor a minha opinião por mesas de café, redes sociais e blogosfera afora, sobre assuntos que considere realmente sérios. Foi o que se passou com a história dos jovens que perderam a vida no Meco. Como qualquer pessoa sã, também eu senti uma profunda compaixão pelos familiares e amigos que perderam alguém sem saber bem como nem porquê. Mas como qualquer pessoa sã, também acho um perfeito disparate que o caso esteja a receber o tratamento mediático que, principalmente enquanto jornalista, me irrita solenemente. Ontem à noite (Domingo) fiquei à espera de ver uma peça sobre o assunto, no telejornal da SIC. Quis ver, só porque sim. Anunciaram-na no início e esperei. E mais valia ter ido pintar as unhas. Fiquei chocada com o trabalho apresentado - altamente tendencioso, uma clara demonstração de que a Teoria Hipodérmica de Mauro Wolf ainda é aplicável aos dias de hoje: os Media lançam cá para fora a ideia de que a praxe é uma merda, a massa homogénea de telespectadores engole aquilo sem levantar ondas e de repente temos o país todo em modo anti-praxe. Às tantas, já o Ministro da Educação se aproveita politicamente da situação e decide reunir-se com as associações académicas. Como se a praxe fosse a culpada de qualquer tipo de comportamento desviante que tenha causado tamanha desgraça. Como se a praxe fossem esses comportamentos deploráveis adoptados por alguns. Como se a praxe fosse o bicho papão. Seria mais ou menos como se eu, que não sou Católica e não conheço bem o Catolicismo, ao ser bombardeada com as notícias sobre padres pedófilos, dissesse que toda a Igreja é má por causa deles.
Importa recordar que todos os casos trágicos que reavivam as dúvidas sobre a praxe acontecem fora das cidades com verdadeira e profunda tradição académica. Na verdade, talvez se devessem abolir as praxes em todas as instituições de ensino/cidades em que não se compreende a nobreza de um traje, a honra de traçar a capa negra ou o orgulho de se ser parte da História e da tradição. Se fossem proibidas essas práticas em meios que não podem compreender o sentir e o viver do espírito académico da mesma forma que um estudante de Coimbra, por exemplo(*), correr-se-iam menos riscos. Talvez desse modo se evitassem abusos, faltas de respeito e humilhações.
Quanto aos jovens que são o epicentro de toda esta temática no momento, e cujas famílias são o que realmente importa, resta-me dizer que lamento. Lamento muito. Não estive lá, pelo que não vou tecer comentários acerca do que se passou naquela noite nem apontar como culpado o único sobrevivente (sabe Deus o que lhe vai na alma). Não vou conjecturar nem entrar em dissertações sobre o que hipoteticamente terá acontecido. Não gosto de especulações e por respeito ao sofrimento e à dor, só posso remeter-me ao silêncio. Espero que tudo se esclareça o quanto antes e que o circo mediático não perturbe os verdadeiros lesados nem desvie o foco daquilo que é realmente importante.
(*) Uso como exemplo a realidade que conheci bem, embora ciente de que outras Universidades existem no país com o mesmo registo.
Importa recordar que todos os casos trágicos que reavivam as dúvidas sobre a praxe acontecem fora das cidades com verdadeira e profunda tradição académica. Na verdade, talvez se devessem abolir as praxes em todas as instituições de ensino/cidades em que não se compreende a nobreza de um traje, a honra de traçar a capa negra ou o orgulho de se ser parte da História e da tradição. Se fossem proibidas essas práticas em meios que não podem compreender o sentir e o viver do espírito académico da mesma forma que um estudante de Coimbra, por exemplo(*), correr-se-iam menos riscos. Talvez desse modo se evitassem abusos, faltas de respeito e humilhações.
Quanto aos jovens que são o epicentro de toda esta temática no momento, e cujas famílias são o que realmente importa, resta-me dizer que lamento. Lamento muito. Não estive lá, pelo que não vou tecer comentários acerca do que se passou naquela noite nem apontar como culpado o único sobrevivente (sabe Deus o que lhe vai na alma). Não vou conjecturar nem entrar em dissertações sobre o que hipoteticamente terá acontecido. Não gosto de especulações e por respeito ao sofrimento e à dor, só posso remeter-me ao silêncio. Espero que tudo se esclareça o quanto antes e que o circo mediático não perturbe os verdadeiros lesados nem desvie o foco daquilo que é realmente importante.
(*) Uso como exemplo a realidade que conheci bem, embora ciente de que outras Universidades existem no país com o mesmo registo.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Bom fim-de-semana!
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Fez ontem um ano
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| Leona Lewis |
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
«Que vergonha.»
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| Drew Barrymore |
O que é feito de Portugal? Até quando serão precisas atitudes drásticas como esta para que se abram os olhos dessa consciência cega que nos arrasta por um caminho escuro e tortuoso? Que é feito de nós?
A Maria João Pires sempre foi uma figura familiar cá em casa. A minha mãe, que sempre tocou piano, admira-a e acompanha o seu trabalho. Eu própria ouvia o som que os seus dedos produziam ao pressionar as teclas e ficava com alguma tristeza: nunca seria tão boa como ela, apesar de tocar desde os quatro anos. Talvez por isso esta notícia me tenha deixado com tanta vergonha. Perdê-la enquanto portuguesa, enquanto
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
destas coisas que matam gente
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| Audrey Hepburn |
E o que eu admiro pessoas obstinadas, decididas e perseverantes.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
random
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| Brigitte Bardot |
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
A idade traz muitas coisas.
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| Victoria Beckham |
1 - Ia eu sossegada, um passo atrás do outro, rua afora, quando uma voz feminina e esganiçada me desperta a atenção. Olho e reparo que uma senhora falava com uma cadelinha para todos os moradores e lojistas da zona ouvirem. Desvio o olhar e assim que o faço, ouço-a gritar:
- Ihhh nariz empinaaaado!
Continuo, em silêncio, o meu caminho, dividida entre o riso e a incredulidade, pensando que tal atitude era no mínimo estranha, tendo em conta que passo por ali todos os dias.
2 - Pouco tempo depois, voltava da minha pausa para lanchar, quando me deparo com duas idosas à porta de uma loja. Falavam alegremente, mas calaram-se assim que me aproximei. Observaram-me com atenção e assim que puderam, comigo a cerca de três metros de distância, desataram-se a rir. Clap clap clap. Muito maduras.
3 - Isto já seria suficientemente mau, mas quando fui ao Multibanco, passa uma senhora com cerca de 45 anos que decide grunhir:
- Ai que eu não tenho saldo!
Oi?
Tínhamos algum alinhamento de planetas estranho no céu das ruas por onde andei ou o envelhecimento causa malcriadez?
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Ponto da situação
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| Frida Gustavsson |
- Por falar nisso, quase que poderia sucumbir à depressão se pensasse muito sobre as condições atmosféricas das últimas semanas. Sinto que já não via um dia de sol, sem chuva, há séculos. E além de odiar andar de guarda-chuva em punho, também não me apraz especialmente andar com o cabelo estúpido por causa da humidade. Acresce ainda esta dificuldade imensa que é escolher um outfit giro para sobreviver ao mau tempo. É que só me apetece usar saias e sapatinhos de salto alto e não podia... porque chovia tanto que acabava por optar por umas botas quentes e impermeáveis, uns jeans e pronto. Ah e o casaco tinha de ter capuz. Finalmente vieram dias bonitos...
- Detesto sentir vergonha alheia. Tinha tantos, mas tantos episódios giros para partilhar aqui sobre pessoas que me embaraçam especialmente... mas não posso, porque depressa descobririam e isso seria deveras embaraçoso. Para eles, claro.
- Decidi aventurar-me pelo mundo das viagens low cost e estou cheia de medo. Por causa das bagagens. O problema nem é o que vou levar, mas sim o que vou querer trazer. Pânico.
- Comecei a ver The Carrie Diaries, só por curiosidade. A Mana Lamparina adorou e eu também achei uma fofura. Só é pena que não seja fiel ao SATC, porque o facto de a Carrie adulta não fazer qualquer referência a uma irmã e a Carrie adolescente ter uma mana mais nova, por exemplo, baralha-me. Ou o nome do primeiro namorado, que numa é Seth e noutra Sebastian. Ou a história dos pais ser completamente diferente de uma série para a outra... Anyway, é uma série querida. E a Samantha mais nova está óptima.
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Cara de pita.
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| Selena Gomez |
- Bom dia, eu recebi uma carta da escola...
- É por causa do processo?
- Sim.
- Qual foi a tua turma no ano passado?
(Aqui tive um pequeno bloqueio mental. Primeiro porque adoooro
- Já saí daqui há dez anos. Não faço ideia de que turma era. Talvez I ou H...
(Visivelmente atrapalhada, a funcionária desfaz-se em desculpas e muda radicalmente de atitude comigo, passando a ser só sorrisos.)
- Peço imensa desculpa, são tantas pessoas a passar por aqui, há pessoas que fazem só umas disciplinas...
- Não tem que pedir desculpas, eu é que agradeço!
Na verdade, por mais que estas situações sejam rotineiras, não compreendo bem porque me acham sempre tão novinha. Okay, eu não tenho cara de pessoa com quase trinta anos, mas também não tenho ar (leia-se postura, outfit, make up, atitude e por aí fora) de miúda de 19 anos. Já devia estar habituada a isto, mas fico sempre surpresa quando me perguntam se com esta idade já tenho a carta de condução, o que é que quero estudar ou quando me pedem um documento para entrar num casino, por exemplo. Acho que é um bocado forçado. Mas espero que aos 40 continuemos assim, claro. É bom sinal.
Bom fim-de-semana!
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Não vale a pena pensar nisso.
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| Lindsey Wixson |
Agora aquele lugar deixou de existir. Deitaram-no abaixo. Já não há nenhuma cabine vermelha. Nem a calçada é a mesma. E eu pensei que tal como o pedaço de espaço terreno desapareceu, também tu e essa história teriam desaparecido de dentro de mim. Achei que sim, mas não pude afirmá-lo com toda a certeza. A memória trama-nos.
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
E eu que podia jurar que ganhava imenso.
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| Helena Christensen |
Quem feio ama...
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| Kate Moss |
Há dias falava com um amigo sobre como esta descoberta me afectou e me fez perceber onde não perder tempo e fiquei surpreendida por também ele prestar atenção a determinados sinais. Por exemplo, ambos sabemos que se o cheiro da pessoa com quem estivermos não nos agradar, não vale a pena estar com ela. Na verdade, estas pequenas rejeições, que por vezes se tentam contornar por parecerem caprichosas ou fúteis, são formas que o que nos envolve o ser encontra para nos dizer que o caminho não é por ali. E quem diz o cheiro, diz qualquer pequena característica que vejamos como defeito - os pontos negros, um ou outro pêlo, as olheiras, um dente demasiado pequeno ou desalinhado, não interessa. O essencial é perceber que as pequenas imperfeições de quem se ama não causam repulsa. Não quero com isto dizer, como é óbvio, que só se ama verdadeiramente alguém quando se amam também os seus quistos sebáceos, longe de mim. Mas quando amamos, o corpo não pode querer afastar-se por causa desses pormenores. Porque são apenas isso, pormenores. E o objecto do amor não se torna menos atraente por causa disso. É como diz o povo: «Quem feio ama, bonito lhe parece».
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Pensar nos saldos para 2014, deixando o ano passado... no passado.
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| Drew Barrymore |
Alguém me explica...
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Bom fim-de-semana!
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