quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Tenho tanto trabalho
que a única rede social em que vou dando sinais de vida, é no Insta. Ele são duas reportagens de fundo, 120 minutos de áudio para converter manualmente para texto, um trabalho para o Especial Dia dos Namorados, outro para o Especial Aniversário que o jornal comemora um ano de vida, dois artigos e mais qualquer coisa que agora não me ocorre. Se não der sinais de vida até Quinta-feira, é normal. Devo estar a dormir, sei lá... é coisa que não tenho feito nos últimos dias.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Como nos filmes.
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| Candice Swanepoel |
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
O gato comeu.
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| Fanning Sisters |
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Quem são vocês, Nuno e Valéria?
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| Jessica Alba |
Farto-me rir com o conteúdo das conversas ou das mensagens, mas também me farto de dizer que não há nenhum Nuno deste lado, que não conheço nenhuma Valéria. Não sou eu quem procuram. Não é comigo que querem falar. Já o fiz saber vezes demais, sempre em vão. A coisa continua. A história prossegue. Temo que seja assim para sempre. E juro que tenho curiosidade: quem serão estas pessoas que tiveram o meu número, em tempos? Ou será que o nosso número é apenas parecido e confunde o povo? Quem são vocês, Nuno e Valéria?
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
das tricas e tal.
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| Beyoncé |
As pessoas falam, inventam e dão asas à imaginação e eu vou passando. Confesso que até me divirto com esta coisa de terra pequena, assisto sorrindo à especulação «será que ela anda a trair o namorado?» enquanto saio à noite sozinha com o meu amigo gay. Não me interessa o que pensam nem o que dizem porque não tenho de me explicar e porque quem realmente importa sabe a verdade. O resto é cocó, right? Ponto assente.
Esta postura que mantenho a nível pessoal também passa para a minha vida profissional. Aprendi que não devemos abrir precedentes ou passaremos a vida inteira a responder aos bitaites que as pessoas que andam de mal com a sua vida pequenina, frustradas e derrotadas vão mandando para o ar. Mas mesmo que não lhes dê espaço no meu dia-a-dia, alguém faz print - há sempre quem ache amoroso vir trazer as notícias mais irrelevantes do planeta a pessoas ocupadas como eu. E então rio-me para caramba porque redescubro - para mim é sempre novidade - que há, no entanto, algumas pessoas realmente criativas - e convencidas - nas coisinhas que inventam. Há cabecinhas a magicar coisas impressionantes. Como quando acreditam que a sua palavra tem um peso inegável e divulgam alterações que assumem ter sido feitas com base no que disseram. O mais engraçado é que algumas das alterações mencionadas não foram feitas... e as que realmente se deram, foram fruto de decisões que não foram baseadas numa opinião que nunca foi ouvida, lida ou tida em conta porque é apenas e só irrelevante.
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Separar o trigo do joio
Não tenho por hábito manifestar posições pessoais em público. Não gosto de comentar assuntos demasiado sérios fora da esfera íntima. Sabem como é, todos temos uma opinião (melhor ou pior fundamentada, mais ou menos pessoal) em relação a tudo. Todos achamos qualquer coisa. Muitos, na verdade, não acham nada e limitam-se a reunir pensamentos alheios para depois os debitar, simulando uma cultura que com a experiência dos anos acabamos por perceber que é forjada. Pensar é difícil, dá trabalho e custa muito menos reproduzir o que lemos ou ouvimos dizer por aí. Bom, dizia eu que não gosto de expor a minha opinião por mesas de café, redes sociais e blogosfera afora, sobre assuntos que considere realmente sérios. Foi o que se passou com a história dos jovens que perderam a vida no Meco. Como qualquer pessoa sã, também eu senti uma profunda compaixão pelos familiares e amigos que perderam alguém sem saber bem como nem porquê. Mas como qualquer pessoa sã, também acho um perfeito disparate que o caso esteja a receber o tratamento mediático que, principalmente enquanto jornalista, me irrita solenemente. Ontem à noite (Domingo) fiquei à espera de ver uma peça sobre o assunto, no telejornal da SIC. Quis ver, só porque sim. Anunciaram-na no início e esperei. E mais valia ter ido pintar as unhas. Fiquei chocada com o trabalho apresentado - altamente tendencioso, uma clara demonstração de que a Teoria Hipodérmica de Mauro Wolf ainda é aplicável aos dias de hoje: os Media lançam cá para fora a ideia de que a praxe é uma merda, a massa homogénea de telespectadores engole aquilo sem levantar ondas e de repente temos o país todo em modo anti-praxe. Às tantas, já o Ministro da Educação se aproveita politicamente da situação e decide reunir-se com as associações académicas. Como se a praxe fosse a culpada de qualquer tipo de comportamento desviante que tenha causado tamanha desgraça. Como se a praxe fossem esses comportamentos deploráveis adoptados por alguns. Como se a praxe fosse o bicho papão. Seria mais ou menos como se eu, que não sou Católica e não conheço bem o Catolicismo, ao ser bombardeada com as notícias sobre padres pedófilos, dissesse que toda a Igreja é má por causa deles.
Importa recordar que todos os casos trágicos que reavivam as dúvidas sobre a praxe acontecem fora das cidades com verdadeira e profunda tradição académica. Na verdade, talvez se devessem abolir as praxes em todas as instituições de ensino/cidades em que não se compreende a nobreza de um traje, a honra de traçar a capa negra ou o orgulho de se ser parte da História e da tradição. Se fossem proibidas essas práticas em meios que não podem compreender o sentir e o viver do espírito académico da mesma forma que um estudante de Coimbra, por exemplo(*), correr-se-iam menos riscos. Talvez desse modo se evitassem abusos, faltas de respeito e humilhações.
Quanto aos jovens que são o epicentro de toda esta temática no momento, e cujas famílias são o que realmente importa, resta-me dizer que lamento. Lamento muito. Não estive lá, pelo que não vou tecer comentários acerca do que se passou naquela noite nem apontar como culpado o único sobrevivente (sabe Deus o que lhe vai na alma). Não vou conjecturar nem entrar em dissertações sobre o que hipoteticamente terá acontecido. Não gosto de especulações e por respeito ao sofrimento e à dor, só posso remeter-me ao silêncio. Espero que tudo se esclareça o quanto antes e que o circo mediático não perturbe os verdadeiros lesados nem desvie o foco daquilo que é realmente importante.
(*) Uso como exemplo a realidade que conheci bem, embora ciente de que outras Universidades existem no país com o mesmo registo.
Importa recordar que todos os casos trágicos que reavivam as dúvidas sobre a praxe acontecem fora das cidades com verdadeira e profunda tradição académica. Na verdade, talvez se devessem abolir as praxes em todas as instituições de ensino/cidades em que não se compreende a nobreza de um traje, a honra de traçar a capa negra ou o orgulho de se ser parte da História e da tradição. Se fossem proibidas essas práticas em meios que não podem compreender o sentir e o viver do espírito académico da mesma forma que um estudante de Coimbra, por exemplo(*), correr-se-iam menos riscos. Talvez desse modo se evitassem abusos, faltas de respeito e humilhações.
Quanto aos jovens que são o epicentro de toda esta temática no momento, e cujas famílias são o que realmente importa, resta-me dizer que lamento. Lamento muito. Não estive lá, pelo que não vou tecer comentários acerca do que se passou naquela noite nem apontar como culpado o único sobrevivente (sabe Deus o que lhe vai na alma). Não vou conjecturar nem entrar em dissertações sobre o que hipoteticamente terá acontecido. Não gosto de especulações e por respeito ao sofrimento e à dor, só posso remeter-me ao silêncio. Espero que tudo se esclareça o quanto antes e que o circo mediático não perturbe os verdadeiros lesados nem desvie o foco daquilo que é realmente importante.
(*) Uso como exemplo a realidade que conheci bem, embora ciente de que outras Universidades existem no país com o mesmo registo.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Bom fim-de-semana!
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Fez ontem um ano
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| Leona Lewis |
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
«Que vergonha.»
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| Drew Barrymore |
O que é feito de Portugal? Até quando serão precisas atitudes drásticas como esta para que se abram os olhos dessa consciência cega que nos arrasta por um caminho escuro e tortuoso? Que é feito de nós?
A Maria João Pires sempre foi uma figura familiar cá em casa. A minha mãe, que sempre tocou piano, admira-a e acompanha o seu trabalho. Eu própria ouvia o som que os seus dedos produziam ao pressionar as teclas e ficava com alguma tristeza: nunca seria tão boa como ela, apesar de tocar desde os quatro anos. Talvez por isso esta notícia me tenha deixado com tanta vergonha. Perdê-la enquanto portuguesa, enquanto
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
destas coisas que matam gente
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| Audrey Hepburn |
E o que eu admiro pessoas obstinadas, decididas e perseverantes.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
random
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| Brigitte Bardot |
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
A idade traz muitas coisas.
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| Victoria Beckham |
1 - Ia eu sossegada, um passo atrás do outro, rua afora, quando uma voz feminina e esganiçada me desperta a atenção. Olho e reparo que uma senhora falava com uma cadelinha para todos os moradores e lojistas da zona ouvirem. Desvio o olhar e assim que o faço, ouço-a gritar:
- Ihhh nariz empinaaaado!
Continuo, em silêncio, o meu caminho, dividida entre o riso e a incredulidade, pensando que tal atitude era no mínimo estranha, tendo em conta que passo por ali todos os dias.
2 - Pouco tempo depois, voltava da minha pausa para lanchar, quando me deparo com duas idosas à porta de uma loja. Falavam alegremente, mas calaram-se assim que me aproximei. Observaram-me com atenção e assim que puderam, comigo a cerca de três metros de distância, desataram-se a rir. Clap clap clap. Muito maduras.
3 - Isto já seria suficientemente mau, mas quando fui ao Multibanco, passa uma senhora com cerca de 45 anos que decide grunhir:
- Ai que eu não tenho saldo!
Oi?
Tínhamos algum alinhamento de planetas estranho no céu das ruas por onde andei ou o envelhecimento causa malcriadez?
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Ponto da situação
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| Frida Gustavsson |
- Por falar nisso, quase que poderia sucumbir à depressão se pensasse muito sobre as condições atmosféricas das últimas semanas. Sinto que já não via um dia de sol, sem chuva, há séculos. E além de odiar andar de guarda-chuva em punho, também não me apraz especialmente andar com o cabelo estúpido por causa da humidade. Acresce ainda esta dificuldade imensa que é escolher um outfit giro para sobreviver ao mau tempo. É que só me apetece usar saias e sapatinhos de salto alto e não podia... porque chovia tanto que acabava por optar por umas botas quentes e impermeáveis, uns jeans e pronto. Ah e o casaco tinha de ter capuz. Finalmente vieram dias bonitos...
- Detesto sentir vergonha alheia. Tinha tantos, mas tantos episódios giros para partilhar aqui sobre pessoas que me embaraçam especialmente... mas não posso, porque depressa descobririam e isso seria deveras embaraçoso. Para eles, claro.
- Decidi aventurar-me pelo mundo das viagens low cost e estou cheia de medo. Por causa das bagagens. O problema nem é o que vou levar, mas sim o que vou querer trazer. Pânico.
- Comecei a ver The Carrie Diaries, só por curiosidade. A Mana Lamparina adorou e eu também achei uma fofura. Só é pena que não seja fiel ao SATC, porque o facto de a Carrie adulta não fazer qualquer referência a uma irmã e a Carrie adolescente ter uma mana mais nova, por exemplo, baralha-me. Ou o nome do primeiro namorado, que numa é Seth e noutra Sebastian. Ou a história dos pais ser completamente diferente de uma série para a outra... Anyway, é uma série querida. E a Samantha mais nova está óptima.
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Cara de pita.
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| Selena Gomez |
- Bom dia, eu recebi uma carta da escola...
- É por causa do processo?
- Sim.
- Qual foi a tua turma no ano passado?
(Aqui tive um pequeno bloqueio mental. Primeiro porque adoooro
- Já saí daqui há dez anos. Não faço ideia de que turma era. Talvez I ou H...
(Visivelmente atrapalhada, a funcionária desfaz-se em desculpas e muda radicalmente de atitude comigo, passando a ser só sorrisos.)
- Peço imensa desculpa, são tantas pessoas a passar por aqui, há pessoas que fazem só umas disciplinas...
- Não tem que pedir desculpas, eu é que agradeço!
Na verdade, por mais que estas situações sejam rotineiras, não compreendo bem porque me acham sempre tão novinha. Okay, eu não tenho cara de pessoa com quase trinta anos, mas também não tenho ar (leia-se postura, outfit, make up, atitude e por aí fora) de miúda de 19 anos. Já devia estar habituada a isto, mas fico sempre surpresa quando me perguntam se com esta idade já tenho a carta de condução, o que é que quero estudar ou quando me pedem um documento para entrar num casino, por exemplo. Acho que é um bocado forçado. Mas espero que aos 40 continuemos assim, claro. É bom sinal.
Bom fim-de-semana!
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Não vale a pena pensar nisso.
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| Lindsey Wixson |
Agora aquele lugar deixou de existir. Deitaram-no abaixo. Já não há nenhuma cabine vermelha. Nem a calçada é a mesma. E eu pensei que tal como o pedaço de espaço terreno desapareceu, também tu e essa história teriam desaparecido de dentro de mim. Achei que sim, mas não pude afirmá-lo com toda a certeza. A memória trama-nos.
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
E eu que podia jurar que ganhava imenso.
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| Helena Christensen |
Quem feio ama...
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| Kate Moss |
Há dias falava com um amigo sobre como esta descoberta me afectou e me fez perceber onde não perder tempo e fiquei surpreendida por também ele prestar atenção a determinados sinais. Por exemplo, ambos sabemos que se o cheiro da pessoa com quem estivermos não nos agradar, não vale a pena estar com ela. Na verdade, estas pequenas rejeições, que por vezes se tentam contornar por parecerem caprichosas ou fúteis, são formas que o que nos envolve o ser encontra para nos dizer que o caminho não é por ali. E quem diz o cheiro, diz qualquer pequena característica que vejamos como defeito - os pontos negros, um ou outro pêlo, as olheiras, um dente demasiado pequeno ou desalinhado, não interessa. O essencial é perceber que as pequenas imperfeições de quem se ama não causam repulsa. Não quero com isto dizer, como é óbvio, que só se ama verdadeiramente alguém quando se amam também os seus quistos sebáceos, longe de mim. Mas quando amamos, o corpo não pode querer afastar-se por causa desses pormenores. Porque são apenas isso, pormenores. E o objecto do amor não se torna menos atraente por causa disso. É como diz o povo: «Quem feio ama, bonito lhe parece».
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Pensar nos saldos para 2014, deixando o ano passado... no passado.
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| Drew Barrymore |
Alguém me explica...
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Bom fim-de-semana!
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Só é chato ter que trabalhar logo no segundo dia do ano.
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| Miranda Kerr |
Resolução de ano novo: detox e dieta rigorosa. E desse lado? Tudo bom e gostoso?
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Este ano...
Escrevi muito. Muito mesmo.
Encontrei-me.
Redefini o meu rumo.
Indignei-me, pois claro.
Descobri curiosidades parvas.
Terminei o curso.
Fui tia.
Ofereceram-me uma máquina fotográfica maravilhosa.
Presenciei um momento lindo.
Não fui a votos, mas votei.
Voltei a usar calções, pela primeira vez desde o ensino primário.
Experimentei o famoso gelinho.
Coloquei aparelho nos dentes e sofri um bocado com isso, mas apesar dos dramas, habituei-me.
Tive saudades do que não foi.
E tive saudades do que já passou.
Andei meio desligada do blog, mas nem por isso deixei de me surpreender por causa dele.
Revoltei-me.
Aprendi a encolher os ombros.
Fiz uma viagem que mudou muita coisa dentro de mim.
Reconheci que os meus dias são um electrocardiograma experienciado.
Acompanhei de perto as dúvidas e os dramas de malta jovem.
Fui cínica.
Ri-me da tristeza alheia.
Voltei a perder-me por brincos.
Fiz parte de uma iniciativa gira.
Dirigi um makeover.
Tive muito medo.
Continuei a alimentar o meu vício.
Senti-me perdida.
Experimentei verniz amarelo.
Fui má.
Não tentei agradar ninguém.
Senti-me nostálgica e melancólica muitas vezes.
Perdi a paciência.
Senti saudades.
Ampliei o meu Instavício.
Decidi tornar um sonho num objectivo.
Criei metas concretas.
Recordei este privilégio que é ser filha de veterinário.
Voltei a mim.
Descobri que tenho um tipo.
Não consegui esquecer coisas más.
Descobri produtos maravilhosos para domar a juba.
Perdi pessoas.
Tive impulsos consumistas próprios de gente crescida.
Diverti-me.
Tentei mudar de perspectiva.
Recordei outras vidas que já vivi.
Assustei-me com uma tempestade que fez muitos estragos no meu concelho.
Deixei de dar confiança a algumas pessoas desinteressantes.
Apareci no Lolly Taste.
Andei mocada.
Aumentei a minha colecção.
Fui estranha.
Medi bem as consequências das minhas acções.
Desiludi-me.
Dissertei sobre coisas sem importância.
Admirei uma personalidade marcante antes que ela morresse.
Sofri com a ida da minha avó para um lar.
Irritei-me.
Ri-me com a Mana Lamparina.
Embonequei-me com a Bellady.
Reparei que me aborreço com facilidade.
Tornei-me ainda mais intolerante com o egoísmo.
Dormi muito.
Passei um dos melhores Natais dos últimos anos.
Tive dias cinzentos dentro de mim.
Dei muitas gargalhadas.
Senti-me ofendida por quem deveria respeitar-me.
Perdi paciência para o facebook.
Observei muitas mudanças.
Tive as melhores férias dos últimos anos.
Envolvi-me num projecto que continuo a ver crescer.
Recebi presentes especiais.
Sonhei com tiros vezes demais.
Comprei um vestido 36.
Trabalhei como freelance e tive que dar o melhor de mim em termos de organização.
Comecei a usar chapéus.
Passei muitos momentos de aflição com o meu carro maravilhoso.
Apaixonei-me pelo Gru.
Apresentaram-me o óleo de banana.
Conheci-me melhor.
Não me casei.
Fiz desporto.
Dei passeios saborosos.
Fui abençoada.
Fui livre.
Amei-me.
A maior lição do ano? Aprender a dizer que não e perceber que não posso ensinar as cores aos daltónicos.
Ver o ano passado.
Encontrei-me.
Redefini o meu rumo.
Indignei-me, pois claro.
Descobri curiosidades parvas.
Terminei o curso.
Fui tia.
Ofereceram-me uma máquina fotográfica maravilhosa.
Presenciei um momento lindo.
Não fui a votos, mas votei.
Voltei a usar calções, pela primeira vez desde o ensino primário.
Experimentei o famoso gelinho.
Coloquei aparelho nos dentes e sofri um bocado com isso, mas apesar dos dramas, habituei-me.
Tive saudades do que não foi.
E tive saudades do que já passou.
Andei meio desligada do blog, mas nem por isso deixei de me surpreender por causa dele.
Revoltei-me.
Aprendi a encolher os ombros.
Fiz uma viagem que mudou muita coisa dentro de mim.
Reconheci que os meus dias são um electrocardiograma experienciado.
Acompanhei de perto as dúvidas e os dramas de malta jovem.
Fui cínica.
Ri-me da tristeza alheia.
Voltei a perder-me por brincos.
Fiz parte de uma iniciativa gira.
Dirigi um makeover.
Tive muito medo.
Continuei a alimentar o meu vício.
Senti-me perdida.
Experimentei verniz amarelo.
Fui má.
Não tentei agradar ninguém.
Senti-me nostálgica e melancólica muitas vezes.
Perdi a paciência.
Senti saudades.
Ampliei o meu Instavício.
Decidi tornar um sonho num objectivo.
Criei metas concretas.
Recordei este privilégio que é ser filha de veterinário.
Voltei a mim.
Descobri que tenho um tipo.
Não consegui esquecer coisas más.
Descobri produtos maravilhosos para domar a juba.
Perdi pessoas.
Tive impulsos consumistas próprios de gente crescida.
Diverti-me.
Tentei mudar de perspectiva.
Recordei outras vidas que já vivi.
Assustei-me com uma tempestade que fez muitos estragos no meu concelho.
Deixei de dar confiança a algumas pessoas desinteressantes.
Apareci no Lolly Taste.
Andei mocada.
Aumentei a minha colecção.
Fui estranha.
Medi bem as consequências das minhas acções.
Desiludi-me.
Dissertei sobre coisas sem importância.
Admirei uma personalidade marcante antes que ela morresse.
Sofri com a ida da minha avó para um lar.
Irritei-me.
Ri-me com a Mana Lamparina.
Embonequei-me com a Bellady.
Reparei que me aborreço com facilidade.
Tornei-me ainda mais intolerante com o egoísmo.
Dormi muito.
Passei um dos melhores Natais dos últimos anos.
Tive dias cinzentos dentro de mim.
Dei muitas gargalhadas.
Senti-me ofendida por quem deveria respeitar-me.
Perdi paciência para o facebook.
Observei muitas mudanças.
Tive as melhores férias dos últimos anos.
Envolvi-me num projecto que continuo a ver crescer.
Recebi presentes especiais.
Sonhei com tiros vezes demais.
Comprei um vestido 36.
Trabalhei como freelance e tive que dar o melhor de mim em termos de organização.
Comecei a usar chapéus.
Passei muitos momentos de aflição com o meu carro maravilhoso.
Apaixonei-me pelo Gru.
Apresentaram-me o óleo de banana.
Conheci-me melhor.
Não me casei.
Fiz desporto.
Dei passeios saborosos.
Fui abençoada.
Fui livre.
Amei-me.
A maior lição do ano? Aprender a dizer que não e perceber que não posso ensinar as cores aos daltónicos.
Ver o ano passado.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
2013-2014: complexidades simples e paradoxos lineares.
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| SJP |
Não consigo evitar a nostalgia. É uma
melancolia que transborda de mim, um moer devagarinho, um pesar. É
um momento solene, este em que assistimos à morte de um ano que se
gastou. Todos eles têm prazo de validade e mesmo que não tentemos
esconder a satisfação pela chegada ao final de alguns, é
assustador notar a velocidade a que o tempo corre. De repente, estou
uma mulher feita, com 28 anos, IRS, poupança, ordenado, planos,
viagens, decisões, certezas... e um fardo cada vez maior ao ombro. O
passado é cada vez mais pesado, mais longo, tão extenso quanto tudo
o que vivi e senti, tudo o que aprendi, tudo o que doeu ou fez rir,
tudo o que me emocionou e tudo aquilo que me irritou. E eu gosto de o
trazer comigo, foi ele que me trouxe para este hoje tão bonito, que
me completou o ser, tornando-me nesta pessoa rica em complexidades
simples e paradoxos lineares.
No ano passado, recordo-me de sentir
uma apreensão inevitável quanto ao ano de 2013, ainda que não o tivesse confessado a muita gente. Sabia que apesar de estar marcado por um dos meus números preferidos, traria com ele várias
mudanças. E também sabia que isso seria muito bom, mas sem esquecer que as mudanças
são sempre dolorosas. Como as tempestades: trazem barulho, confusão,
estragos, desconforto... mas lavam tudo e exigem ser seguidas de
renovação. Assim seria o meu ano: houve danos, perdas, mudanças de
direcção, tomadas de decisão dificílimas com consequências
indigeríveis. Chora-se um bocadinho, soltam-se uns rugidos para
afastar quem não interessa e respira-se fundo. Mas depois veio a
doce calma, a paz, o silêncio que só ouve quem atravessa todas as
intempéries de queixo erguido, confiante e certo dos valores que o
regem. Passa o silêncio e a Vida volta a cantar, suave, lenta,
adocicada a melodia e o sabor do vento que nos faz deslizar sobre os
acontecimentos. Não nos reerguemos, porque nem chegámos a cair. Só
o olhar torna a focar-se no que realmente importa. Os sonhos
tornam-se objectivos e os dias seguem. Mais um ano.
Desta vez, não sinto apreensão nem
receios, não há medo nem renitências. E se o décimo terceiro ano
destes dois mil se viria a revelar tudo o que temi antes da sua
chegada, 2014 será o ano da transição. Estarei a trabalhar com os
pés bem assentes no presente e os olhos postos no que virá. Sei que
este vai ser um ano de construção, que se poderá revelar
cansativo, mas que só pode ser muito frutífero. Certamente um ano
feliz. Sei que sim. E espero que para quem me lê também.
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
E o vosso?
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| Leighton Meester |
Dia 23 trabalhei, meti-me num shopping
No dia 24 acordei tarde, muitíssimo tarde, porque o cansaço que o trabalho e a azáfama das compras que deixei para a última hora não permitiram que passasse cartão ao despertador. Cumpri as tradições todas, cozinhei, embrulhei alguns presentes... e à noite deliciei-me com as iguarias natalícias lá de casa. Sabem quando tudo vos sabe bem? A mãe fez aqueles camarões gigantes cheios de alho que eu amo de paixão, uma amiga da família fez-me um pão recheado que eu venero
O dia de Natal foi passado de pijama, entre a mesa e o sofá, entre a televisão e a conversa à lareira. Mesmo depois do banho quentinho e de perder umas horas a tratar das mãos, do cabelo e do rosto, com o tal aparelho e máscaras e afins, voltei a enrolar-me no pijaminha. Seguiram-se mais visitas das bffs e... tive que ir dormir, que a vida não é fácil e não estou de férias
Na verdade, acho que nunca gostei tanto de um Natal. Excepto quando era criança. Este ano gostei mesmo. Muito.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Boa semana, meus amores... e bom Natal!
Mais um Natal. E mais um Natal convosco.
Não tenho tido uma presença assídua na blogosfera, que os compromissos sobrepuseram-se às minhas vontades e sobra agora pouco tempo para gastar com tudo aquilo que é lazer. No entanto, não poderia deixar que este meu 28º Natal passasse sem vos dizer qualquer coisa. Mesmo que "qualquer coisa" signifique repetir tudo o que já ouvimos várias vezes.
Tenho graves problemas com a quadra e isso não é novidade, mas na verdade também não gostaria nada de passar a noite de 24 e o dia 25 sem a azáfama, sem os cheiros e sem as pessoas. Não quereria ver a minha sala sem o pinheiro decorado, sem presépio e sem presentes. Não gostaria nada de não ter a mesa linda, com todas aquelas especialidades típicas que não aprecio mas que fazem com que a data não passe em branco. E apesar da crise, do stress, de não estar de férias como toda a gente do planeta, de não ter ganho o Euromilhões para ir comemorar o nascimento do meu querido Jesus a Bora Bora e de estar um frio do caraças, vai saber-me bem sentir que estou viva, que sou amada, que tenho pessoas maravilhosas à minha volta (um verdadeiro clã) e que sou abençoada. Muito. Tanto.
Desejo que sintam o mesmo. E durante o resto do ano também.
E espero que apesar da avançadíssima idade, Jesus ainda me ouça bem quando Lhe der os parabéns.
Feliz Natal!
Não tenho tido uma presença assídua na blogosfera, que os compromissos sobrepuseram-se às minhas vontades e sobra agora pouco tempo para gastar com tudo aquilo que é lazer. No entanto, não poderia deixar que este meu 28º Natal passasse sem vos dizer qualquer coisa. Mesmo que "qualquer coisa" signifique repetir tudo o que já ouvimos várias vezes.
Tenho graves problemas com a quadra e isso não é novidade, mas na verdade também não gostaria nada de passar a noite de 24 e o dia 25 sem a azáfama, sem os cheiros e sem as pessoas. Não quereria ver a minha sala sem o pinheiro decorado, sem presépio e sem presentes. Não gostaria nada de não ter a mesa linda, com todas aquelas especialidades típicas que não aprecio mas que fazem com que a data não passe em branco. E apesar da crise, do stress, de não estar de férias como toda a gente do planeta, de não ter ganho o Euromilhões para ir comemorar o nascimento do meu querido Jesus a Bora Bora e de estar um frio do caraças, vai saber-me bem sentir que estou viva, que sou amada, que tenho pessoas maravilhosas à minha volta (um verdadeiro clã) e que sou abençoada. Muito. Tanto.
Desejo que sintam o mesmo. E durante o resto do ano também.
E espero que apesar da avançadíssima idade, Jesus ainda me ouça bem quando Lhe der os parabéns.
Feliz Natal!
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
só porque passear faz bem.
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| Fan Bingbing |
Uma oportunidade de viajar por uma colecção única, eclética e cheia de excentricidade, da qual fazem parte peças de Alexander McQueen ou de Philip Treacy. Vou fazer os possíveis para não perder.
Bom fim-de-semana!
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
...dos luxos que não entendo.
Por mais exclusiva que seja a fragrância, por mais requintado que o frasco possa ser, por mais luxuoso que possa ser o produto, não compreendo quem é que dá 40 mil euros (q-u-a-r-e-n-t-a) por um litro de perfume. Só existem 30 exemplares e eu pergunto-me se vão ser todos vendidos... e sim, continuo a implicar com a Guerlain. Mais esclarecimentos sobre o lançamento do Parfum du 68 aqui.
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Nem só no Verão se usam óculos de sol.
Usam-se, como é óbvio, durante todo o ano. E sabem quem está com uma colecção bem gira? A Parfois.
E os meus preferidos são estes:
Olha que ideia gira!
Adoro esta proposta da Clinique. É gira, não é nada cara e ainda por cima... é útil.
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Sobre a colecção.
Vi-os no site:
Experimentei-os na loja:
Comprei-os.
Calcei-os e senti-me assim:
Adoro o poder dos sapatos.
Experimentei-os na loja:
Comprei-os.
Calcei-os e senti-me assim:
Adoro o poder dos sapatos.
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
16
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| Katy Perry |
Porque é que não oferecemos presentes só no Dia de Reis?
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