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| Beyoncé |
As pessoas falam, inventam e dão asas à imaginação e eu vou passando. Confesso que até me divirto com esta coisa de terra pequena, assisto sorrindo à especulação «será que ela anda a trair o namorado?» enquanto saio à noite sozinha com o meu amigo gay. Não me interessa o que pensam nem o que dizem porque não tenho de me explicar e porque quem realmente importa sabe a verdade. O resto é cocó, right? Ponto assente.
Esta postura que mantenho a nível pessoal também passa para a minha vida profissional. Aprendi que não devemos abrir precedentes ou passaremos a vida inteira a responder aos bitaites que as pessoas que andam de mal com a sua vida pequenina, frustradas e derrotadas vão mandando para o ar. Mas mesmo que não lhes dê espaço no meu dia-a-dia, alguém faz print - há sempre quem ache amoroso vir trazer as notícias mais irrelevantes do planeta a pessoas ocupadas como eu. E então rio-me para caramba porque redescubro - para mim é sempre novidade - que há, no entanto, algumas pessoas realmente criativas - e convencidas - nas coisinhas que inventam. Há cabecinhas a magicar coisas impressionantes. Como quando acreditam que a sua palavra tem um peso inegável e divulgam alterações que assumem ter sido feitas com base no que disseram. O mais engraçado é que algumas das alterações mencionadas não foram feitas... e as que realmente se deram, foram fruto de decisões que não foram baseadas numa opinião que nunca foi ouvida, lida ou tida em conta porque é apenas e só irrelevante.
















































