terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Alguém me explica...

Fan Bingbing
O que é que leva alguém a enviar fotos de nudez explícita (em Janeiro) a alguém com quem esteve apenas durante cinco minutos (em Setembro)? Sou tão conservadora, não sou? É que cinco minutos não é tempo suficiente para uma conversa assim tão íntima, right? Ou estou enganada?

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Bom fim-de-semana!

Candice Swanepoel
"Tomei a decisão de fingir que todas as coisas que até então haviam entrado na minha mente não eram mais verdadeiras do que as ilusões dos meus sonhos."
René Descartes

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Só é chato ter que trabalhar logo no segundo dia do ano.

Miranda Kerr
A minha passagem de ano foi uma prova clara de que os imprevistos podem tornar-se em algo memorável. Não fui onde pensava ir e resolvi ficar por casa. No dia 30, despachei as compras todas para não voltar a sair até hoje. E assim foi: dia 31 acordei e depois de comer uma sopinha - já na mira dos estragos que viriam a ser feitos mais tarde - eu e a Mana Lamparina pusemos mãos à obra. Fizemos aperitivos, entradas, adiantámos o prato principal, terminámos doces... e preparámos uma jantarada bem fofinha. Vestidas a rigor, fomos recebendo os amigos que iam chegando e que traziam com eles mimos que tornaram o réveillon ainda mais especial. Vieram até aqueles que antes pensavam que não poderiam vir e inaugurámos novas tradições. Só ingeri bebidas cor-de-rosa, a minha cor preferida. À mesa fomos sete, o meu número preferido. E eram também sete da manhã quando demos por encerrados os festejos. Estive em família, que os laços não exigem consanguinidade para que se tornem fortes. Diverti-me muito e à meia-noite estive em pensamento com outros amores, os que não tinha por perto do corpo. Ri, cantei, dancei, comovi-me... acima de tudo, senti-me grata. Deitei-me por volta das nove e meia da manhã. E não saí de casa, nem no primeiro dia do ano, que passei em modo «continuação do enfardamento» e a tratar da pele do rosto, já que estas comilanças não ajudam nada à saúde.
Resolução de ano novo: detox e dieta rigorosa. E desse lado? Tudo bom e gostoso?

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Este ano...

Escrevi muito. Muito mesmo.
Encontrei-me.
Redefini o meu rumo.
Indignei-me, pois claro.
Descobri curiosidades parvas.
Terminei o curso.
Fui tia.
Ofereceram-me uma máquina fotográfica maravilhosa.
Presenciei um momento lindo.
Não fui a votos, mas votei.
Voltei a usar calções, pela primeira vez desde o ensino primário.
Experimentei o famoso gelinho.
Coloquei aparelho nos dentes e sofri um bocado com isso, mas apesar dos dramas, habituei-me.
Tive saudades do que não foi.
E tive saudades do que já passou.
Andei meio desligada do blog, mas nem por isso deixei de me surpreender por causa dele.
Revoltei-me.
Aprendi a encolher os ombros.
Fiz uma viagem que mudou muita coisa dentro de mim.
Reconheci que os meus dias são um electrocardiograma experienciado.
Acompanhei de perto as dúvidas e os dramas de malta jovem.
Fui cínica.
Ri-me da tristeza alheia.
Voltei a perder-me por brincos.
Fiz parte de uma iniciativa gira.
Dirigi um makeover.
Tive muito medo.
Continuei a alimentar o meu vício.
Senti-me perdida.
Experimentei verniz amarelo.
Fui .
Não tentei agradar ninguém.
Senti-me nostálgica e melancólica muitas vezes.
Perdi a paciência.
Senti saudades.
Ampliei o meu Instavício.
Decidi tornar um sonho num objectivo.
Criei metas concretas.
Recordei este privilégio que é ser filha de veterinário.
Voltei a mim.
Descobri que tenho um tipo.
Não consegui esquecer coisas más.
Descobri produtos maravilhosos para domar a juba.
Perdi pessoas.
Tive impulsos consumistas próprios de gente crescida.
Diverti-me.
Tentei mudar de perspectiva.
Recordei outras vidas que já vivi.
Assustei-me com uma tempestade que fez muitos estragos no meu concelho.
Deixei de dar confiança a algumas pessoas desinteressantes.
Apareci no Lolly Taste.
Andei mocada.
Aumentei a minha colecção.
Fui estranha.
Medi bem as consequências das minhas acções.
Desiludi-me.
Dissertei sobre coisas sem importância.
Admirei uma personalidade marcante antes que ela morresse.
Sofri com a ida da minha avó para um lar.
Irritei-me.
Ri-me com a Mana Lamparina.
Embonequei-me com a Bellady.
Reparei que me aborreço com facilidade.
Tornei-me ainda mais intolerante com o egoísmo.
Dormi muito.
Passei um dos melhores Natais dos últimos anos.
Tive dias cinzentos dentro de mim.
Dei muitas gargalhadas.
Senti-me ofendida por quem deveria respeitar-me.
Perdi paciência para o facebook.
Observei muitas mudanças.
Tive as melhores férias dos últimos anos.
Envolvi-me num projecto que continuo a ver crescer.
Recebi presentes especiais.
Sonhei com tiros vezes demais.
Comprei um vestido 36.
Trabalhei como freelance e tive que dar o melhor de mim em termos de organização.
Comecei a usar chapéus.
Passei muitos momentos de aflição com o meu carro maravilhoso.
Apaixonei-me pelo Gru.
Apresentaram-me o óleo de banana.
Conheci-me melhor.
Não me casei.
Fiz desporto.
Dei passeios saborosos.
Fui abençoada.
Fui livre.
Amei-me.

A maior lição do ano? Aprender a dizer que não e perceber que não posso ensinar as cores aos daltónicos.
Ver o ano passado.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

2013-2014: complexidades simples e paradoxos lineares.

SJP
Não consigo evitar a nostalgia. É uma melancolia que transborda de mim, um moer devagarinho, um pesar. É um momento solene, este em que assistimos à morte de um ano que se gastou. Todos eles têm prazo de validade e mesmo que não tentemos esconder a satisfação pela chegada ao final de alguns, é assustador notar a velocidade a que o tempo corre. De repente, estou uma mulher feita, com 28 anos, IRS, poupança, ordenado, planos, viagens, decisões, certezas... e um fardo cada vez maior ao ombro. O passado é cada vez mais pesado, mais longo, tão extenso quanto tudo o que vivi e senti, tudo o que aprendi, tudo o que doeu ou fez rir, tudo o que me emocionou e tudo aquilo que me irritou. E eu gosto de o trazer comigo, foi ele que me trouxe para este hoje tão bonito, que me completou o ser, tornando-me nesta pessoa rica em complexidades simples e paradoxos lineares.
No ano passado, recordo-me de sentir uma apreensão inevitável quanto ao ano de 2013, ainda que não o tivesse confessado a muita gente. Sabia que apesar de estar marcado por um dos meus números preferidos, traria com ele várias mudanças. E também sabia que isso seria muito bom, mas sem esquecer que as mudanças são sempre dolorosas. Como as tempestades: trazem barulho, confusão, estragos, desconforto... mas lavam tudo e exigem ser seguidas de renovação. Assim seria o meu ano: houve danos, perdas, mudanças de direcção, tomadas de decisão dificílimas com consequências indigeríveis. Chora-se um bocadinho, soltam-se uns rugidos para afastar quem não interessa e respira-se fundo. Mas depois veio a doce calma, a paz, o silêncio que só ouve quem atravessa todas as intempéries de queixo erguido, confiante e certo dos valores que o regem. Passa o silêncio e a Vida volta a cantar, suave, lenta, adocicada a melodia e o sabor do vento que nos faz deslizar sobre os acontecimentos. Não nos reerguemos, porque nem chegámos a cair. Só o olhar torna a focar-se no que realmente importa. Os sonhos tornam-se objectivos e os dias seguem. Mais um ano.

Desta vez, não sinto apreensão nem receios, não há medo nem renitências. E se o décimo terceiro ano destes dois mil se viria a revelar tudo o que temi antes da sua chegada, 2014 será o ano da transição. Estarei a trabalhar com os pés bem assentes no presente e os olhos postos no que virá. Sei que este vai ser um ano de construção, que se poderá revelar cansativo, mas que só pode ser muito frutífero. Certamente um ano feliz. Sei que sim. E espero que para quem me lê também.  

Boa semana, meus amores! E bom ano!


sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Bom fim-de-semana!

Adele
"It's not hard to make decisions when you know what your values are." 
Roy E. Disney

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

E o vosso?

Leighton Meester
O meu Natal foi tudo o que queria: tranquilo e cheio de paz.
Dia 23 trabalhei, meti-me num shopping o horror! e à noite ainda fui tomar o café na verdade foi o Moscatel e o fino de Natal.
No dia 24 acordei tarde, muitíssimo tarde, porque o cansaço que o trabalho e a azáfama das compras que deixei para a última hora não permitiram que passasse cartão ao despertador. Cumpri as tradições todas, cozinhei, embrulhei alguns presentes... e à noite deliciei-me com as iguarias natalícias lá de casa. Sabem quando tudo vos sabe bem? A mãe fez aqueles camarões gigantes cheios de alho que eu amo de paixão, uma amiga da família fez-me um pão recheado que eu venero #gordinhafeelings e eu comi que nem uma alarve, pronto, disse. Eu, que nunca gosto das comidas de Natal, que nunca ligo nenhuma a nada, que não posso ver muita comida junta que começo logo a ficar enjoada, este ano passei-me. Comi como se não houvesse amanhã. E depois bebi águas Castello como uma doida. Depois da ceia, os presentes, os sorrisos, os papéis, as fitas e os laços pelo chão, comigo armada em mulher do lixo, obcecada pela arrumação. O presente mais original que recebi? Um spa para o rosto, um aparelho de sauna facial que tem inclusivamente um acessório para direccionar o vapor apenas para a pele do nariz. Falarei dele mais tarde porque já o experimentei, no dia 25, e adorei. Ainda relativamente aos presentes, este ano recebi mais produtos do que é habitual, o que diz muito sobre a forma como os outros me vêem. A maior parte do que desembrulhei foram produtos novos, coisas diferentes, cheirosas e úteis.
O dia de Natal foi passado de pijama, entre a mesa e o sofá, entre a televisão e a conversa à lareira. Mesmo depois do banho quentinho e de perder umas horas a tratar das mãos, do cabelo e do rosto, com o tal aparelho e máscaras e afins, voltei a enrolar-me no pijaminha. Seguiram-se mais visitas das bffs e... tive que ir dormir, que a vida não é fácil e não estou de férias #tristezanãotemfim.
Na verdade, acho que nunca gostei tanto de um Natal. Excepto quando era criança. Este ano gostei mesmo. Muito.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Boa semana, meus amores... e bom Natal!

Mais um Natal. E mais um Natal convosco.
Não tenho tido uma presença assídua na blogosfera, que os compromissos sobrepuseram-se às minhas vontades e sobra agora pouco tempo para gastar com tudo aquilo que é lazer. No entanto, não poderia deixar que este meu 28º Natal passasse sem vos dizer qualquer coisa. Mesmo que "qualquer coisa" signifique repetir tudo o que já ouvimos várias vezes.
Tenho graves problemas com a quadra e isso não é novidade, mas na verdade também não gostaria nada de passar a noite de 24 e o dia 25 sem a azáfama, sem os cheiros e sem as pessoas. Não quereria ver a minha sala sem o pinheiro decorado, sem presépio e sem presentes. Não gostaria nada de não ter a mesa linda, com todas aquelas especialidades típicas que não aprecio mas que fazem com que a data não passe em branco. E apesar da crise, do stress, de não estar de férias como toda a gente do planeta, de não ter ganho o Euromilhões para ir comemorar o nascimento do meu querido Jesus a Bora Bora e de estar um frio do caraças, vai saber-me bem sentir que estou viva, que sou amada, que tenho pessoas maravilhosas à minha volta (um verdadeiro clã) e que sou abençoada. Muito. Tanto.
Desejo que sintam o mesmo. E durante o resto do ano também.
E espero que apesar da avançadíssima idade, Jesus ainda me ouça bem quando Lhe der os parabéns.
Feliz Natal!

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

só porque passear faz bem.

Fan Bingbing
Quem estiver a pensar passar por Londres nos próximos tempos, tem mais uma paragem obrigatória a acrescentar à lista: a Somerset House, que alberga até dia 2 de Março a exposição Isabella Blow: Fashion Galore!, uma parceria com a Isabella Blow Foundation, a Central Saint Martins e uma ajudinha de Daphne Guinness.
Uma oportunidade de viajar por uma colecção única, eclética e cheia de excentricidade, da qual fazem parte peças de Alexander McQueen ou de Philip Treacy. Vou fazer os possíveis para não perder.

Bom fim-de-semana!

Frida Gustavsson
"Eu não creio que Deus se importe com o sítio onde nos graduámos ou o que fizemos para ganhar a vida. Deus quer saber quem nós somos. Descobrir isso é o trabalho da alma - é o nosso verdadeiro trabalho da vida."
Bernie Siegel

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

...dos luxos que não entendo.

Por mais exclusiva que seja a fragrância, por mais requintado que o frasco possa ser, por mais luxuoso que possa ser o produto, não compreendo quem é que dá 40 mil euros (q-u-a-r-e-n-t-a) por um litro de perfume. Só existem 30 exemplares e eu pergunto-me se vão ser todos vendidos... e sim, continuo a implicar com a Guerlain. Mais esclarecimentos sobre o lançamento do Parfum du 68 aqui.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Nem só no Verão se usam óculos de sol.

Usam-se, como é óbvio, durante todo o ano. E sabem quem está com uma colecção bem gira? A Parfois.






 E os meus preferidos são estes:

Olha que ideia gira!

Adoro esta proposta da Clinique. É gira, não é nada cara e ainda por cima... é útil.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Sobre a colecção.

Vi-os no site:

Experimentei-os na loja:

Comprei-os.
Calcei-os e senti-me assim:

Adoro o poder dos sapatos.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

16

Katy Perry
Hoje é dia 16 de Dezembro. Dezasseis do doze, portanto. Ou dezasseis do décimo segundo mês do ano. A verdade é que já lá vai mais de meio mês. E vinte e quatro menos dezasseis são oito, que apesar de ser mais dada às letras, esta conta ainda sei fazer. Assim sendo, verifico que não tenho muito tempo para me preparar para aquela noite do ano. E sinto que ainda estou no mês passado, apesar de ter tido quinze dias para me habituar à ideia de que Dezembro chegou. O que me intriga é simples: se faltam tão poucos dias para o Natal e se já o vivo há 28 anos, porque raio sou sempre a memacoisa e ainda não comprei um único presente? A lista vai sendo elaborada ao longo do ano, mas comprar, que é bom, nada. Zero. Nem um presentinho debaixo da bela da árvore. E já sei como é: todos os anos faço parte daquela manada de gente impaciente e mal-humorada que corre pelos shoppings, numa azáfama assustadora. Não gosto nada disto e mais uma vez prometo que no próximo ano será diferente. Será, será.
Porque é que não oferecemos presentes só no Dia de Reis?

Boa semana, meus amores!


sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Acontece

E depois a vida dá uma volta e quando damos por ela, já a poeira assentou sozinha sem que nada fosse feito por isso. E percebemos que entre o nosso objectivo e o ponto exacto em que nos encontramos, há um caminho a percorrer que na verdade já fazemos sem que disso tenhamos tido consciência. Os passos já começaram lá atrás, o corpo locomoveu-se até agora e ainda estávamos com a cabeça perdida no emaranhado de nadas que, afinal, já não existe. Então olhamos em frente, aceitamos o presente e desejamos secretamente que o agora nos leve até ao sonho.


Foi mais ou menos isto que me aconteceu. Estava perdida de medo, estagnada e já com a decisão tomada cá dentro do fundo do peito. Já sabia que não ia deixar parte de mim num lugar em que não pudesse abraçá-la, mas não queria ceder à inércia. Não podia. Até que a Vida me trouxe uma maneira de ficar. Sem remorsos. E eu agradeci. Agarrei-a e decidi anunciar a decisão que já tinha tomado cá dentro do fundo do peito. Só que agora não tenho tempo para escrever aqui. Nem para encher as madrugadas com as minhas letras. Não posso perder tempo quando quero com o que amo fazer. Porque voltei a trabalhar a tempo inteiro. A dedicar-me a um projecto, a construí-lo e a defendê-lo.  

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Bom fim-de-semana!

Solange Knowles
"Deus dá-nos o talento e o trabalho transforma-o em genialidade."
Ana Pavlova

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Sim, sou fã dos Simpsons...

...e achei imensa graça a este trabalho da Vogue UK, mas tive um bocadinho de pena ao verificar que os desenhos estão ligeiramente imperfeitos. Em alguns, parece mesmo que estou a olhar para uma versão antiga da Marge, o que não invalida o facto de se tratar de uma ideia giríssima.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Boa semana, meus amores!


Que estejamos à altura dos desafios propostos.
Que saibamos lidar com as contrariedades.
Que as atitudes dos outros não perturbem a nossa paz.
Que o bom humor não se vá embora por ninharias.
Que possamos contribuir para o sorriso de alguém.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Bom fim-de-semana!

Elizabeth Olsen
"A essência de toda a arte bela, de toda a grande arte, é a gratidão."
Friedrich Nietzsche

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

será tpm?

Whitney Port
Não sei o que se passa comigo, ando uma consumista do pior. Apetece-me comprar de tudo: sapatos (claro), camisolas quentinhas (porque dão imenso jeito), tops (porque continuo a usá-los nem que seja para sair ou com uma camisa por cima), t-shirts (um básico a mais não faz mal a ninguém), camisas (porque é indispensável ter várias opções de cada cor), roupinhas de desporto (porque isso motiva tanto), lounge wear (porque adoooro o conforto em casa), ténis de desporto (porque ter muitos acaba por ser uma poupança, na medida em que não os estrago tanto), sweatshirts (ficam amorosas com jeans e salto alto), sabrinas (para os dias menos gélidos em que tenha de andar imenso a pé), cachecóis e golas (porque mudam completamente um outfit), lenços (para complementar um look menos inspirado), casacos e sobretudos (quantos mais, melhor, já que é a peça com maior visibilidade no Inverno), pijamas (porque são tão giros), anéis (uma vez que as pulseiras ficam escondidas pelas mangas compridas), vernizes (parece que os 1342 que tenho são insuficientes), maquilhagem (porque ando super criativa), produtos para o cabelo (porque a saúde torna-o mais bonito), vestidos (sabe tão bem usar um quando não sabemos o que vestir), collants (para dar um toque especial aos dias frios e solarengos), saias (porque permitem looks tão amorosos)...
Se andasse com sede de ir comprar presentes de Natal, ainda tinha desculpa, mas isto não se admite. E depois ando com ganas de cabeleireiro, manicure, pedicure, massagens, tratamentos faciais e afins. Só para ver se isto abranda, já marquei pedi para amanhã. Estou que não me aguento.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

percurso

A um mês do Natal, recebi um presente. E estou tão grata por ele como pela confirmação de que estou no lugar certo. A vida é como um puzzle, em que todas as peças se vão movendo, saindo e entrando, trocando de lugar, até se juntarem no sítio correcto para formar um desenho perfeito. Um passo de cada vez, a seu tempo. Vou percorrendo o caminho porque sei para onde vou e sei que vou lá chegar.


sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Bom fim-de-semana!

Anja Rubik
"Para fazer uma obra de arte não basta ter talento, não basta ter força. É preciso também viver um grande amor."
Mozart

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

estou um bocadinho viciada

na arte deste homem. Instasigo-o só para ficar de boca aberta com os before & after que vai publicando. Partilho aqui alguns exemplos:





Adoro maquilhagem.

diálogos que semeiam dúvidas

Penélope Cruz
- Estás sempre morena!
- Isso é bom, certo?
- Mas tão morena que parece que vais todos os fins-de-semana para as Caraíbas.

Estarei a abusar do pó bronzeador?

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Decisões importantes.

Candice Swanepoel
Sempre fui uma preguiçosona. Desde miúda que não sou fã de exercício físico. Minto: sempre gostei de natação, de ténis e de andar de patins e de bicicleta. No entanto, a disciplina de Educação Física sempre foi traumatizante. Parti um mindinho a jogar vólei, o meu medo de dar cambalhotas levou-me a rebolar por um pavilhão gimnodesportivo afora enrolada no professor e fiquei sempre em penúltimo lugar nas provas de corrida ou corta-mato. Acho que só tive um bom desempenho por alturas da Escola Secundária, quando tive de aprender a jogar corfebol, mas nem isso me trouxe boas notas, estava sempre na corda bamba. De resto, sempre fui moça para me dedicar mais à mente que ao corpo. 
Depois do meu trabalho mais extreme, que significou também uma mudança de vida, a minha nutricionista aconselhou-me a praticar alguma modalidade desportiva de que gostasse, uma vez que tinha atingido o meu peso ideal e poderia finalmente dedicar-me à tonificação. Ainda tentei andar de patins, mas dei a primeira queda da minha vida e nunca mais fui comprar joelheiras olha que sugestão gira para um presente de Natal, viram?. Depois veio a ideia da natação, mas eu sofro tanto com o cabelão que só de pensar em chegar a casa cansada e ainda ter que lhe dedicar uma hora e meia só para lavar e secar... desisti. O papá, sempre preocupado com a minha saúde e compreensivo com os meus dramas de high maintenance woman, chegou a dizer-me que me pagava cabeleireiro nos dias de piscina, mas eu achei um bocado exagerado e fútil. Assim sendo, fui para as afro-latinas com a Mana Lamparina, mas não podia considerar-se actividade física a um período de hora e meia  (por semana) de passinhos para a frente e para trás, pelo que acabei por desistir e também por causa do horário, que isto de ser jornalista inclui não ter agenda fixa
O Verão passou e a verdade é que uma amiga me desafiou a experimentar CrossFit. E eu fui - descrente, mas fui. E gostei. Gostei tanto que decidi começar o meu "projecto Verão" agora. Sempre me pareceu ridículo começar a pensar no Verão... na Primavera, a poucos meses de atingir objectivos surreais. Como ainda não tenho trinta anos e já que o meu corpo é um porreiro (basta notar que emagreci quando quis e que vinte quilos depois, não havia sequer sombra de estrias), acho que ainda é fácil ficar toda tonificada e com a barriga suficientemente rija para não ter que recorrer a abdominoplastias após a gravidez. 
Tenho alguns receios, porque sempre fiquei definida muito depressa... basta-me uma semana de raquete em punho na praia, com a Mana, para ficar com os bíceps salientes. E nas pernas, num instante fico tipo isto, mas sem as veias. Vá, estou a exagerar; na verdade, fico apenas com as coxas em relevo, a notar-se nas skinny jeans, estão a ver? Péssimo. Por tudo isto, decidi fazer treinos duas vezes por semana.
Basicamente, os meus objectivos são: ficar um bocadinho mais definida (nada de six pack nem de músculos salientes nas pernas), tonificada, firme e aumentar a musculatura nas costas para evitar dores e suportar bem o esqueleto pesado. A par de tudo isto, decidi voltar a cortar nos hidratos de carbono a partir das 17h00m, só pela piada. E nada de alimentos que não sejam saudáveis, claro. Até ao Natal. Depois logo vejo.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Bom fim-de-semana!

Demi Moore
"A melhor parte da vida de uma pessoa está nas suas amizades."
Abraham Lincoln

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

ainda não estou suficientemente longe do chão.

Ed Westwick and Leighton Meester
É uma tristeza mais profunda que a dor, uma angústia que mói e cansa, esta de sentir que não merecíamos a desconsideração e o desrespeito. É o peso que sentimos depois de atirar pérolas a porcos, de saber que não devíamos preocupar-nos tanto, de sentir que deveríamos ter pensado mais em nós. Ser altruísta também pode ser um defeito, se a consequência directa for a mágoa e o prejuízo. Ainda não sei gerir estas sensações, por não compreender como se pode ignorar o facto de se atingir alguém que não fez mais do que gostar de nós. Acredito que quem vive numa constante tentativa de poupar um ser mais frágil de sofrimento e que tenta, como pode e sabe, ajudá-lo a evoluir, a crescer e a melhorar, não merece tamanha ingratidão. Sou dessas que acha que o passado não deve ser esquecido, mas honrado. Gosto de acariciar memórias e de fazer delas preciosidades. Guardo-as em mim, trago-as comigo, dentro do peito. São as minhas riquezas, é o meu património. E não brinco com coisas sérias. Talvez seja isso mesmo: talvez seja séria demais para os tempos que vivemos. A palavra já não vale nada, o respeito é um termo antigo e gasto, o amor é vão. As alianças são anéis e os eufemismos que se encontram para desculpar a falta de personalidade são válidos. As pessoas demasiado profundas e demasiado intensas sofrem mais porque a ignorância não as cega. E o pior é que não se escolhe ser-se assim. É-se assim e pronto. E não vale a pena tentar explicar porque é que as coisas são como são, porque para os outros, as mesmas coisas serão sempre diferentes, distorcidas e enviesadas. São prismas desiguais. São posturas opostas. Uns são dotados de sensibilidade, outros não; são embrutecidos pela falta de conhecimento, não sabem pensar noutra coisa que não o próprio umbigo e não percebem que isso não é uma característica, mas um defeito susceptível de correcção. O egoísmo torna-os em pessoas com quem nunca conseguirei dialogar, principalmente porque não saberei não ser escutada. E não me perdoo por não conseguir perdoar, já que me sinto na obrigação, enquanto espírito claramente mais elevado, de o fazer. Por quase pena. Por compaixão. Ainda não consigo, ainda não estou suficientemente longe do chão. Queria poder dizer que compreendo, mas estaria a mentir. Não posso compreender essa ausência de delicadeza, de carácter, de intuição para depreender as expectativas e as reacções dos que nos rodeiam. Dos que não nos são nada, dos que significam algo, mas principalmente daqueles que foram família.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Bom fim-de-semana!

Charlotte Casiraghi
"Dar flores aos vivos. Agir como se usássemos uma coroa invisível. Doar, para criar espaço para mais coisas boas entrarem em nossa casa. Não gastar mais do que temos. Harmonizar atitudes com pensamentos. Aceitar erros. Assumir falhas. Ser transparente. Acreditar, fazer, cumprir. Porque é mais importante ter uma vida bonita do que aparentar tê-la."
Menina Lamparina

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Há coisas que eu nunca vou entender. Esta é uma delas.

Não gostei desta camisa aqui:

Nem lhe achei piada nenhuma assim:

Mas achei-a o máximo aqui, vestida pela Amanda Seyfried numa produção para a Glamour France:

Btw, é uma criação de Riccardo Tisci.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

rendi-me.

Sempre gostei de chapéus, mas com eles sempre me senti um bocadinho como aquelas velhinhas loucas dos filmes, que passam a vida sentadas no Central Park a dar milho aos pássaros. Comprava-os, na esperança de me sentir normal, mas depois acabava por não conseguir sair de casa com eles. Aos poucos, comecei a usá-los, no Verão, como um acessório útil para proteger o rosto do sol. Às tantas, já os usava só porque ficavam bem, porque equilibravam e compunham o look. Depois, comecei a adorar ver-me com eles de tal modo que este ano decidi que também passariam ao estatuto de utilitário nas estações frias - não por causa do sol, mas para me ajudarem nos bad hair days, que são muito mais frequentes que nas épocas de bom tempo por causa da humidade, claro. Percebi que para me habituar, tinha de lhes arranjar uma função. Tirei os chapéus do closet e decidi finalmente dar-lhes uso. E sabem que mais? Agora não me apetece passar um dia sem chapéu! Sabe tão bem não entrar em pânico por causa de uns chuviscos na juba...