sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Bom fim-de-semana!

Elizabeth Olsen
"A essência de toda a arte bela, de toda a grande arte, é a gratidão."
Friedrich Nietzsche

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

será tpm?

Whitney Port
Não sei o que se passa comigo, ando uma consumista do pior. Apetece-me comprar de tudo: sapatos (claro), camisolas quentinhas (porque dão imenso jeito), tops (porque continuo a usá-los nem que seja para sair ou com uma camisa por cima), t-shirts (um básico a mais não faz mal a ninguém), camisas (porque é indispensável ter várias opções de cada cor), roupinhas de desporto (porque isso motiva tanto), lounge wear (porque adoooro o conforto em casa), ténis de desporto (porque ter muitos acaba por ser uma poupança, na medida em que não os estrago tanto), sweatshirts (ficam amorosas com jeans e salto alto), sabrinas (para os dias menos gélidos em que tenha de andar imenso a pé), cachecóis e golas (porque mudam completamente um outfit), lenços (para complementar um look menos inspirado), casacos e sobretudos (quantos mais, melhor, já que é a peça com maior visibilidade no Inverno), pijamas (porque são tão giros), anéis (uma vez que as pulseiras ficam escondidas pelas mangas compridas), vernizes (parece que os 1342 que tenho são insuficientes), maquilhagem (porque ando super criativa), produtos para o cabelo (porque a saúde torna-o mais bonito), vestidos (sabe tão bem usar um quando não sabemos o que vestir), collants (para dar um toque especial aos dias frios e solarengos), saias (porque permitem looks tão amorosos)...
Se andasse com sede de ir comprar presentes de Natal, ainda tinha desculpa, mas isto não se admite. E depois ando com ganas de cabeleireiro, manicure, pedicure, massagens, tratamentos faciais e afins. Só para ver se isto abranda, já marquei pedi para amanhã. Estou que não me aguento.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

percurso

A um mês do Natal, recebi um presente. E estou tão grata por ele como pela confirmação de que estou no lugar certo. A vida é como um puzzle, em que todas as peças se vão movendo, saindo e entrando, trocando de lugar, até se juntarem no sítio correcto para formar um desenho perfeito. Um passo de cada vez, a seu tempo. Vou percorrendo o caminho porque sei para onde vou e sei que vou lá chegar.


sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Bom fim-de-semana!

Anja Rubik
"Para fazer uma obra de arte não basta ter talento, não basta ter força. É preciso também viver um grande amor."
Mozart

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

estou um bocadinho viciada

na arte deste homem. Instasigo-o só para ficar de boca aberta com os before & after que vai publicando. Partilho aqui alguns exemplos:





Adoro maquilhagem.

diálogos que semeiam dúvidas

Penélope Cruz
- Estás sempre morena!
- Isso é bom, certo?
- Mas tão morena que parece que vais todos os fins-de-semana para as Caraíbas.

Estarei a abusar do pó bronzeador?

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Decisões importantes.

Candice Swanepoel
Sempre fui uma preguiçosona. Desde miúda que não sou fã de exercício físico. Minto: sempre gostei de natação, de ténis e de andar de patins e de bicicleta. No entanto, a disciplina de Educação Física sempre foi traumatizante. Parti um mindinho a jogar vólei, o meu medo de dar cambalhotas levou-me a rebolar por um pavilhão gimnodesportivo afora enrolada no professor e fiquei sempre em penúltimo lugar nas provas de corrida ou corta-mato. Acho que só tive um bom desempenho por alturas da Escola Secundária, quando tive de aprender a jogar corfebol, mas nem isso me trouxe boas notas, estava sempre na corda bamba. De resto, sempre fui moça para me dedicar mais à mente que ao corpo. 
Depois do meu trabalho mais extreme, que significou também uma mudança de vida, a minha nutricionista aconselhou-me a praticar alguma modalidade desportiva de que gostasse, uma vez que tinha atingido o meu peso ideal e poderia finalmente dedicar-me à tonificação. Ainda tentei andar de patins, mas dei a primeira queda da minha vida e nunca mais fui comprar joelheiras olha que sugestão gira para um presente de Natal, viram?. Depois veio a ideia da natação, mas eu sofro tanto com o cabelão que só de pensar em chegar a casa cansada e ainda ter que lhe dedicar uma hora e meia só para lavar e secar... desisti. O papá, sempre preocupado com a minha saúde e compreensivo com os meus dramas de high maintenance woman, chegou a dizer-me que me pagava cabeleireiro nos dias de piscina, mas eu achei um bocado exagerado e fútil. Assim sendo, fui para as afro-latinas com a Mana Lamparina, mas não podia considerar-se actividade física a um período de hora e meia  (por semana) de passinhos para a frente e para trás, pelo que acabei por desistir e também por causa do horário, que isto de ser jornalista inclui não ter agenda fixa
O Verão passou e a verdade é que uma amiga me desafiou a experimentar CrossFit. E eu fui - descrente, mas fui. E gostei. Gostei tanto que decidi começar o meu "projecto Verão" agora. Sempre me pareceu ridículo começar a pensar no Verão... na Primavera, a poucos meses de atingir objectivos surreais. Como ainda não tenho trinta anos e já que o meu corpo é um porreiro (basta notar que emagreci quando quis e que vinte quilos depois, não havia sequer sombra de estrias), acho que ainda é fácil ficar toda tonificada e com a barriga suficientemente rija para não ter que recorrer a abdominoplastias após a gravidez. 
Tenho alguns receios, porque sempre fiquei definida muito depressa... basta-me uma semana de raquete em punho na praia, com a Mana, para ficar com os bíceps salientes. E nas pernas, num instante fico tipo isto, mas sem as veias. Vá, estou a exagerar; na verdade, fico apenas com as coxas em relevo, a notar-se nas skinny jeans, estão a ver? Péssimo. Por tudo isto, decidi fazer treinos duas vezes por semana.
Basicamente, os meus objectivos são: ficar um bocadinho mais definida (nada de six pack nem de músculos salientes nas pernas), tonificada, firme e aumentar a musculatura nas costas para evitar dores e suportar bem o esqueleto pesado. A par de tudo isto, decidi voltar a cortar nos hidratos de carbono a partir das 17h00m, só pela piada. E nada de alimentos que não sejam saudáveis, claro. Até ao Natal. Depois logo vejo.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Bom fim-de-semana!

Demi Moore
"A melhor parte da vida de uma pessoa está nas suas amizades."
Abraham Lincoln

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

ainda não estou suficientemente longe do chão.

Ed Westwick and Leighton Meester
É uma tristeza mais profunda que a dor, uma angústia que mói e cansa, esta de sentir que não merecíamos a desconsideração e o desrespeito. É o peso que sentimos depois de atirar pérolas a porcos, de saber que não devíamos preocupar-nos tanto, de sentir que deveríamos ter pensado mais em nós. Ser altruísta também pode ser um defeito, se a consequência directa for a mágoa e o prejuízo. Ainda não sei gerir estas sensações, por não compreender como se pode ignorar o facto de se atingir alguém que não fez mais do que gostar de nós. Acredito que quem vive numa constante tentativa de poupar um ser mais frágil de sofrimento e que tenta, como pode e sabe, ajudá-lo a evoluir, a crescer e a melhorar, não merece tamanha ingratidão. Sou dessas que acha que o passado não deve ser esquecido, mas honrado. Gosto de acariciar memórias e de fazer delas preciosidades. Guardo-as em mim, trago-as comigo, dentro do peito. São as minhas riquezas, é o meu património. E não brinco com coisas sérias. Talvez seja isso mesmo: talvez seja séria demais para os tempos que vivemos. A palavra já não vale nada, o respeito é um termo antigo e gasto, o amor é vão. As alianças são anéis e os eufemismos que se encontram para desculpar a falta de personalidade são válidos. As pessoas demasiado profundas e demasiado intensas sofrem mais porque a ignorância não as cega. E o pior é que não se escolhe ser-se assim. É-se assim e pronto. E não vale a pena tentar explicar porque é que as coisas são como são, porque para os outros, as mesmas coisas serão sempre diferentes, distorcidas e enviesadas. São prismas desiguais. São posturas opostas. Uns são dotados de sensibilidade, outros não; são embrutecidos pela falta de conhecimento, não sabem pensar noutra coisa que não o próprio umbigo e não percebem que isso não é uma característica, mas um defeito susceptível de correcção. O egoísmo torna-os em pessoas com quem nunca conseguirei dialogar, principalmente porque não saberei não ser escutada. E não me perdoo por não conseguir perdoar, já que me sinto na obrigação, enquanto espírito claramente mais elevado, de o fazer. Por quase pena. Por compaixão. Ainda não consigo, ainda não estou suficientemente longe do chão. Queria poder dizer que compreendo, mas estaria a mentir. Não posso compreender essa ausência de delicadeza, de carácter, de intuição para depreender as expectativas e as reacções dos que nos rodeiam. Dos que não nos são nada, dos que significam algo, mas principalmente daqueles que foram família.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Bom fim-de-semana!

Charlotte Casiraghi
"Dar flores aos vivos. Agir como se usássemos uma coroa invisível. Doar, para criar espaço para mais coisas boas entrarem em nossa casa. Não gastar mais do que temos. Harmonizar atitudes com pensamentos. Aceitar erros. Assumir falhas. Ser transparente. Acreditar, fazer, cumprir. Porque é mais importante ter uma vida bonita do que aparentar tê-la."
Menina Lamparina

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Há coisas que eu nunca vou entender. Esta é uma delas.

Não gostei desta camisa aqui:

Nem lhe achei piada nenhuma assim:

Mas achei-a o máximo aqui, vestida pela Amanda Seyfried numa produção para a Glamour France:

Btw, é uma criação de Riccardo Tisci.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

rendi-me.

Sempre gostei de chapéus, mas com eles sempre me senti um bocadinho como aquelas velhinhas loucas dos filmes, que passam a vida sentadas no Central Park a dar milho aos pássaros. Comprava-os, na esperança de me sentir normal, mas depois acabava por não conseguir sair de casa com eles. Aos poucos, comecei a usá-los, no Verão, como um acessório útil para proteger o rosto do sol. Às tantas, já os usava só porque ficavam bem, porque equilibravam e compunham o look. Depois, comecei a adorar ver-me com eles de tal modo que este ano decidi que também passariam ao estatuto de utilitário nas estações frias - não por causa do sol, mas para me ajudarem nos bad hair days, que são muito mais frequentes que nas épocas de bom tempo por causa da humidade, claro. Percebi que para me habituar, tinha de lhes arranjar uma função. Tirei os chapéus do closet e decidi finalmente dar-lhes uso. E sabem que mais? Agora não me apetece passar um dia sem chapéu! Sabe tão bem não entrar em pânico por causa de uns chuviscos na juba...





terça-feira, 5 de novembro de 2013

No me gusta.

Sienna Miller
É uma pena, na minha humilde, modesta e irrelevante opinião, que seja obrigatório o bombardeamento constante com publicidades, decorações, sugestões para presentes, ideias para economizar, mimimimi, só porque estamos em Novembro. Sim, sei que falta mais ou menos um mês para aquela noite. Tenho plena consciência disso, aliás, eu até tenho um relógio que me diz que dia é hoje e o meu computador também tem calendário (assim como o telemóvel), apesar de sentir que ainda ontem estava de biquíni a trabalhar para o bronze. A questão que aqui se coloca é que nem todos vivemos em função do Natal. Nem todos morremos de amores pela quadra. Nem todos queremos ser lembrados de que o ano passou a correr e que a noite da consoada está aí a chegar outra vez. Ontem dei por mim com «Santa Claus Is Coming To Town» a ecoar em modo repeat dentro do meu crânio.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Bom fim-de-semana!

Camilla Belle
"O amor não tem nada a ver com o que esperamos receber, mas sim com aquilo que esperamos dar."
(Desconhecido)

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

detesto...

Sofia Loren
...pessoas amargas. Pessoas azedas que espalham azedume à sua volta. Pessoas que não conseguem ver as pequenas coisas boas com que somos diariamente presenteados. Pessoas incapazes de sentir gratidão pelo simples facto de poder respirar. Ver. Sorrir. Chorar. Não gosto de quem não sabe apreciar com comoção o tropeço daquele pardal meio desastrado nem de quem não se sente cheio por dentro com um céu cor-de-rosa. Não compreendo quem não se sente pequeno ao olhar o céu estrelado nem aqueles que não sorriem com a sensação de dever cumprido - mesmo que o dever cumprido seja só arrumar a gaveta das meias. Que sabor insípido deve ter a vida de quem não aprecia os lençóis lavados e cheirosos na cama acabada de fazer, em que nos deitamos depois de vestir o pijama mais confortável logo após o banho quente. Detesto pessoas que se limitam a existir, que se deixam contaminar pela aridez das contrariedades em vez de se deixarem levar pela doçura da Vida. «Viver não custa, o que custa é saber viver», não é Vó?