quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Há versões mais longas...

...mas isto chega para me fazer sorrir no dia em que vou aplicar aparelho no maxilar inferior. A Mana Lamparina mostra-me coisas assim.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Então, pois!

Katy Perry
Quando uma mulher do meu tamanho (1,70m e sempre entre os 66-68kgs) cabe num vestido 36, o que é que faz?
Vai ao McDonald's e ainda se lambuza com Nutella à noite.

Bom fim-de-semana!

Olivia Palermo
"Aprende que o tempo não volta. Portanto, planta o teu jardim e decora a tua alma, em vez de esperar por alguém que te traga flores."
Desconhecido

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

detesto...

Kate Upton
...quando alguém se acha mais esperto do que o resto da população mundial e por isso, age como tal. Por outras palavras, detesto chico-espertice. Do género «posso fazer tudo pela calada que ninguém me vai topar» ou «até arrisco mandar uma posta no facebook que ninguém vai descobrir que estou, na verdade, a referir-me àquele assunto super secreto». Detesto gente que se acha, no fundo. E que se leva demasiado a sério. Tendem a subestimar a inteligência, esperteza e intuição alheia. Como se os outros fossem uma cambada de pacóvios tapados que não sonham onde as ideias hilariantes daquele cérebro sobredotado podem chegar. Por norma, diz-me a minha (não muito longa, mas invulgarmente intensa) experiência que são esses os melhores exemplos de quão pouco inteligente pode ser a vida humana. E se o meu dedinho mais fofo não me engana, diria até que essa constante atitude é reveladora de um profundo desconhecimento sobre si e sobre o próprio funcionamento dos mais variados meios sociais. No caso particular que me inspira este aglomerado de linhas, eu aventurar-me-ia até a falar em graves deficiências no desenvolvimento de faculdades indispensáveis à socialização, em profundas lacunas na auto-estima e consequente insegurança e, porque não, ainda que paradoxalmente, numa certa mania da perseguição, que faz com que a pessoa sinta que todo o mundo conspira contra si, já que toda a gente tem um avassalador interesse em tudo o que faz, diz ou pensa. São desequilíbrios. E terão tido as suas razões para acontecer. E perguntam vocês: o que é que se faz nestes casos? E eu respondo: não se remove a amizade do face, que isso é dar demasiada importância. Aprendei: desactivam-se as suas publicações no feed, está claro. Só para não alimentar essa sede de protagonismo. E deixa-se estar. A Vida encarrega-se do resto. Não podemos andar para aqui todos armados em Madre Teresa, a tentar explicar as cores aos daltónicos(*), não é?

(*) Direitos de autor: ouvi esta expressão, mais ou menos assim, no Alta Definição do fim-de-semana passado e adorei. Tantas vezes tento dizer a mesma coisa sem este rigor!

Muitos planos para o fim-de-semana?

Mila Kunis
Vim cá só desejar-vos um bom dia e lembrar-vos de que amanhã é sexta! Sim, a semana tem sido chata, voltei oficialmente aos botins, já vesti camisolas de malha, apanhei duas chuvadas no cabelo acabado de lavar e secar... mas pelo menos, a cada minuto que passa, estamos mais perto do fim-de-semana. Nestes dois dias, vou ter que fazer toneladas de coisas entusiasmantes (not!), como tratar de papeladas, pedir papeladas e renovar papeladas. Bom, pelo menos estamos mais perto do fim-de-semana. E neste que se aproxima, faço questão de descansar corpo e mente, cozinhar, aninhar-me no sofá e ter a certeza de que a próxima semana será melhor. Porque tem de ser. Só pode ser.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

A melhor forma para usar esta tendência

ou o quarto volume do «How To Speak Like a Fashionista». É que aquilo que no meu tempo se chamava padrão aos quadrados, agora é tartan. Ou plaid. Estrangeirismos à parte, o que interessa é que a única forma de usar esta tendência no meu estilo boring é mesmo como a fofa da Julie Sarinana fez neste outfit:


Porque tudo o que é demais enjoa e é nos apontamentos que está a graça.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

dias cinzentos

Adele
Sinto que devo ser grata pelo privilégio de estar viva. Se não por mim, pelos que me rodeiam. Por poder, como disse António Gedeão (ou Rómulo de Carvalho) numa entrevista que guardei, ainda garota, numa das gavetas da minha escrivaninha e que gosto de reler, apesar do tom amarelado do papel amachucado em que está gravada, «ser útil aos outros». E sou-lhes útil como posso e como sei, como consigo e como a minha vida me vai permitindo. Tento contagiá-los com o meu sorriso metálico, animá-los com a minha força, ajudá-los nas mais pequenas coisas. Estou presente, mesmo que a presença se faça notar por telemóvel. Tento estar, ainda que não tanto como gostaria. Mas vou fazendo o possível. E depois há dias como ontem, em que o prenúncio de mau tempo me contagia por dentro e me torna na pessoa mais séria do planeta. Em que a luz que tenho em mim esmorece, em que a alma fica baça e o riso não há. São dias em que não deveria ter saído da cama, sabem? Dias em que penso demasiado, em que me preocupo demasiado e que termino com a culpa de não estar empenhada a cem por cento em viver com a energia que todos os dias me merecem. Em que nem me importo de comer peixe cozido sem sabor, porque o paladar não interessa. Cumpro todas as obrigações, atravesso as horas sem paixão e tenho pena de me permitir ser absorvida pela falta de alegria das nuvens cinzentas.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Bom fim-de-semana!

Marilyn Monroe
"No fundo, sabemos que o outro lado de todo o medo é a liberdade."
Marilyn Ferguson


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Vamos a meio de Outubro e só agora comecei a pensar nestas coisas! É bom.

O bronzeado começa a querer ir embora, principalmente no rosto. É em meados de Outubro que volto a sentir necessidade de usar algo que torne o tom da minha pele mais homogéneo. Normalmente só uso base no Inverno, até porque os cremes hidratantes com cor chamem-lhes BB ou CC, whatever, para mim são cremes hidratantes com cor e não há nenhum que supere o meu preferido não são suficientes para todos os dias gélidos em que acordo pálida, amarelada, com ares de quem tem graves problemas de fígado. Antes desses tempos terríveis que se aproximam, opto por produtos mais suaves, com uma cobertura mais leve, como a que o Moisture Sheer Tint SPF 15 me proporciona. É um gel hidratante cuja cor é menos visível que no Moisture Surge, pelo que é ideal para quem ainda tem vestígios de Verão estampados na cara. Uso sem precisar de pó nenhum, só para dar um aspecto saudável e uniforme à tez.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Aquele momento em que percebes que ninguém te liga nenhuma...

Jessica Szohr
...e desatas a rir como uma louca sem que ninguém perceba porquê.

Depois de jantar, a Mana Lamparina perguntou se a acompanhávamos à sala de estar.
- Claro que sim. Acabamos de beber o café e vamos ter contigo. - a Mana saiu da cozinha e eu continuei com os devaneios, como é meu apanágio - Pai, imagina se ficássemos à mesa até à hora de ir para a cama... Que seca!
- Depende, podíamos ficar a jogar cartas - respondeu ele, tentando não transparecer a total falta de interesse na conversa.
- Mas eu não sei nenhum jogo de cartas.
- Jogávamos Monopoly - atirou, sem prestar grande atenção, como fazemos quando os miúdos de quatro anos insistem em chatear-nos.
- Também não sei jogar muito bem - respondi eu, já a rebentar de vontade de rir por perceber que ele não ia desistir de fingir que me dava atenção. - Eu gosto mais de Trivial Pursuit...
O meu pai já nem me ouvia, fitava a chávena de café, completamente absorto. A minha tia, silenciosa, também não ligava peva ao que se ia dizendo. Quis ver até onde ia o meu estado #foreveralone e sem deixar que o riso se soltasse, continuei:
- Também adoro jogar Party & Co. - Nada. Ninguém dizia nada. Nem o Balthazar se movia. - Ou Pictionary.
O meu pai levantou-se para ir buscar qualquer coisa à bancada e eu continuei:
- Ou Cereais do Pingo Doce.
Não podia acreditar que ninguém reagia. Persisti:
- Gosto de jogar Batatas Extra Onduladas - a incredulidade levara-me a usar tudo o que estivesse ao alcance dos meus olhos para encher as frases. - E adoro jogar Tábua de Queijos.
Quando me ouvi dizer «Tábua de Queijos», explodi em gargalhadas e cada vez me ria mais ao ver a expressão surpreendida do pai e da tia. Estavam tão alheados que nem percebiam porque me ria tanto. Os risos chegaram à sala de estar e a Mana Lamparina entrou de rompante na cozinha, ansiosa para se rir também:
- O que é que eu perdi?
Depois de esperar muito tempo para que eu conseguisse parar de rir compulsivamente, secar as lágrimas e explicar-lhe convenientemente o momento anterior, ouviu apenas:
- Um momento de solidão, Mana.

Boa semana, meus amores!