sábado, 24 de novembro de 2012
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Quem se lembra?
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| Emma Stone |
Fé
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| Amanda Seyfried |
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Temos vencedora!
Segundo o random.org, a vencedora do Passatempo Beadelicious & Lamparina é...
...a Isaa! Parabéns! Em breve receberás um e-mail nosso para que possas receber os teus miminhos em casa.
Obrigada a todas por terem participado e à querida Lúcia, a detentora das mãos de fada por detrás do Beadelicious, por estar sempre pronta a presentear os leitores do Lamparina com as suas peças lindas!
Dúvida existencial
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| Nina Dobrev |
É assim que percebemos que não falta muito para o Natal. Ela já aí anda.
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| Emily Blunt |
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Para quem queria saber mais sobre a máscara milagrosa...
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| Anja Rubik and Lily Donaldson |
Alguns dos comentários feitos neste post revelaram curiosidade acerca desta máscara. Na verdade, não tenho nada de novo para contar sobre ela, já que continua a surtir efeitos positivos. Continuo-lhe fiel - eu e a Mana Lamparina. Surpreendentemente, este produto revelou-se maravilhoso para as nossas distintas guedelhas. E não é nada caro: cerca de oito euros.
Tem uma consistência cremosa e bastante concentrada, pelo que não é necessário usar uma quantidade excessiva para obter bons resultados
O nome é foleiro, as embalagens não são luxuosas nem apelativas, mas desde que uso esta máscara tenho o cabelo muito mais saudável (e desde que o pintei de castanho também) e simplifiquei bastante aquela rotina mencionada no início do texto. Agora não esperem milagres: ele fica nutrido e muito mais bonito, mas continua a ficar péssimo quando chove...
A marca não é conhecida, só a vi à venda na loja de produtos para cabeleireiros de que sou cliente e numa perfumaria aqui em Pombal (a Rocha). Disponibiliza vários produtos e diferentes gamas, que podem espreitar aqui. Aquela que me faz feliz (e o único produto Dynasty
Do fundo da gaveta #6
E porque 2008 foi mesmo um ano em que escrevi muito, hoje seleccionei este texto para partilhar convosco.
"Para que serve um namoro? A minha concepção de namoro é simples. O namoro não é um fim, mas um princípio.
Namoramos porque gostamos do que o outro parece ser – ou que nós, apaixonados, queremos ver.
Namoramos para, ao conhecer o objecto da nossa paixão, perceber se ele é ou não o homem que queremos ao nosso lado para o “felizes para sempre” com que todas sonhamos... sim, todas nós sonhamos com o dia em que encontramos o tal gajo montado no cavalo branco, blá blá blá.
Namoramos para namorar, para mimar e ser mimadas, para dar e receber. É pelo companheirismo, pela amizade. É porque a outra pessoa faz sobressair em nós o que temos de melhor e passamos a transpirar toda a harmonia que nos preenche para o mundo de fora. É pelo cinema de mãos dadas, pelo passear e tudo estar lindo à nossa volta. Para termos a nossa música e para recebermos flores. Para sermos as mais lindas do mundo, adoradas como a criatura mais preciosa à face do planeta.
Um namoro bom baseia-se em alicerces muito claros: na confiança, na transparência, na verdade, no altruísmo e no cuidado que temos com o outro. Cuidado para não magoar, não ferir, não humilhar, não ostracizar, não esquecer, não excluir.
Quando tudo isto deixa de existir numa relação, esta perde todo o sentido que assegurava a sua existência.
"Para que serve um namoro? A minha concepção de namoro é simples. O namoro não é um fim, mas um princípio.
Namoramos porque gostamos do que o outro parece ser – ou que nós, apaixonados, queremos ver.
Namoramos para, ao conhecer o objecto da nossa paixão, perceber se ele é ou não o homem que queremos ao nosso lado para o “felizes para sempre” com que todas sonhamos... sim, todas nós sonhamos com o dia em que encontramos o tal gajo montado no cavalo branco, blá blá blá.
Namoramos para namorar, para mimar e ser mimadas, para dar e receber. É pelo companheirismo, pela amizade. É porque a outra pessoa faz sobressair em nós o que temos de melhor e passamos a transpirar toda a harmonia que nos preenche para o mundo de fora. É pelo cinema de mãos dadas, pelo passear e tudo estar lindo à nossa volta. Para termos a nossa música e para recebermos flores. Para sermos as mais lindas do mundo, adoradas como a criatura mais preciosa à face do planeta.
Um namoro bom baseia-se em alicerces muito claros: na confiança, na transparência, na verdade, no altruísmo e no cuidado que temos com o outro. Cuidado para não magoar, não ferir, não humilhar, não ostracizar, não esquecer, não excluir.
Quando tudo isto deixa de existir numa relação, esta perde todo o sentido que assegurava a sua existência.
Para que serve um namoro se já conhecemos completamente a peça e se sabemos que, por mais arestas que ele lime, vai continuar a ser quem é, a ter os hábitos, atitudes, tiques e manias que nos irritam? Para que serve namorar com quem não nos dá a atenção de que sabemos ser merecedoras, não nos mima, não evita mentiras absurdas e insiste em magoar-nos quer com os silêncios, quer com as palavras?
Pior… para que serve um namoro quando já não há sequer o respeito básico requerido por qualquer relação saudável? Quando o desinteresse já é de tal modo gigantesco que já nem se apercebem (ou fingem não perceber) que há mágoas entre os dois?
Eu estava a chorar compulsivamente por causa dele e só ouvi da sua boca: “Vais continuar a chorar? É que tenho mais que fazer do que estar aqui a perder o meu tempo a ouvir-te. Não me apetece discutir.”. Foi há anos, mas nunca mais me esqueci da frieza das palavras, do desprezo no olhar e de como me senti humilhada. Tentava desesperadamente, através de lágrimas e balbuciando frases soltas, fazê-lo compreender como me ferira. Ele já não me via como merecedora das suas desculpas, da sua compreensão ou digna do seu precioso tempo. Não era importante o facto de me fazer chorar. Eu não era mais que caca.
Como eu naquele momento, muitas mulheres se esquecem do seu valor perante atitudes similares. Só lhes falta gritar: “Porque me fazes isto? Por favor, ama-me!”. Os homens, esses, parecem esquecer-se da dignidade do ser humano, dos sentimentos de quem disseram amar. A verdade é que se esquecem de um simples facto: nós somos tão mulheres quanto as suas mães ou as suas irmãs."
Pior… para que serve um namoro quando já não há sequer o respeito básico requerido por qualquer relação saudável? Quando o desinteresse já é de tal modo gigantesco que já nem se apercebem (ou fingem não perceber) que há mágoas entre os dois?
Eu estava a chorar compulsivamente por causa dele e só ouvi da sua boca: “Vais continuar a chorar? É que tenho mais que fazer do que estar aqui a perder o meu tempo a ouvir-te. Não me apetece discutir.”. Foi há anos, mas nunca mais me esqueci da frieza das palavras, do desprezo no olhar e de como me senti humilhada. Tentava desesperadamente, através de lágrimas e balbuciando frases soltas, fazê-lo compreender como me ferira. Ele já não me via como merecedora das suas desculpas, da sua compreensão ou digna do seu precioso tempo. Não era importante o facto de me fazer chorar. Eu não era mais que caca.
Como eu naquele momento, muitas mulheres se esquecem do seu valor perante atitudes similares. Só lhes falta gritar: “Porque me fazes isto? Por favor, ama-me!”. Os homens, esses, parecem esquecer-se da dignidade do ser humano, dos sentimentos de quem disseram amar. A verdade é que se esquecem de um simples facto: nós somos tão mulheres quanto as suas mães ou as suas irmãs."
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Rituais
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| Natasha Poly |
De facto, remover a maquilhagem diariamente é uma tarefa obrigatória. Antes dos 25, a preguiça depois das noites agitadas vencia, mas agora é impensável deitar-me sem o rosto devidamente limpo e hidratado. É que se o fizer, a minha pele ressente-se de tal forma que na manhã seguinte está pavorosa, ao contrário do que acontecia no auge da minha juventude (#dramaqueen).
Apesar de vaidosa, sou prática e não me maquilharia se a limpeza representasse um martírio. Adoro os momentos em que cuido de mim, mas se o processo fosse demasiado chato, longo e difícil, teria a mesma atitude que a D.. No entanto, trouxe-a de volta ao mundo dos cosméticos quando lhe apresentei a rotina mais simples do mundo:
1 - Começo por remover a maquilhagem com uma toalhita desmaquilhante. Uso qualquer marca, não tenho preferência por nenhuma em particular. A única finalidade é facilitar-me a vida e uma vez que não são o meu único recurso para a limpeza da pele, não faço questão que sejam muito especiais. Geralmente, compro a marca mais barata que encontrar. São para usar e deitar fora, pelo que não se trata de uma compra em que pense muito. É mais ou menos como o papel higiénico, estão a ver?
2 - De seguida, limpo as pálpebras e as pestanas à séria, com o Take the day off da Clinique. A máscara de pestanas mais potente ou o eyeliner mais difícil de tirar não deixam rasto com este produto. É suave e não fico com aquela sensação de oleosidade chata com que os desmaquilhantes comuns tendem a impregnar-me o rosto.
3 - Finalmente, sigo para os três passos: lavar, tonificar e hidratar.
Balthazar
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| "Say hi to the world, Balthazar!" |
Depois de ter sido salvo da rua, faço questão de mostrar toda a minha gratidão! Porto-me muito bem, uso sempre a casa de banho, brinco às escondidas com eles e só se zangam comigo quando tento caçar aquele coelho gigante que está na sala... no entanto, riem-se quando fico eriçado ao ver aquele cão enorme por perto... não entendo os humanos. Mas estes são fixes.
Apresento-vos o Balthazar, um gato com sete ou oito meses que parece uma vaca e que me faz sorrir todos os dias.
Marca um milagre na minha vida, uma nova era: deixei de ser alérgica! Ainda nem acredito!!! Queria tanto voltar a ter um gato! Os médicos diziam-me que nem fazendo aqueles tratamentos com injecções me tornaria imune e de repente, dei por mim sem sintomas nenhuns de reacções alérgicas. Desde o episódio com o Botinhas que desconfiava... agora tenho a confirmação e não podia estar mais feliz!
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
O livro de Milan Kundera
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| Audrey Hepburn |
Não é inédito que percepcione uma obra de maneira diferente em diferentes momentos da minha vida. Foi assim com Fernão Capelo Gaivota e com O Principezinho. Lê-los em criança, na adolescência ou depois dos 20 altera completamente o que absorvemos de cada página. Talvez a maturidade nos alargue horizontes, talvez a experiência nos conceda mais elasticidade. Agora aconselho-o como um dos livros mais completos e intensos que li. Um romance com pinceladas de Filosofia e História, profundamente humano, muito próximo do divino.
"Não há forma nenhuma de se verificar qual das decisões é melhor porque não há comparação possível. Tudo se vive imediatamente pela primeira vez sem preparação. Como se um actor entrasse em cena sem nunca ter ensaiado. Mas o que vale a vida se o primeiro ensaio da vida já é a própria vida? É o que faz com que a vida pareça sempre um esquisso. Mas nem mesmo «esquisso» é a palavra certa, porque um esquisso é sempre o esboço de alguma coisa, a preparação de um quadro, enquanto o esquisso que a nossa vida é, não é esquisso de nada, é um esboço sem quadro."
domingo, 18 de novembro de 2012
sábado, 17 de novembro de 2012
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Muito mais que um verniz.
Chamam-se Diorific e são lindos. Os frasquinhos e as cores. É o relançamento de uma edição de coleccionador. Da esquerda para a direita: Diva, Marilyn, Diorling e Lady. Adivinhem qual é o meu? O vermelho, claro. Modéstia à parte, acho que vai muitíssimo bem com o meu novo look brunette, ao qual me estou a habituar com muito prazer.
Um fio de baba na Gabriela. (Não poderia escolher título melhor.)
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| Drew Barrymore |
Bom fim-de-semana!
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Momento bah do dia.
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| Lily Cole |
Sobre a loucura de ontem:
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| Katy Perry |
A única coisa que me ocorre é aquele provérbio velhinho que diz que "casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão".
Nada a acrescentar ao post da Tamborim.
Desculpe?
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| Alice Eve |
Por exemplo, a senhora que colabora connosco cá em casa, a quem me recuso a chamar de empregada doméstica porque é como se fosse da família, pode e deve tratar-me por tu. Sou muito mais nova que ela e não gostaria que fosse de outra forma. Se conhecer a pessoa, tudo bem. Mas ir a um restaurante e ser tratada por tu por quem me atende e nunca vi na minha vida, é no mínimo absurdo.
É uma gaffe com que sou constantemente confrontada. Creio que a minha cara de garota não ajude, uma vez que há quem duvide dos meus 27 anos. Passo os dias nisto:
"Estás noiva? Mas és tão novinha! Que idade tens? Pensava que tinhas 19, no máximo!"
"Tabaco? Mostre-me o seu Bilhete de Identidade!"
"Mas tu já conduzes? Quantos anos tens? O quê?? Não te dava nem 18!"
Sinceramente, não percebo. Acho que não tenho ar de menina pequena, mas é coisa para dar jeito aos 40.
Anyway, não gosto que me tratem por tu quando vou a lojas, pastelarias, restaurantes, supermercados, etc. Acho de péssimo tom, de um atrevimento escandaloso e fico mesmo irritada. Não andámos juntos na escola, pelo que não vejo motivos para isso. Desde miúda que isto me incomoda e a minha reacção varia entre duas opções:
- ou começo a exagerar: "TrAZ-ME um café, por favor. DÁ-ME uma Frize, por favor. DIZ-ME, quanto é?"
- ou começo a exagerar: "OlhE, traGA-ME um café, por favor. DÊ-ME uma Frize, por favor. DiGA-ME, quanto é?"
A ideia é ver se topam que estão a ser inconvenientes, do género: estou a tratar-te por tu, não reparas? ou estou a tratar-te por você, quem mandou que te dirigisses a mim por tu? Esqueçam, não funciona. Nunca ninguém mudou de registo. Acho que não percebem a dica.
Senhores proprietários de estabelecimentos comerciais e afins que estejam a ler o lamparina, toca a pensar em formações de bons modos para esses funcionários, vá lá ver. Não é assim tão difícil, acreditem. Posso dizê-lo porque já tive contacto directo com o público em várias situações profissionais e nunca ousei tratar ninguém que atendesse por tu.
Funcionários leitores do lamparina, não se esqueçam deste meu desagrado porque pode haver mais gente chata como eu...
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
No dia em que ficar sem ele, ficarei também sem assunto para escrever aqui.
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| Victoria Justice |
Do fundo da gaveta #5
Há coisas que nunca mudam, certo? Em 2008, escrevi:
Cansam-me os pseudo cultos que não controlam a sua, na verdade, ignorante voz e que se assumem como seres superiores, numa tentativa ridícula de tornar o seu aspecto desleixado numa expressão de desprendimento do material, fruto das suas preocupações maiores enquanto iluminados.
Exactamente pelo facto de serem superiores, meus queridos, permitam-me que vos diga que é urgente que se preocupem também com as coisas ditas menores, ou fúteis, se preferirem. São elas que nos distinguem das outras espécies… (tal como o riso. Caso não tenham reparado ainda, não há um único animal que mostre os dentes em sinal de cordialidade a não ser o humano. Sempre a aprender, aqui com a Aninha!)
As roupas e os acessórios não só acompanham como marcam a História da Humanidade. Se os babuínos se começarem a cobrir de peles, também farão História… e evoluirão como nós. Compreendem-me ou é preciso explicar como se fossem muito, muito estúpidos?
Lá por eu desejar uma t-shirt da nova colecção de Marc Jacobs, não quer dizer que não tenha lido Platão ou Hemingway. E não é por perder tempo a maquilhar-me que deixo de saber o que andaram a fazer por aí Niemeyer ou Gaudi…
Posto isto, critiquem-me por louvar o trabalho histórico de Christian Dior, por ser fã dos sapatos de Pablo Fuster e de Christian Louboutin, por lamentar a retirada de Valentino, por sonhar com um vestido Roberto Cavalli, por admirar a atitude de Coco Chanel… mas experimentem tirar um pouco do mofo que já faz parte da vossa baça vida e riam. Riam às gargalhadas com a pessoa do outro lado do espelho… sim, isso mesmo. Vocês próprios."
terça-feira, 13 de novembro de 2012
detesto...
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| Amy Adams |
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
O conceito de aldeia global ou a proliferação do parolo.
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| Lana Del Rey |
...não tenha regras no que à partilha de imagens, frases lamechas ou poemas comoventes de casa-de-banho diga respeito. Já para não falar das histórias "partilha e vai aparecer um euro no bolso roto desta criança pobre" ou "partilha e esta criança e toda a sua tribo vão passar a ter água para beber". Esta gente partilha tudo o que lhes aparece na página inicial. O inconveniente? Enchem a sua própria cronologia de spam e atulham também a nossa página inicial com coisas do género "fulano de tal e mais 4275 amigos partilharam uma foto da página Imagens Cheias de Sentimento e Frases Parolas a Metro".
...não se lembre que o facebook não é exclusivo dos seus amigos. É por isso que todos conhecemos quem não se coíba de comentar as nossas fotos revelando assuntos privados e levando a cabo verdadeiras dissertações sobre factos que pertencem apenas à esfera íntima. Colocamos uma foto da nossa infância e vemos, passados dez minutos, a mãe e uma tia à conversa sobre aquela vez em que fizemos cocó no lavatório, por exemplo. Não, isto não se passou comigo.
...queira projectar uma boa imagem a seu respeito. Uma imagem jovial. E então escrevem com k, x e siglas como kakakaka para o riso, por exemplo. Além de não ser cool, a malta jovem normal e fixe não só não escreve assim como não aprecia este registo. A César o que é de César: deixai para os adolescentes essas modas ridículas.
...não saiba que para além de escarrapachar perguntas como "Estás boa?" nos murais alheios e de falar em privado no chat, podem ainda ser enviadas mensagens. Eu, que estou sempre off no chat, vejo frequentemente a minha cronologia invadida por coisas que não me interessam: podem ser bebés engraçados com a língua de fora, animais fofinhos com frases cheias de moral, anedotas sem piada, manicures asquerosas, leões na savana com uma música dos Toto, enfim... tudo o que me poderiam ter mostrado em privado sem me fazer passar pelo momento em que me decido por colocar um gosto ou por ocultar da cronologia.
...estando triste, não coloque apenas uma frase alusiva ao seu estado de espírito, que isso é coisa pouca. Toca mas é de entupir o face com carradas delas, powerpoints do youtube com legendas sentimentalonas, poemas de casa-de-banho de fazer chorar as pedras da calçada, etc. Também há a versão apaixonada da coisa: aqueles que se julgam discretos quando partilham frases tão vagas como "Quando menos esperamos, o amor encontra-nos" e mais uns terabytes de músicas, declarações de felicidade e manifestos de amor sob a forma de cupidos, corações e estrelinhas. Um mimo.
Obrigada, Isabel!
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| Alicia Keys |
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