sexta-feira, 9 de novembro de 2012

...das coisas boas.

Sofia Vergara
Conheço uma pessoa com quem mantenho contacto esporádico e de quem gosto irracionalmente. Não sei porque gosto tanto dela, não há motivos para a espontaneidade da empatia. A verdade é que gosto, gosto de saber se está bem, lembro-me dela imensas vezes durante a semana e ela acaba por estar presente mesmo sem saber. Não somos íntimas, mas sinto que temos imenso para conversar, para rir. E sempre que falo com ela, fico com um sorriso.

Não podemos mesmo julgar um livro pela capa... ou um produto pela embalagem.

Diane Kruger
Falei-vos da Guerlain recentemente, quando vos contei do novo amor da Mana Lamparina. Já sabemos que esta é, mais que uma marca, uma maison. É sinónimo de luxo, evoca classe e sofisticação até pelas embalagens lindas que guardam os seus produtos. Talvez por tudo isto não me conforme com as constantes desilusões que vou tendo com a maquilhagem Guerlain.
O problema pode ser da minha pele, mas depois da má experiência com a Lingerie de Peau na sua versão compacta, que vos contei por alto aqui, decidi tentar a minha sorte com a fluída. Conclusão: não, a minha pele não gosta de bases que não sejam da Clinique.
Primeiro, sinto o conforto que espero de uma boa base: a aplicação é fácil e a cobertura impecável. O dia corre muito bem e até sinto que vou ter coisas boas para dizer do produto, mas tudo muda no momento em que olho para o espelho e vejo brilhos por todo o lado. Tenho a sensação de que a base não fica quieta o dia todo, mas tende a derreter, mesmo que esteja frio, como era o caso. À noite, quando removo a maquilhagem, tenho imensos pontos negros no nariz - e não, não estavam lá antes. Fico desiludida.

Vamos preparar-nos para o fim-de-semana com uma novidade para lá de espectacular?

Twiggy
E não, não tem nada a ver com as eleições americanas (YEY OBAMA!). É ainda melhor que a vitória de Barack! É a solução para um problema que já tinha deixado de o ser, porque a paciência tem limites e eu já tinha desistido de tentar... saibam tudo aqui!

Bom fim-de-semana!

Anja Rubik
"Os bons sempre vi passar
No mundo graves tormentos
E para mais me espantar
Os maus vi sempre nadar
Em mar de contentamentos"
Luís Vaz de Camões

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

E como eu adoro dormir!

Recebi hoje um e-mail a informar-me de um workshop gratuito que a Molaflex vai proporcionar amanhã no Dolce Vita Tejo:

«O seu descanso é vital para a Molaflex e por isso a marca promove um Workshop sobre o descanso e a qualidade de vida – a importância do sono. Sabia que durante o sono são estabilizadas as defesas do organismo e resistência às infecções? E que a hormona do crescimento é segregada durante o sono?

De acordo com a Dr. Teresa Paiva, uma das funções principais do sono é manter-nos acordados pois se não dormirmos o suficiente ficamos sonolentos ou com menor capacidade para realizar as tarefas do dia-a-dia. No livro “Bom sono, boa vida”, a especialista assegura que  “Os problemas do sono são individuais, com enorme importância para cada indivíduo e universais, com grande impacto socioeconómico numa sociedade globalizada e a funcionar 24 horas seguidas” .

É já esta sexta feira dia 9 de Novembro que decorrerá no Espaço Dolce no Dolce Vita Tejo, o Workshop da Molaflex que contará com aparticipação especial da Prof. Teresa Paiva.

A participação é gratuita, obrigatória e realizada no balcão de atendimento do Dolce Vita Tejo no Piso 0.»

Se estivesse por Lisboa, acho que passava por lá. Ando com insónias e não há truques que ajudem... alguém desse lado com problemas em dormir?

Quem ajuda a Menina?

Liv Tyler
Sempre nos demos bem, mesmo que sem grande intimidade. Ele era o irmão mais velho de uma amiga minha e só depois passou a ser o J., com quem outra amiga teve um affair divertidíssimo. Talvez nessa altura nos tenhamos aproximado, não sei precisar. Sei que às tantas tomávamos uns cafés, conversávamos imenso e discutíamos muito. Sabem aquelas pessoas com quem trocamos ideias? Ele era uma delas. Podíamos não estar juntos com muita regularidade, mas de quando em vez lá se proporcionava um encontro num dos cafés de sempre, numa das duas cidades que tínhamos em comum. Por sua vez, os amigos que temos em comum não são em grande número, pelo que não nos vemos frequentemente. E é também por esse motivo que não sei como raio aconteceu o que tenho para vos contar.

Um dia, a minha bff ligou-me:
- Menina Lamparina, encontrei o J. 
- E ele estava bem? Há séculos que não o vejo!
- Ele disse-me para dizer à minha amiga que parasse de falar dele...
- Como assim?
- Que parasses de falar dele e que ele não é gay.

O J. não é gay já disse que ele teve um affair com uma amiga minha? e se fosse, também não seria motivo para que eu comentasse tal facto. Sou do género "eu nunca assumi a minha heterossexualidade, não me interessa a orientação sexual dos outros"... a não ser que esteja interessada na pessoa, que aí a conversa é outra. Bom, o que quero dizer é que me estou nas tintas para a vida íntima daqueles que não são meus namorados, não a comento em público e não perco tempo a pensar nisso, já que a minha própria existência me dá cabo da cabeça.
Sabem, talvez por ter sido alvo de tantos preconceitos enquanto criança (isto é conversa para outro post), sou das pessoas mais adversas à intolerância que conheço. Em pequena, os meus pais tinham dois amigos que eram namorados. Sem ter visto qualquer manifestação de afecto entre eles, presumi que eram um casal. Quando perguntei à minha mãe se a minha dedução estaria correcta e ela me respondeu que sim, achei normal. Não me chocou, mesmo tendo apenas cinco ou seis anos de idade. Isso não mudou. Tendo amigos e amigas de longa data que são assumidamente homossexuais, vivendo de perto os dramas que atravessaram em determinada altura das suas vidas, só poderia sentir ainda mais respeito por quem não vive dentro do que é a norma instituída. E independentemente da compreensão que não posso ter, por não ser homossexual e por nunca me ter apaixonado por nenhuma mulher, não me parece que tenha o direito de não aceitar e de não respeitar, apenas porque não vivo a situação por dentro.

Nunca falei da orientação sexual do J., até porque não teria nada a dizer. Aliás, ele não costuma ser objecto das minhas conversas. Não temos, como já vos disse, muitos amigos em comum. Senti-me magoada pelo recado que mandou pela minha bff, que tal como eu, ficou incrédula e sem palavras. Conhecendo-me, saberia que o que lhe foram contar não poderia ser verdade. E se desconfiasse, poderia perfeitamente ter esclarecido as suas dúvidas pessoalmente. Sempre preferi a frontalidade. Ainda assim, decidi escrever-lhe uma mensagem no facebook, temendo que não me atendesse o telemóvel. A fúria descrita pela bff fez-me desistir da chamada que teria feito. A sua resposta não foi nada de especial, não quis encontrar-se comigo, pensei que o assunto tinha ficado por ali. Como estava de consciência tranquila, esqueci a triste ocorrência. Até há alguns dias.

Voltei a encontrar o J. e a frieza foi notória. Fiquei com a sensação de que se não me tivesse aproximado, não me teria sequer dado os dois beijinhos da praxe. Só quando a Mana Lamparina comentou o sucedido pensei sobre o estranho momento e associei-o ao diz-que-disse que aqui vos contei. Não sei quanto tempo passou, mas não me lembrava disto. Detesto mal-entendidos destes, mas não me parece que tenha muito mais a fazer. O que me dizem?

Só para quebrar o tom sério do post... já pode vir o Euromilhões!

Lily Cole
Há um versículo da Bíblia de que me tenho lembrado com muita frequência nos últimos dias, que diz algo do género "foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei".
Interpreto-o como se Deus quisesse dizer-me que se formos gratos pelas coisas pequenas, mostramos estar preparados para receber as grandes.
E como eu sou grata pelas coisas mais insignificantes... Não são raras as vezes em que me olham com surpresa, descrédito ou desconfiança quando digo que sou mesmo profundamente grata pelo tecto que me abriga, pela cama confortável e quente, pelas botas que me protegem do frio, pelas roupas que me aconchegam, pelo perfume que me alegra, pelas refeições que nunca faltaram, pelo conforto do meu sofá, pelo carro que me é tão útil, pelo meu cabelo farto, pelo secador que me ajuda a domá-lo, pelas minhas mãos inteiras, pelos meus olhos míopes, pelos óculos que me ajudam a ver melhor, pela água quente que sai da torneira, pela máquina de lavar louça, pelo microondas... podia estar aqui o resto do dia a enumerá-las. Sou profundamente grata por ser uma privilegiada. E quando penso nisto tudo e o sinto cá dentro, encontro sempre mais força para continuar. Enquanto houver estrada para andar...

Já participaram?

Não? Então estão à espera de quê? Aqui!

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Estamos cá de passagem.

Demi Moore
Quando era pequenina, também passei por aquela fase típica em que choramos compulsivamente só de pensar na hipótese de perder o pai ou a mãe. Confesso com timidez que ainda hoje, do alto dos meus 27 anos, essa suposição me humedece o olhar. Ainda que a sombra de uma ou outra doença me tenham apertado o coração, eu não sei o que é sentir o medo real, com a certeza de que o fim está iminente. Não posso imaginar que dor se sente, que urgência nos aperta o peito, que paz o sono não traz.
A impotência que a consciência de não poder fazer nada para alterar o curso de uma vida nos impele é cortante. E a certeza da morte, apesar de ser um dado adquirido, é também inconcebível quando se é jovem. Acho que quando somos novos, optamos por esquecer a fatalidade. Como se fôssemos imortais. Nós e os nossos. Como se a morte só escolhesse os idosos, os velhinhos, aqueles que estão naquilo que entendemos ser a recta final. E de repente, sem que nenhum de nós autorizasse, ela escolhe assombrar os que, da nossa pequenez, consideramos merecedores de vida. Como se fôssemos Deus. Como se soubéssemos alguma coisa disto. Depois de encarar a realidade, não há revolta, mágoa, fúria ou tristeza capazes de a alterar. Tentamos então aproveitar o tempo que resta aqui com resignação. Estamos cá de passagem, não é? Então que cada "adeus" seja um "até já".

Do fundo da gaveta #4

Mais um texto de 2008. Parece ter sido um ano produtivo!

"Para que servem os momentos felizes, afinal? Qual é a utilidade dessa efémera sensação de embriaguez senão a sua posterior reprodução num poema cantado por um fadista melancólico ou numa suave bossa nova? “Tristeza não tem fim, felicidade, sim…” – e vivemos de memórias, de nostalgias, de saudades. Tristes já no início das coisas boas cujo fim prevemos. Não seria menos cansativo viver apenas do campo terreno, ignorando tudo o que ultrapassa a futilidade da vidinha medíocre? Talvez se nos focássemos apenas no objectivo, material e físico, almejando apenas os sucessos académicos e profissionais, vivêssemos em paz, adormecidos nessa progressiva rotina em que, degrau após degrau, nos vamos firmando em algo de concreto. Porque observo os que assim vivem (ou sobrevivem), sem intensidade e ignorando a vasta amplitude da existência humana e concluo que são cheios de uma paz de alma que quase invejo. Porque apesar de atrevida, diz-se da ignorância que também ela pode ser um caminho para a felicidade. E há muitos momentos de retrospecção em que dou por mim ardente de desejo por esse estado de cegueira. Contudo, sei no mais íntimo do meu ser que viver é um vício. É-me inconcebível uma existência anónima e sem sentido, como ovelha num rebanho. Nasci para ser a ovelha negra, a desgarrada, que prefere perder-se e encontrar-se que renunciar à exaustiva aventura de pensar e sentir, caminhando por onde todos caminham, seguindo o que todos seguem, gostando do que todos gostam… Não há escolha para mim. E vou morrer sem saber para que servem, afinal, os bons e curtos momentos que pontuam a nossa jornada, aquilo a que chamamos vida."

terça-feira, 6 de novembro de 2012

O gosto muda com a idade.

Em miúda, a minha mãe vestia-me como se estudasse num colégio. Ele era saia às pregas com meias altas, lacinhos na cabeça no mesmo tecido que a saia, camisa, pullover e mocassins. Odiava mocassins. Eu queria era andar de fato de treino e de calças de ganga todos os dias, para poder correr e saltar e subir árvores e trepar muros e brincar à vontade. E os conjuntinhos de malha, o cardigan e a saia que picava o rabo quando me sentava? E as sabrinas. Andava imenso de sabrinas e detestava sabrinas. Principalmente quando era obrigada a usá-las com jeans. Achava horrível, eu só queria poder andar de ténis todos os dias!
Em todos os casamentos, cerimónias, festas, celebrações a que fomos, fui coagida a usar sabrinas ou mocassins e num deles decidi ficar sentada durante o dia inteiro, porque não me sentia confortável para ir brincar com os outros meninos e porque queria manifestar o meu desagrado.
Cresci.
Passei a adorar mocassins. Passei a ser fã de sabrinas.
Descobri que a minha filha vai sofrer horrores, porque serei como a minha mãe foi: uma megera que não me deixava usar ténis todos os dias.
E por falar em sabrinas, apresento-vos as minhas novas companheiras, da Blanco:

Com frio e de pé molhado, na rua.
Quentinha e de pé seco, em casa.
O detalhe da frente, que amo de paixão.

Eu juro que não é de propósito para vos tentar, mas

tenho mesmo que vos revelar a minha mais recente descoberta! São a dose perfeita para gente gulosa como eu. Descobri-os na loja de conveniência da Repsol. Há de mel, doce de leite a melhor coisa do mundo, sabe a baba de camelo e de chocolate sabe a brigadeiro. São vinte ou trinta cêntimos de puro prazer. Aquela coisa doce que apetece quando não há nada em casa, sabem? A quantidade suficiente para satisfazer essa necessidade súbita. O namorado diz que pareço uma viciadona quando me vê de pacotinho na mão. Eu acho que pareço uma pessoa feliz.


Desculpem, não vos quero tentar, mas

Natasha Poly
quando vos escrevi sobre a Parisienne, ainda não tinha provado os seus cupcakes. Agora que o namorado mais querido do mundo (ou aquele que mais zela pelo pneuzinho da sua namorada) me ofereceu uma caixinha deles, já posso aconselhar-vos a ceder à tentação. São maravilhosos, melhores que os da Merry Cupcakes, que eram os meus preferidos até à data. O queque é fofo e suficientemente húmido para não se tornar na parte enfadonha do bolo, as coberturas são cremosas e nada enjoativas.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Debaixo dos caracóis dos seus cabelos... lalalalalalala...

Solange Knowles
Fui à loja onde compro habitualmente os meus produtos para o cabelo buscar a minha máscara milagrosa - não, ainda não encontrei melhor.
Uma senhora fazia por lá as suas comprinhas e calculei, pela quantidade de artigos que levava, que deveria ter um cabeleireiro ou algo do género. Junto ao balcão, esperava que terminasse as suas intermináveis compras para que a funcionária da loja me atendesse. Ia espreitando as cores dos vernizes expostos e comentando as novidades arrumadinhas nas prateleiras com a Mana Lamparina.
Quando a tal senhora se preparava para finalmente pagar, decide agarrar na minha máscara, que tinha entretanto pousado em cima do balcão:
- O que é isto? Isto não é meu, pois não?
- É meu. - respondi.
Além de não largar o meu boião, decidiu comentá-lo e encher-me de perguntas... sabe Deus o quanto odeio que mexam nas minhas compras, seja onde for - no supermercado, na Zara, whatever.
- Mas isto é bom?
- É, ou não estaria a comprar.
- Mas gosta?
- Pois, ou não estaria a comprar.
- Mas é para quê? Ai é que eu gosto muito de saber tudo sobre o que vai aparecendo.
- ...
Não satisfeita, decide virar-se para a Mana Lamparina:
- Ai esse cabelinho que tem é uma bênção.
A Mana sorri.
- Não gostava de fazer um alisamento? Devia fazer um alisamento.
- Não. Eu gosto do meu cabelo encaracolado. - retorquiu a Mana, entre a irritação e o espanto perante tamanha contradição. (Então era uma bênção e agora devia fazer um alisamento? Em que é que ficamos?!)
- Mas devia então tirar-lhe volume. Sabe que pode tirar volume e manter os caracóis... - a Mana interrompeu-a, numa vã tentativa de terminar o diálogo:
- Sei, mas eu gosto do meu cabelo assim, obrigada.
- Sabe, eu sou cabeleireira e tenho uma cliente que tem um cabelinho assim, uma bênção. Mas coitadinha, nem conseguia penteá-lo. Consegue penteá-lo? Não dá imenso trabalho? - temendo a impaciência da Mana, respondi eu:
- Dá mais trabalho aos outros que a ela, não se preocupe.
- Pois, mas peça à sua cabeleireira que lhe retire volume sem tirar os caracóis que não se vai arrepender.
Observando a estranheza do momento, a funcionária da loja apressou-se e mandou-a à vida dela.

Juro que não compreendo como podem certas pessoas ser tão metidas sem qualquer vergonha. Que horror!  Já viram a facilidade com que se podem cometer indelicadezas? Ninguém lhe pediu porcaria de opinião nenhuma, pá. Que labrega!
Nesse dia, a Mana engendrou uma nova estratégia para afastar gente metida como essa senhora, já que é constantemente bombardeada com comentários deste tipo: numa próxima abordagem destas, dirá que teve um problema de saúde muito grave que deu origem a uma enorme perda de cabelo - "Agora que ele voltou a nascer, forte e farto, não posso deixar de ser feliz com ele."
Talvez assim as pessoas aprendam a ficar no seu lugar sem chatear os outros.

O cabelo da Mana é super volumoso, com muitos caracóis, lindo de morrer. Um afro sem carapinha cerrada, a lembrar o da irmã da Beyoncé, na foto. Ela adora-o assim e eu também. Não temos que ser todos iguais. Ponto final.

Boa semana, meus amores!


sexta-feira, 2 de novembro de 2012

A Menina no Belle du Jour!

Babada com o exagero dos elogios! A constante partilha é o que dá graça à blogosfera, não é? Obrigada, Belle!

Passatempo!!!

Prometi no face da Menina que quando chegássemos aos quatrocentos seguidores por lá, lançaria um passatempo. Já somos mais de 430, por isso já venho um bocadinho atrasada, mas o que interessa é que o blog Beadelicious, um queridinho do lamparina, tem uma daquelas pulseiras da imagem para vos oferecer. E eu, como sempre, tenho um miminho surpresa. Pode ser um cheirinho para o carro, uma lâmpada sem génio ou qualquer coisa de make up. Seja o que for, garanto que vos vai iluminar o dia.

Para participar, só têm que:
1- seguir o Beadelicious,
2 - seguir o Lamparina,
3 - gostar da página de Facebook do Beadelicious,
4 - gostar da página de Facebook da Menina,
5 - partilhar o passatempo se quiserem ter uma entrada extra,
6 - preencher o formulário abaixo,
7- esperar quinze dias (até 16 de Novembro) para saber o resultado do sorteio que será realizado via random.org!

2 de Novembro

Kate Hudson and Goldie Hawn
É o primeiro aniversário que não passamos juntas em vinte e sete anos. E ainda que para muitos seja uma patetice, para mim não. Na minha família e no meu núcleo de amigos íntimos, os aniversários são um assunto sério. Uma data que não pode passar em branco.
É-me difícil aceitar a mudança. Qualquer mudança. Reparei nisto há pouco tempo, uns meses, talvez. Disse-mo o meu pai e aposto que nem ele soube que aquelas palavras me ficaram impressas na mente. Não são poucas as vezes em que descubro características minhas quando outros me revelam no que me dizem. Como quando a minha eterna professora de Português me chamou a atenção para a minha incapacidade de pedir ajuda, por exemplo. Nunca a teria notado se ela não mo tivesse dito. Sem grandes filosofias, a meio de uma conversa banal. Foi assim também com o meu pai: falávamos sobre uma hipotética mudança de carro e eu ofereci resistência, que adoro a minha carrinha, que dou graças a Deus por ela todas as manhãs, que ainda está óptima e mimimi. Pouco depois, discutíamos a ideia de mudar de casa e também nesse momento não demonstrei apreciar a sugestão. "És avessa à mudança", disse ele. Sou avessa à mudança. Custa-me mudar quando não estou certa de que vou mudar para melhor. Gosto de estabilidade e provavelmente a falta dela nos últimos anos tornou-me numa versão um pouco menos dramática do Velho do Restelo. É por esse motivo que este segundo dia do mês de Novembro do ano de 2012 ficará gravado em mim como o primeiro que não passei com a minha mãe. Porque as coisas mudam sem que eu autorize. Porque eu não controlo tudo, infelizmente. Porque as pessoas se transformam e com elas, as relações, os hábitos, as tradições. Se a comunicação não fosse também constituída por uma grande parcela desprovida de verbalidade, numa constante troca de expectativas, tudo seria mais simples.

Parabéns, mãe.

Bom fim-de-semana!

Megan Fox
"Todos os erros humanos são impaciência, uma interrupção prematura de um trabalho metódico."
Franz Kafka

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Li na Cosmopolitan e gostei...

Como combinar batom e blush, para um make up coeso, seja com contrastes ou com coordenações perfeitas:

Batom vermelho com blush rosa, para exprimir feminilidade.

Batom nude com blush rosado, para uma combinação sem falhas.

Batom rosa com blush vermelho, para um efeito glam rock; com blush laranja para um look pop.

Batom laranja com blush bege para um resultado muito trendy.


blush

Sou só eu?

Sienna Miller
Sempre que sonho com animais, comunico com eles telepaticamente. Sou a única?