quarta-feira, 6 de junho de 2012

É tudo mais simples quando abrimos o jogo.

Kate Moss
Não tenho paciência para meios. Gosto de inícios e de fins.
Não tenho paciência para meias verdades. Gosto de tudo dito.
Não tenho paciência para meias palavras. Não acredito que bastem.
Sou mulher de tudo ou nada, de preto no branco. Gosto de ter tudo inteiro. Um todo é sempre melhor que partes.
Não gosto de metades, não tenho pachorra para pontas soltas. Gosto de conclusões, de certezas e de clausura.
Não me incomoda que me achem bruta, demasiado intensa ou séria demais. Prefiro uma verdade incómoda que um constrangimento provocado pelo que não se diz. E quando não existe a coragem, o respeito e a consideração que a transparência traz, afasto-me. Porque não tenho paciência.

Drama.

Emily Blunt
Sonhei que tinha cortado o cabelo pelos ombros. Era quase um bob em versão comprida. E estava mais liso que nunca. Até a cor tinha mudado: estava preto. Pouco tempo depois, já parecia o Mogli. E eu chorava, em frente ao espelho. Quando acordei estava tudo bem.

terça-feira, 5 de junho de 2012

São tempos de seca, meu amor.

Daga Ziober
Saber que é apenas outro intervalo na existência em que fazemos pelo que há-de vir sem saber. Lavra-se a terra ao sol porque há-de chover. Qualquer coisa será melhor que a aridez de um solo moribundo.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Um parênteses no meio da densa prosa que tem enchido os meus dias.

Começo a semana pesada, num passo arrastado que não esconde o cansaço. Não vos consigo contar de como foi bom ver o Lenny (e tocar-lhe). Não consigo falar-vos do bom tempo. Não consigo nada. Hoje não tenho frases giras para animar o sempre chato início de semana. Hoje tenho uma montanha enorme à minha frente e não consigo dar o primeiro passo para começar a escalada. E a carga é tanta, tão enorme que me sinto fraquejar.
Tinha tirado o fim-de-semana para espairecer. Um parênteses no meio da densa prosa que tem enchido os meus dias. Um festival com as minhas meninas. Uma mesa no bar de sempre, um moscatel, as conversas que matariam as saudades dos meus amigos. Este fim-de-semana ia ser grande. Começou em grande. E aquele telefonema de madrugada interrompeu o meu sono e lembrou-me da fragilidade da vida, do risco que corremos de passar desta para melhor num momento fugaz.
Ela está bem, está viva.
Mas o período de tempo em que fui consumida pelo medo de a ter perdido ainda me deixa trémula. As lesões com que ficou hão-de ser passageiras, como nós no mundo.
A chuva no rosto, o frio, os cacos no chão molhado, as luzes azuis das ambulâncias, o olhar perdido, os carros feitos lixo, a amnésia de uma, o pânico de outra.
E ainda envolta em receios, surgiram os pequenos nadas que doem sempre, as mágoas que aumentam, as inseguranças. Só depois do sangue frio, do diagnóstico feito e de estar lá para elas, as lágrimas perderam a timidez. Só depois da madrugada, do dia e da noite.
Além da óbvia descarga emocional, o confronto com a realidade. Com a minha agenda cheia. Não sei se vou ser capaz de fazer tudo o que quero. Tantos planos, tantas metas, uma enorme dívida para comigo. Não sei o que foi feito de mim, onde raio me deixei pendurada, em quem me tornei. Esqueci-me de ser eu. Desleixei-me, escondi-me atrás de desculpas para não ter que lidar com o que incomoda. E agora é tempo de dar o litro e eu ainda estou cansada, amachucada, dorida. Um abraço.
Mas ela está bem. Está viva.
E como ela, também eu me vou levantar para fazer o que tem de ser feito.
Hoje não.
Amanhã.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

É dia de RIR. E da criança também.

Kate Bosworth
Já falei dele algumas vezes e esta é mesmo só para vos contar que estou no Rock In Rio a dar uma de lamparina festivaleira.

Vocês perguntam...

Olivia Palermo
...eu respondo. Estão a ver do que falo? Comprei-os aqui.

Bom fim-de-semana!

Scarlett Johansson
"Às vezes ofendemos mais com o nosso silêncio do que com a nossa impertinência."
William Hazlitt

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Desistir.

Lana del Rey
E então ela fica magoada com tudo. Tudo lhe dói no corpo cansado que guarda um coração pequenino, frágil e delicado. Cada ausência sentida, cada tom de voz que não envolto em amor, cada palavra áspera que lhe dirijam. Se num olhar não há mais que frio, sangra um pouco mais por dentro. Se não sente o calor do abraço, nota um canto da alma mirrar. Se lhe cobram ser antes ter dado, perde o vigor e cerram-se as pálpebras. E então ela fica magoada.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Encomendas preciosas.

Lembram-se deste post?



Era isto.

"Salto escondido com o rabo de fora"

A febre começou com os Isabel Marant, certo?

Fomos bombardeados com imagens deles pelos pés de todas as celebridades, it girls, bloggers e afins...


Além das réplicas contrafeitas à venda nos Ebays deste mundo, outras marcas decidiram seguir a tendência:


Poucos conseguiram conquistar o meu coração. Ou nenhuns. Até descobrir os River Island.

Euzinha, que odeio ténis (só uso keds de quando em vez), apaixonei-me por estes. Salto de cerca de 4 cm escondidinho, super confortáveis e leves:

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Já estávamos com saudades de passatempos, não era?

Era. Pelo menos, vocês disseram-me que sim, no face. E eu tinha prometido que quando chegássemos aos 200 gostos na página da Menina, lançava um passatempo. Já somos 229 e hoje é o dia.
A querida Isabel, do Kabukis & Margaridas, além de ser leitora aqui do estaminé, ainda é a grande promotora desta iniciativa e tem um dos seus livros preferidos para oferecer. Quanto a mim... bom, é surpresa. Só digo que vai fazer-vos sentir ainda mais bonitas.
Apresento-vos a mais recente parceria da blogosfera:

O Kabukis & Margaridas e o Lamparina decidiram aliar-se e surpreender as suas leitoras com um passatempo: vamos oferecer um livro de maquilhagem 5 Minute Face da Carmindy!


Além disso, a Menina está a preparar uma surpresa daquelas bem gostosas e apetecíveis...


Para participar, basta:
1 - Tornarem-se seguidoras do Lamparina.
2 - Tornarem-se seguidoras do Kabukis & Margaridas.
3 - Gostarem da página de facebook da Menina.
4 - Gostarem da página de facebook do Kabukis & Margaridas.
5 - Partilharem o passatempo.
6 - Preencherem o formulário abaixo.



Podem participar até dia 15 de Junho!
O sorteio será feito aleatoriamente pelo random.org.
Boa sorte!

hum?

Olivia Palermo
O meu fim-de-semana foi cheio. E bom. E muito, muito cansativo. E o vosso?

Boa semana, meus amores*


sexta-feira, 25 de maio de 2012

Um dia pela Vida.

Jessica Stam
Não foi um dia. Não foram três meses. Não foram as reuniões nem o atendimento às equipas na sede emprestada que carinhosamente apelidámos de salinha. Não foi o cansaço. Não foi o deixar de ter vida própria, nem os Sábados ocupados ou os feriados em que decidimos trabalhar. Não foi a impaciência nem a exaustão. Não foram as cobranças da família e dos amigos, lamentando a falta de tempo que lhes dediquei. Não foi a insegurança, o receio de falhar ou o medo de ser assaltada. Foi muito mais.
Sabem, se me tivessem contado como seria, não me teria sentido à altura de um projecto desta dimensão. Eu não fazia ideia de que iria ser como foi.
Quando o coordenador desta surpresa me disse que mais que um projecto, uma iniciativa ou um aglomerado de actividades, estávamos a falar de uma experiência com muitas emoções à mistura, confesso que achei que eram balelas. Não porque duvidasse dele, mas porque estou tão farta de ver gente a brincar às caridadezinhas que me pareceu difícil que a sede de protagonismo inerente à maior parte dos seres humanos não abafasse o que nos movia. Volvidos alguns meses, dou a mão à palmatória: ele tinha razão. E talvez por isso esteja a escrever-vos com um nó na garganta.
Amanhã é o dia do encerramento. O evento final, o culminar de todo um trabalho feito de mãos dadas.
Conheci pessoas maravilhosas. Pessoas sem medo de trabalhar, empenhadas, dedicadas. Que conseguem tudo o que querem, que dão mais do que têm, para quem não existem impossíveis. Outras que espantam, alegram e nos fazem sorrir, de tão genuína a sua atitude. Conheci gente forte, inabalável e firme. Entrei no mundo de quem entrou também no meu. Quero guardá-las para sempre. Apaixonei-me por tudo o que são. Abracei pessoas que de tão doces, não ousaram levantar a voz. Fascinaram-me outras, que escondiam toda a sua doçura por debaixo de uma máscara austera. Criei cumplicidades e percebi que não importa que preconceitos existam: eles desaparecem quando nos entregamos, porque somos todos humanos, charme e osso, no meu caso. Reaprendi muitas verdades de que já não me lembrava.
Tive o privilégio de aprender mais qualquer coisa, fazendo jus ao cliché que proclama que quem é voluntário recebe sempre muito mais do que dá. E todo o trabalho que fiz não me parece muito. Olhando para trás, o que me parece imenso é todo o trabalho levado a cabo pelas equipas e pelos seus capitães. Nunca vi Pombal assim. Toda a gente envolvida na mesma causa, sem partidos à mistura. Foi um movimento e tanto. Comovente, no mínimo. Num contexto como este que atravessamos, em que a crise financeira se mistura com a de valores e em que consequentemente o umbigo de cada um é a sua única prioridade, surpreende-me que tanta gente (meu Deus, tanta gente!) se tenha unido com um mesmo propósito. Deram o seu tempo e o seu dinheiro com um desprendimento impressionante. E fizeram-se coisas bonitas, alcançámos números de que não nos envergonhamos, passámos a mensagem pretendida.
Se houve pormenores menos bons no UDPV? Claro que sim - onde há gente, há confusão. Mas foram pequenos nadas no meio de tantos aplausos que merece.

Vestimos a camisola. Agora não a quero despir. Não me entendam mal, eu continuo a odiar roxo, mas vou sentir falta daquela Comissão Local, dos meus meninos do Quarteto Fantástico o que teria sido de mim sem eles?, da salinha, dos jantares. Já sinto.
Pombal está de parabéns.

Estão todos convidados para aparecer amanhã no festão do ano @Jardim do Cardal. Começa bem cedo e dura até durar.

Bom fim-de-semana!

Kate Moss
"A diferença entre ficção e realidade? A ficção tem que fazer sentido."
Tom Clancy

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Depois conto melhor, mas

Adriana Lima
recebi uma encomenda daquelas que nos deixam em ânsias enquanto não chegam e em total histeria quando finalmente dão ares da sua graça.

...

Kate Moss
Falámos pouco e tanto. Falámos de tanto e de tão pouco. E eu tenho saudades de me perder nessas conversas em que o mais importante foi o que não se disse.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Medo.

Eva Mendes
Vocês sabem que toda eu sou Verão, que adoro bom tempo e blá blá blá. Mas morro de medo desta altura de transição, em que vejo malta de botas acima do joelho e blusão de cabedal na mesma mesa de café que pessoas de sandaloca e vestidinho primaveril. Não, não é a dicotomia que me repugna. São as figurinhas que começam a aparecer por aí. Andam mais ou menos tapadas durante a maior parte do ano e é nesta altura que perdem a vergonha e despontam um pouco por todo o lado como as flores, estão a ver?. É a loucura, minha gente! Os pneus a saltar por todo o lado, as banhocas apertadas naqueles tecidos manhosos, mamas com vida própria, prontas a abandonar o soutien com alças de silicone e dois números abaixo do desejável... e os braços, senhores. E os pés, senhores. Ai.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Até o nome é lindo.

Prendeu a minha atenção com um mail em forma de teaser. Depois de esperar por mais esclarecimentos, chegou-me outro, com imagens que puseram fim às minhas dúvidas: pulseirinhas maravilhosas, miminhos lindos, coisinhas fofinhas que dói. Podem ver com os vossos próprios olhos:




Estão a ver o estilo? Podem espreitar mais aqui.

detesto...

Lily Donaldson
...que adicionem a terceira das cinco vogais ao meu nome. Só tenho um e é pequeno, três letrinhas apenas: Ana. Lê-se sempre da mesma maneira, da frente para trás e de trás para a frente. E sabem que mais? Não é Iana, em nenhum dos casos. É Ana. Simples, pequeno e sem merdas. Uma só vogal, uma só consoante. Para quê complicar? Ana. Fácil, não é? Bem me parecia.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

coisas bonitas que já não me lembro de ter escrito

Blake Lively
"Das vezes que te amei não viste nem soubeste. Fui luar sobre ti, brisa que te levou beijo, calor que pediu que te destapasses durante a noite. Fui o vazio que sentiste na tua cama, a solidão que te doeu ao final de um dia com tanto para contar. Fui pensamento desconexo que te trouxe até mim, um desejo que oprimiste, o medo que te impediu de avançar. Fui o frio de que te protegeste, para te dizer que ardo por dentro e que quero partilhar esta chama contigo. Das vezes que te amei não viste nem soubeste."

Boa semana, meus amores...


Vai ser.

Hoje o meu pensamento está com ela. E o meu coração. E as minhas orações, que a linha directa para o Céu não serve só para agradecer cada dia ou para Lhe encaminhar o meu choro. Há pessoas que nos fazem sentir pequeninas, tão grande a força que manifestam. Ela é assim e por isso sei que tem razão: "É só mais uma vitória".

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Há incongruências que me chateiam.

Marion Cotillard
A frase ocupava um muro enorme. Escrita com tinta azul cobalto, maior que eu, gritava estupidez: "Jesus também teve dois pais".
Apelar à tolerância com base num desrespeito agressivo e disfarçado de irreverência não me parece inteligente. Nem que a premissa estivesse correcta me pareceria adequado.
Não quero tecer aqui comentários sobre a homofobia, que abomino. Não vou alongar-me sobre o que penso dos rabiscos por essas ruas fora. Não é a luta por uma causa que questiono, aliás, lamento que ainda exista quem sinta necessidade de ser aceite, de ser tratado de forma indiscriminada, de se assumir (eu cá nunca assumi a minha heterossexualidade). O que me choca é a leviandade de um qualquer chico-esperto.
Decidi contar o que li naquele muro, inexpressivamente e sem qualquer tom depreciativo, a algumas pessoas. "Giro", "Tá giro", "Bem pensado".
Tenho para mim que a maior parte dos seres humanos habita noutro mundo qualquer. Ou que a minha alma é velha, muito velha, antiga, de outra época. Que os meus valores não são os de toda a gente, essa massa cinzenta e homogénea que é a sociedade.
No meu planeta o respeito adquire-se respeitando, da mesma forma que tolerância gera tolerância. Mas no meu planeta só vivo eu.
Resumindo: isto é giro, mas um puto numa escola com um cartaz defendendo a liberalização das drogas não tem piada. Está bonito. Tenho para mim que temos de proceder urgentemente a uma redefinição de conceitos simples, como liberdade e libertinagem.

Ser poeta é ser mais alto.

Katy Perry and Rihanna
Gosto de entrar em espirais de profunda divagação. É quase um transe. Não há conversas mais ricas, mais cheias de conteúdo, mais filosóficas que essas, em que dissertamos, pensamos todos os pormenores. Quem não se dá com os números, exercita o cérebro assim: dissecando cada névoa de emoção por detrás dos vocábulos pensados, sentidos e verbalizados. Interpretando a realidade de que também fazemos parte, aludindo à História e perspectivando um futuro. E terminando com uma qualquer baboseira, que só quem não se leva demasiado a sério é dotado da capacidade de se divertir genuinamente. Talvez por isso não haja muita gente com quem fale assim. Talvez porque a maioria das pessoas se leve demasiado a sério.

Bom fim-de-semana!

Gemma Ward
"Duas coisas são infinitas: o Universo e a estupidez humana. Mas no que respeita ao Universo, ainda não adquiri a certeza absoluta."
Albert Einstein

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Vou ter que inventar uma palavra nova, estou a ver...

Lauren Conrad
Se aprendemos uma palavra nova, ela aparece-nos em cada linha, mais que nunca, como não se mostrava antes. Se ouvimos falar numa doença que desconhecíamos, passamos a saber de mil pessoas que dela padecem. Se descobrimos um cantor novo, ele não larga o rádio do carro. Se nos apaixonamos por uma pessoa, ela surge em cada rosto que se cruza connosco, cada pormenor da rua que atravessamos, cada acorde que ouvimos. Se nos tornamos voluntários da Liga Portuguesa Contra o Cancro, passamos a vê-la em todo o lado. Até no Compal. Como se chama este fenómeno? Também acontece convosco?

A pior descoberta dos últimos tempos!

É que o Verão e os biquínis estão aí e eu ando perdida, não sei o que se passa comigo... Não é que os grissinis que acompanham normalmente os patês ficam ma-ra-vi-lho-sos com nutella? Lembram-me uma guloseima que adorava quando era piquiti: Pic-Nic. Quem se lembra?

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Levas uma lamparina...

Hilary Duff
E eu que nunca me tinha lembrado, em toda uma vida lamparínica, que uma lamparina também pode ser um chapadão na cara? Foi a tia Paula que me abriu os olhos.

Fenómenos únicos.

Bette Franke
Foi numa esquina qualquer, numa rua de que já não me lembro, algures na Figueira da Foz. Estou parada e noto que toda a gente que passava por mim se ri. À minha volta, a minha família ria perdidamente. Não conseguiam falar, balbuciavam vogais. E eu não estava a perceber puto do que se passava. Olhei para o meu reflexo numa vitrine. Não havia um único fio de cabelo que parecesse importar-se com a lei da gravidade.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Estas coisas nossas que são só nossas e a vulgaridade.

Rachel Bilson
Uma professora de Português disse-me, era eu uma menina, que as mulheres eram poderosas. Muito poderosas. Que os nossos fascínios nos dotavam de uma capacidade única: a de obter o que bem quisermos do sexo oposto. Como se de um encantamento se tratasse. Não percebi o que queria ela dizer com aquilo. Quê? Fazemos olhinhos e pronto, cai-nos o porsche baby pink directamente na garagem? Mostramos o decote e dão-nos jóias? Ca estupidez, pensou a Menina ainda menina.
Depois a menina cresceu e com a ingenuidade foi-se também a dúvida.
Curta e grossa: os gajos são parvos. Uns patetas, desculpem lá. Uma pernoca à mostra e está feito. Se eu acho foleiro que usemos o nosso charme, sex appeal e qualquer outro atributo que tenhamos ali à mão não vale porcalhice em prol de um determinado objectivo? Claro que não! Só se formos estúpidas é que não usamos aquele olhar 74, o tom de voz 1465 e aquela mímica com tanto de princesa como de vamp para manipular alguém.
Não vale é anunciá-lo ao mundo, girls. Isso é que não. Lady que é lady não se gaba de tal proeza. Coisa feia, a vulgaridade.

Curioso...

Camilla Belle
Sim, também me colei na red carpet da Met Gala. Sim, também tinha opiniões sobre os outfits, hair and make up. Sim, tenho ódios de estimação e paixões arrebatadoras. Pareceu-me que já não havia nada de novo para dizer, então fiquei caladinha. Mas sabem o que achei mesmo curioso? Sabem? Não sabem, pois não? Eu digo: que depois do buzz criado pela blogosfera em torno da ck one color, uma das mais elogiadas da noite tivesse sido maquilhada pelo make up artist da marca de cosméticos, Hung Vanngo. Coincidências...
Pessoalmente, seria incapaz de arriscar uma boca tão marcante quanto dramática, sou mais virada para lábios nude #boring!, mas acho que na Camilinha resultou. A cor do cabelo, a escolha do penteado, o tom da pele, as sobrancelhas fortes, o vestido que se funde nela, tudo ajudou... Ficou clássica e sexy - coisa difícil!
Para as leitoras do lampas mais arrojadas e que queiram reproduzir o look:


segunda-feira, 14 de maio de 2012

I love Summer.

Sim, os dias custam menos a passar desde que o Sol deixou de se armar em parvo e decidiu voltar a iluminá-los como a Menina gosta. Melhor, só quando estiver de férias. É que eu gosto mesmo de cabelos cheios de sal, louros do Sol, vestidinhos leves, pele queimada e havaiana no pé. Sou assim, devia ter nascido no Brasil, sei lá. Bom, enquanto as minhas havaianas aguardam pelos seus dias de glória, continuam arrumadinhas no closet. Para matar saudades, estava mesmo com vontade de ter um mimo destes preso a uma das mil pulseirinhas que não tiro do pulso esquerdo:









Decidi mostrar-vos sete, mas o último pendente é mesmo o meu preferido... estas peças são da nova colecção da Unike Jewellery, que se chama Samba e é alusiva às praias do Brasil (cada pendente tem o nome de uma praia - how cute is that?). Vendem-se exclusivamente nas lojas Bluebird e na compra de um, a marca oferece uma fita ou um fio. TÃO fofo.