terça-feira, 24 de abril de 2012

Também quero um destes!

Kate Moss
A culpa é da Maria. Ela falou dele aqui e eu fiquei cheia de vontade de também ter um. Porque me tem apetecido uma cor nos lábios e porque ela diz que comeu uma refeição inteira e o cor-de-rosa permaneceu intacto. Sinto-me uma palhacinha quando experimento vermelhões, por isso sou fiel aos tons "nada", mas este até me faria mudar de ideias. Juro.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Geraldina Matriosca

São vidas simples. Servem para nos alegrar os dias. Para sorrir pela manhã, quando entrava na cozinha para preparar o meu pequeno-almoço e a via empoleirada na sua gaiola cor-de-rosa, para me dizer "Olá". Para me pedir comida, colo ou festinhas. Para me lembrar de que até um cérebro pequenino como aquele consegue surpreender-me com atitudes que comprovam a sua inteligência. Para me mostrar que não faz mal amar tanto um bichinho que alguns compram apenas para alimentar a cobra que têm em casa.
Estava deitadinha debaixo da rodinha, numa posição que não era a dela. Normalmente, encolhia-se, enrolava-se sobre si própria. Ontem, não. Não quis acreditar, dei toques na porta transparente que abria para a deixar vir para a minha mão, grande demais para aquele corpo tão pequenino. Tinha ido embora. Ela foi-se embora. E apesar do vazio que deixou na gaiola, as lágrimas que não contivemos revelam que aquela vida simples e que poderia passar completamente despercebida, nos encheu os dias e os corações.
Era só um hamster anão russo. Ou a rata da Maria, como os amigos da Mana Lamparina lhe chamavam. Um presente de Natal. Chegou cá a casa ainda bebé, o pêlo branco e o medo dos humanos. Semanas depois, apareceu uma manchinha cinzenta que foi alastrando, como o à vontade connosco. Passeava por nós segura, cómica, fofinha. Uma bola de pêlo do tamanho do meu polegar que fez parte dos nossos dias e das nossas vidas. São vidas simples.

Five.

Hilary Duff
A Ana FVP lançou o desafio e eu pumbas! Cinco factos aleatórios sobre a Menina Lamparina de que vocês ainda não tenham ouvido falar:

1. Não me impressiono facilmente e às vezes tento disfarçar essa característica para que não me achem arrogante. Os meus amigos e a minha família já toleram melhor, mas a maior parte das pessoas fica irritada com o desinteresse que tendo a demonstrar quando me tentam surpreender, mostrando alguma coisa nova ou contando algum facto bizarro.

2. Gostava imenso de ter maminhas maiores. Se depois de ser mãe não vir melhorias, recorro a uma cirurgia.

3. Sou decidida, forte e destemida... no entanto, quando permito que o medo se apodere de mim, bloqueio, fujo e finjo que o problema não existe. Só para que percebam a dimensão disto: na faculdade, nunca via as notas na pauta... só no final do ano me dirigia à Secretaria para saber se tinha passado de ano. Uma vergonha.

4. Toco piano desde os quatro anos, mas nunca consegui aprender a tocar viola. Um desgosto.

5. Tenho imensas manias parvas: detesto sair à noite nos dias em que lavo o cabelo porque me incomoda ficar com a juba lavada mas a cheirar a tabaco e estou sempre a ver-me ao espelho porque tenho horror a ter alguma coisa nos dentes ou no nariz e não me aperceber disso.


sexta-feira, 20 de abril de 2012

Passatempo tentador...

Confirmem aqui, no Marcas por Amor.

Dia Clinique.

Na quarta-feira à noite agucei a curiosidade de quem me espreita também pelo Facebook. Tinha sido um dia cheio, daqueles que acabamos com a certeza de que o cansaço vale a pena. Na altura, mostrei esta foto. Hoje vou revelar tudo...


Com a Clinique, todas as experiências são maravilhosas e esta não foi excepção. Sim, eu sei que sou tendenciosa, mas depois de verem fotos do evento vão perceber o que quero dizer com "sala linda" ou "chão cor-de-rosa".



Bom, mas vamos ao que interessa: andar de spot em spot. Comecei por fazer mais um diagnóstico à minha pele com uma consultora Clinique, não porque não soubesse qual é o meu tipo de pele, mas para descobrir se houve alterações. Sim, porque a minha pele já me fez recorrer a várias linhas: já usei anti-blemish, produtos para tipo 3 e tipo 2! Conclusão: voltei ao tipo 3.


Depois de sabermos como estamos de saúde, fomos maquilhadas por profissionais da marca (não, a Jenna Menard não estava lá), que apesar dos meus ataques de riso conseguiram pôr-me bonitinha, dentro do possível.


Aprendemos sempre qualquer coisa útil nestas situações e desta vez fiquei convencida de que tenho mesmo que comprar um pincel para aplicar a base. O acabamento é essencial e não vou estar com tretas: chega de dedinhos para espalhar o produto. Fica muito mais natural, a cobertura é mais homogénea e acho que é apenas uma questão de hábito.


O make up corresponde ao meu gosto pessoal. Não saí da minha zona de conforto e fez todo o sentido, porque o resultado final seria registado. Trouxe comigo a lista dos produtos utilizados, mas sei que se tentar reproduzir o efeito, não vai ficar igual... porque a mão de um profissional já está treinada para não se perder em assimetrias. A minha não.
E porque abandonar o espaço sem uma fotografia gira para o perfil do Facebook seria uma pena, estavam por lá as meninas da spoil (é bem provável que já tenham ouvido falar, mas podem saber mais sobre elas aqui ou ali). Além de simpáticas, conseguiram o impossível: fazer com que eu não me enrolasse sobre mim própria, num choro dramático, por não ser minimamente fotogénica. Quando tiver as fotos, mostro.


A ideia era que neste dia experimentássemos os produtos de maquilhagem Clinique, que não nos limitássemos a vê-los, mas que os descobríssemos. Sentir texturas, ficar embevecida com as cores, encontrar novos vícios...


...como a mousse de framboesa, por exemplo.



Tudo isto com muita conversa à mistura, comme il faut!


"Obrigada" não chega. Depois de um dia divertidíssimo, de um almoço com a equipa mais simpática do planeta e de ser mimada com uma sessão de make up com direito a fotografias by spoil, ainda me vim embora carregada de miminhos Clinique. Um abuso.



Então vamos lá: primeiro, produtos de tratamento.
Porque a toalha não é a única coisa que levamos no saco de praia, agora tenho o body e o face cream SPF40 - os amarelinhos ali em cima, estão a ver?
Claro que os três passos não podiam faltar, bem como o meu beloved Superdefense SPF25, o hidratante mais confortável do mundo, que aplico religiosamente.
Estou a experimentar o All about eyes serum, precioso para os meus papinhos fofos. Até agora, estou a adorar, porque sendo em rollerball, ajuda a massajar o contorno ocular e sinto-me mais descongestionada. Já experimentei depois de chorar e é o máximo!
E porque as manchinhas voltaram a aparecer, voltei a usar o Even Better Clinical. É a segunda vez que o uso e espero que seja tão eficaz como da primeira, em que no espaço de dois ou três meses tinha a pele sem vestígios de danos solares.
Recebi também um Take the day off, que é o único desmaquilhante que não me arde nos olhos e que remove aqueles produtos teimosos, como a máscara de pestanas ou o eyeliner, de uma forma suave.

Agora, make up!
Já vos falei dele aqui, porque sou fã deste produto. Chama-se Moisture Surge Tinted Moisturizer e é um três em um: além de ser um hidratante com cor, tem SPF15. A cobertura é muito boa e eu uso-o com imensa frequência, quando não estou com tempo ou paciência para me maquilhar à séria.
Vim munida da minha máscara de pestanas preferida, que faz com que fique com olhos de boneca, super dramáticos: a High Impact Mascara... e de dois Chubby Sticks, nas cores 02 (whole lotta honey) e 06 (woppin' watermelon). São a febre das fãs Clinique e acho que também me vou viciar... são mesmo muito hidratantes e não empastam nem colam aos cabelos sabem do que falo, certo?.


E finalmente... a estrela do dia! Foi-me aplicada e eu adorei. Esta é a minha mais recente paixão no mundo das bases Clinique, que só estará disponível no próximo mês, mas que eu posso usar porque me ofereceram uma!!! Chama-se Stay-matte oil-free e é perfeita para a minha pele. Voltarei a falar dela por cá para vos contar como tem sido a nossa relação.

Bloggers que tive o prazer de conhecer pessoalmente? 
A Mónica, do mini-saia, que além de altíssima é um doce. Sabem aquelas pessoas simpáticas, simpáticas? Exacto.
A Margarida, mais conhecida como A miúda dos saltos altos. Fofinha, fofinha.
A Cátia e a Margarida do Style it up - vocês sabem que eu as adoro - e a Carolina, do Last Minute Dreams.

Já estão fartas de saber que eu amo a Clinique de paixão. E achava que seria impossível gostar mais. Guess what? Mentira. Posso só agradecer mais uma vez à marca, na pessoa da RP mais amorosa do mundo? Obrigada!


Desculpem a qualidade das minhas fotos - além de ter a lente suja e só ter reparado depois de publicadas, estão escuras... abram para ver melhor, okay?

Bom fim-de-semana!

Kylie Minogue
"Motivo de arrependimento é não aprender com os próprios erros..."

quinta-feira, 19 de abril de 2012

de tudo o que é antes. - Sétimo e último.

Penélope Cruz
Antes de tudo, o medo de não ser correspondida, de se ter enganado, de não ter interpretado bem, de ter dado barraca, de ter sido demasiado oferecida, de ter soado a desespero. E se as subtilezas não foram subtis? E se abusou? E se foi intrometida? E se fez figura de otária?
Revê todos os momentos, passa-os a pente fino e tudo lhe parece ridículo. A análise é exagerada, que o rigor não existe quando não há imparcialidade.
A angústia vai crescendo à medida que as dúvidas se propagam dentro daquela cabecinha, antes cheia de certezas. Uma insegurança medonha, uma sensação de que não pode resolver nada. Não pode esclarecer nada porque não disse nada. O pior do jogo é o momento em que deixamos de ser mão e nos tornamos peça.
Queria pedir-lhe que não fugisse, que ficasse, que se deixasse ficar ao seu lado. Não pode pedir nada. Não pode fazer nada.
Se ao menos pudesse parar de pensar, de sonhar acordada...
Fica no seu canto, quieta. Chora apenas pelo medo de perder mais momentos em que o seu olhar se cruzasse com o dele. Não quer deixar de se perder naqueles olhos profundos, negros, tristes. Não quer deixar de sentir o que sente, abandonar um livro na primeira linha é de uma fraqueza que abomina. Como será possível que dê tanta importância a alguém que mal conhece?
Promete não fazer nada, não forçar nada, não dizer nada.
Não consegue deixar de pensar no que se passa do outro lado. O que terá feito de errado? Tudo, provavelmente.
Porque raio haveria de ser especial?


Pérola do dia

Miranda Kerr
Tudo passa. Porque as coisas não nos acontecem. Nós atravessamos os acontecimentos.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

de tudo o que é antes. - Sexto e penúltimo.

Gisele Bündchen
Os medos são tantos. Nada é inócuo. Não quer saturar, contém-se. Nunca se deve correr o risco de cansar quem se seduz, porque se perde a magia. Se ela existir, claro. De mulher adulta passa a menina. Já não consegue disfarçar o olhar fugidio, nem segurar as palavras que se desprendem. O sorriso é incontrolável, treme sem ter frio. Não consegue esconder quando se perde por instantes naqueles olhos escuros, intensos, que vê tão bonitos. Insegura, não contém as baboseiras, diz coisas que não quer dizer, conta o que não deve. E depois ficam os remorsos, "Não consegui ser interessante"... Caiu na sua própria armadilha, já não sabe quem comanda. Perdera o jogo de cintura com que começara a brincadeira. Era só uma brincadeira. Acha-se graça, acha-lhe graça, brinca com o fogo e depois perde balanço, já não sabe o que faz nem com que objectivo. "Talvez não tenha nenhum", pensa, enquanto lhe surgem mil metas, mil caminhos, mil fins. Porque depois do antes e do durante há sempre um depois. Tenta não pensar muito no assunto, como os viciados quando não querem assumir os sintomas do descontrolo que os levará ao inevitável declínio. Perde-se nos seus pensamentos, que estão lá, com ele, que não faz ideia de que lhe invade a mente. O coração quente, o peito cheio, o olhar perdido numa constelação qualquer. Procura respostas no céu, procura-as em si.

O sonho mais estranho que já tive.

Heidi Klum
Estava comigo ao colo. Eu segurava-me nos meus braços, segurava a bebé que recordo apenas pelas fotografias que me tiraram. Já falava. Eu mostrava-lhe (a mim, criança) como iria ser o seu mundo quando crescesse. O meu mundo quando crescesse. Estávamos no prédio do meu avô, em Oeiras, ainda antes de existirem códigos para abrir portas, ainda no tempo em que havia uma porteira. E mostrei-lhe (a mim, criança) a irmã que iria ter, o seu corpo de mulher crescida ao espelho, contei-lhe do futuro que a esperava. Foi dos sonhos mais perturbadores que já tive. E acredito que seja fruto destes meus medos de jovem adulta, desta sensação de ainda não ter chegado onde devia. Estou sempre a pensar que não era assim que me imaginava quando o mundo não era muito mais que o dia-a-dia em que tomavam conta de mim.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Congelem-me.

Georgia May Jagger 
Há momentos em que tudo se esvai. Sobram poucas certezas, nascem mais dúvidas. E nesses momentos é tão preciso ser-se forte. Se o meu mundo fosse só eu, era muito mais fácil. Se eu pudesse pensar apenas em mim, no que me apetece, no que eu quero. Se eu pudesse congelar o mundo tal como está, ir ver como correm as coisas mais à frente e então decidir seguramente. Sempre gostei de agir por impulso, sempre lidei bem com as consequências dos meus actos. Desde miúda que prefiro arriscar em vez de me arrepender do que não fiz. Sou assim e ponto final. Nunca me engano e raramente tenho dúvidas, certo?
Quanto mais crescemos, menos sabemos. E era muito mais simples fazer esta viagem sem a bagagem toda que trago comigo.

O que acham?

Já viram isto? Vi aqui pela primeira vez e não resisti... tinha que partilhar convosco.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Lei de Murphy, talvez.

Blake Lively
O mundo só é pequeno quando não interessa.

Vamos ver coisas giras da ZARA para aguentar o início da semana?

Vamos começar pelos sapatunfos! Estes para o dia-a-dia...
Estes porque dão imenso jeito em qualquer ocasião.

Estes porque são lindos.

Estes porque um par extra de sapatos nude nunca é demais. Viram? Arranjei desculpa para todos!!!


Adorei estas t-shirts. Fofas.
Estou obcecada com esta saia. Quero usá-la com camisa de ganga e pumps.
Este dava-me um jeitaço, por ser tão básico.
Adoro esta cor.
Este tem um pormenor giríssimo: o estampado quase invisível.
Ignorem a pose parva e as botinhas. A cor é amorosa e as costas também!
Não é muita coisa, pois não?

Química.

Katy Perry
E aquelas pessoas com quem pouco falámos, mas que podíamos conhecer há tanto, tanto tempo? Com quem queremos estar só porque gostamos, simpatizamos, apreciamos. Sentimos curiosidade, queremos saber, queremos ouvir, queremos mostrar, dar, partilhar, receber. Como se nos sentíssemos atraídos pelo que já sabemos existir. A pessoa pode ser homem ou mulher, mais velha ou mais nova, não interessa. Acho que a energia que emanam complementa a nossa e talvez por isso surjam relacionamentos, amizades, paixões ou amores. Só boas surpresas. Gosto muito mais quando acontece assim. Não gosto nada de antipatias.