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| Victoria Beckham |
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Bom fim-de-semana!
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Digam-me lá o que acham disto...
Hoje estamos assim...
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Esta coisa das traduções irrita-me. Porque os nomes não têm tradução.
Meu amigo Favaios.
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| Natalie Portman |
terça-feira, 8 de maio de 2012
Não faço géneros.
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| Candice Swanepoel |
Cartas a Paris.
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| Brigitte Bardot |
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Momento iluminado.
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| Lara Stone |
Este fim-de-semana fui ajudada a lembrar-me de tudo isto, que é tão simples e tão fácil, mas de que me esqueci. Não imaginam quão importante foi. Estão a ver aquele momento em que a lâmpada se acende em cima da nossa cabecinha? Exacto. Um momento Eureka. Um A-HA moment, para os fãs da Oprah. Uma epifania.
A experiência não só enriquece o nosso currículo de vivências pessoais como também responde a muitas questões. É que eu, apesar de nunca me enganar e raramente ter dúvidas, ultimamente tenho questionado muito de mim e da minha vida. E desse lado? Só certezas?
Sou eu que não sou normal.
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| Jennifer Lopez |
A D. tem queda para gajos morenos, esguios e de pulso firme, mas também se perde por um daqueles gatos estilo modelo, com olhão verde, queixo másculo e dois metros de altura.
Eu sempre gostei de crânios perfeitos bem redondinhos e narizes proeminentes. E mais não digo porque depois alguém me matava. É a seca de não ter anonimato.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Vó
Hoje também sinto saudades dela. Tantas. Tantas, vó. Ias achar-me tão bonita.
Não é engraçado que não sendo minha avó sejas a única a quem chamo de vó? Não é engraçado que sendo minha bisavó tenhas sido mais avó que qualquer outra pessoa com legitimidade para o ser? Não é engraçado que seja eu a pessoa que mais fala em ti? Que mais sente a tua falta todos os dias? Que não consegue disfarçar o nó na garganta? Os dias têm sido tão difíceis... com o teu colo seria tão mais fácil. Porque tudo passa, não é? "Viver não custa, o que custa é saber viver".
Não é engraçado que não sendo minha avó sejas a única a quem chamo de vó? Não é engraçado que sendo minha bisavó tenhas sido mais avó que qualquer outra pessoa com legitimidade para o ser? Não é engraçado que seja eu a pessoa que mais fala em ti? Que mais sente a tua falta todos os dias? Que não consegue disfarçar o nó na garganta? Os dias têm sido tão difíceis... com o teu colo seria tão mais fácil. Porque tudo passa, não é? "Viver não custa, o que custa é saber viver".
As entrelinhas do som - Essa miúda.
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| Lindsay Lohan |
Porque todas queremos ser essa miúda.
Lembram-se desta rubrica? Decidi transformá-la.
A partir de agora, prefiro falar-vos de tudo aquilo para que me remetem as muitas músicas da minha vida recorrendo às reminiscências, às sensações que me trazem e aos momentos que me permitem reviver. Muitas delas levam-me para longe, deixam-me sonhar com o que nunca existiu. Outras dão asas à minha imaginação e fabricam personagens, contos, romances.
Deve ser a minha veia de escritora.
Bom fim-de-semana!
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Tudo o que não volta.
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| Sophie Vlaming |
Constatação do dia
quarta-feira, 2 de maio de 2012
terça-feira, 1 de maio de 2012
Btw...
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| Sienna Miller |
Um post raro. A Menina assume que meteu água.
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| Beyoncé |
Não perco tempo com rodeios, sou bruta. Tenho o coração na boca, sou pouco dada a jogos. Prezo a frontalidade. E agora?
E agora?
segunda-feira, 30 de abril de 2012
de como me afectam as coisas miúdas.
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| Olivia Palermo |
Tudo o que levo a sério é impregnado de empenho. Dou o meu tempo, a minha paciência, a minha diplomacia, a minha compreensão, a minha disponibilidade. Dou. Entrego-me. Porque não me sentiria bem sendo desleixada, fazendo com que outros sentissem que falhei. Não o faço para receber elogios. Faço-o porque não sei ser de outra maneira. Sabem, também sou assim na minha família. Sou assim com os meus amigos. Sou assim com a minha irmã. Sou assim com o meu namorado. Sou assim. Estou sempre lá quando precisam de mim. Não sei ser de outra maneira, já disse.
Nunca senti que a minha dedicação fosse em vão porque com ou sem palavras, com muito ou pouco dinheiro em troca, sempre senti reconhecimento. Sinto-o quando contam comigo, quando me atribuem mais responsabilidades, quando me pedem ajuda e acima de tudo, quando me respeitam.
Apesar da gargalhada fácil, sou muitíssimo séria. Apesar do ar distante, envolvo-me com as pessoas com quem convivo. Aprendo delas, a gostar delas. E às vezes é por elas que não desisto. Porque não as quero deixar penduradas. Este fim-de-semana foi por elas que decidi ter calma. Dei por mim com a certeza de que talvez devesse deixar um dos meus mil ofícios nas mãos de outra pessoa. Talvez devesse abandonar o barco. Não preciso daquilo. Não é trabalho. Não sou mulher de desistir de nada, mas pela primeira vez na vida - algum dia teria de o sentir na pele - tive a sensação de que não me respeitaram. Já disse que não lido bem com isso? Estou habituada a que tenham medo de mim. Não gosto muito, mas dá jeito. Normalmente, não ousam brincar comigo. A verdade é que a minha diplomacia não chegou. Não sei disfarçar. Não consegui usar aquele cinismo fácil. Também não consegui cagar no assunto. Fui demasiado transparente. Sou. E depois da raiva, de não acreditar em tal atrevimento, ficou a ansiedade. Depois a raiva, outra vez. Depois vieram as lágrimas, que os fortes também choram quando chegam a casa depois de uma noite em que deveriam ter ficado na cama. Acho que tenho muito mais com que me preocupar do que em colocar boa vontade num trabalho ignorado por quem devia valorizá-lo. Por outro lado, acho que sou maior que isso. Como não sei o que fazer, acho que devo optar pelo meio termo: trabalhar à distância.
Nunca saberei explicar porque me afectam tanto as coisas miúdas. Talvez seja mais solicitada como pacificadora que como protagonista de dramas e por isso não tenha ainda jogo de cintura para tolerar o facto de ser também a causadora de algum mau ambiente.
E depois de um dia daqueles em que dormimos pouco, mal e ainda acordamos a chorar, em que o cansaço não nos dá descanso, em que não percebemos nada do que andamos a fazer, em que só apetece ficar a dormir durante alguns dias, em que não queremos ver ninguém... houve o flashmob da Mana Lamparina. Houve o café com a bff. Houve o jantar surpresa, com a minha pizza preferida, Coca-Cola e Häagen Dazs, trazido pelo namorado.
"Amanhã trato disto."
Black is the new black.
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| Blake Lively |
Sabrinas pretas, check.
Botins pretos, check.
Botas de cano alto pretas, check.
Ténis pretos, check.
Pumps pretos, do género dos Louboutin Bibi, nada, zero, niente.
E não podia ser, certo? Agora está tudo bem. Muito mais calma. Não sei como vivi tanto tempo sem um sapatunfo preto. Juro que não. Já não apostava nuns desde os tempos em que o traje académico mos impunha. Sempre gostei de usar os sapatos para os apontamentos de cor no outfit, já que sou
Estes são lindos, altíssimos
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| Olhem a fofinha da Lauren com um modelo idêntico. |
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| São assim. Em camurça. Lindos que dói. |
sexta-feira, 27 de abril de 2012
A Vida começa fora da nossa zona de conforto...
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| Sienna Miller |
Bom fim-de-semana!
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| Mila Kunis |
Voltaire
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Ser fácil não é apelativo.
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| Diane Kruger |
Fico sinceramente triste quando as vejo encarnar este papel vulgar, porque até há pouco tempo acreditei que a maturidade era directamente proporcional à idade que temos: quanto mais anos, mais maduras. Descobri que não. Que devemos evoluir até à casa dos vinte. E depois a coisa estagna. Só assim se explica que tantas mulheres cuja idade me faria crer que seriam maduras ajam como eu não agia com 17 anos. Assim que se apanham divorciadas, puxam o decote lá para baixo, juntam as mamocas e pumbas! mais uma foto para o Facebook, "olhem como eu sou descontraídamente sexy". Se nunca saíam à noite, porque já estavam arrumadas, agora é vê-las alegremente todos os fins-de-semana a actualizar o álbum "Na Night". Se antes o outfit preferido incluía cara lavada, raízes por fazer, calças de fato de treino e chinelos com meias, agora abusam das sombras azuis e das bocas vermelhas, não vivem sem o cabeleireiro do bairro e até arriscam a unhaca de gel. Riem-se como umas hienas quando o gajo está por perto, riem-se como umas hienas malucas quando se fala nele, riem-se como umas hienas histéricas enquanto tentam explicar tudo o que ele tem de bom. Normalmente, nada diferente dos outros homens. Porque elas não querem saber do que o torna especial, do que o faz rir, da música que ouve, do que o trouxe até aqui ou do que não o deixa guardar as lágrimas. Para elas, ele é um mero reprodutor, um potencial sustento e pouco mais. À descarada, tentam a sua sorte, não vão perder a oportunidade de conseguir um jantareco à borla.
Olha só o que eu recebi!
Um perfume cuja embalagem é perfeita para andar sempre comigo na mala e que cheira maravilhosamente bem, com um sabonetinho igualmente cheiroso. Adorei. Tudo porque me registei na Elie Saab.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Se eu fosse...
Se eu fosse um mês seria... Julho
Se eu fosse um dia da semana seria... Quarta-feira
Se eu fosse um número seria... 7
Se eu fosse uma flor seria... Malmequer
Se eu fosse uma direcção seria... Sul
Se eu fosse um móvel seria... Um psiché
Se eu fosse um líquido seria... Moscatel
Se eu fosse um pecado seria... Vaidade
Se eu fosse uma pedra seria... Olho de tigre
Se eu fosse um metal seria... Ouro
Se eu fosse uma árvore seria... Cerejeira em flor
Se eu fosse uma fruta seria... Morango
Se eu fosse um clima seria... Mediterrânico
Se eu fosse um instrumento musical seria... Guitarra portuguesa
Se eu fosse um elemento seria... Fogo
Se eu fosse uma cor seria... Cor-de-rosa
Se eu fosse um animal seria... Gato
Se eu fosse um som seria... Aplauso
Se eu fosse uma canção seria... Uma bossa nova antiga
Se eu fosse um perfume seria... Chance, by Chanel
Se eu fosse um sentimento seria... Saudade
Se eu fosse um livro seria... A insustentável leveza do ser
Se eu fosse uma comida seria... Bitoque
Se eu fosse um cheiro seria... O da praia
Se eu fosse um verbo seria... Viver
Se eu fosse um objecto seria... Uma caneta de tinta permanente
Se eu fosse uma peça de roupa seria... Uma camisa branca
Se eu fosse uma parte do corpo seria... Mãos
Se eu fosse uma expressão seria... Arrepende-te do que fazes e não do que deixas de fazer.
Se eu fosse um desenho animado seria... Mônica
Se eu fosse um filme seria... Moulin Rouge
Se eu fosse uma forma seria... Triângulo
Se eu fosse uma estação seria... Verão
Copiado daqui.
Se eu fosse um dia da semana seria... Quarta-feira
Se eu fosse um número seria... 7
Se eu fosse uma flor seria... Malmequer
Se eu fosse uma direcção seria... Sul
Se eu fosse um móvel seria... Um psiché
Se eu fosse um líquido seria... Moscatel
Se eu fosse um pecado seria... Vaidade
Se eu fosse uma pedra seria... Olho de tigre
Se eu fosse um metal seria... Ouro
Se eu fosse uma árvore seria... Cerejeira em flor
Se eu fosse uma fruta seria... Morango
Se eu fosse um clima seria... Mediterrânico
Se eu fosse um instrumento musical seria... Guitarra portuguesa
Se eu fosse um elemento seria... Fogo
Se eu fosse uma cor seria... Cor-de-rosa
Se eu fosse um animal seria... Gato
Se eu fosse um som seria... Aplauso
Se eu fosse uma canção seria... Uma bossa nova antiga
Se eu fosse um perfume seria... Chance, by Chanel
Se eu fosse um sentimento seria... Saudade
Se eu fosse um livro seria... A insustentável leveza do ser
Se eu fosse uma comida seria... Bitoque
Se eu fosse um cheiro seria... O da praia
Se eu fosse um verbo seria... Viver
Se eu fosse um objecto seria... Uma caneta de tinta permanente
Se eu fosse uma peça de roupa seria... Uma camisa branca
Se eu fosse uma parte do corpo seria... Mãos
Se eu fosse uma expressão seria... Arrepende-te do que fazes e não do que deixas de fazer.
Se eu fosse um desenho animado seria... Mônica
Se eu fosse um filme seria... Moulin Rouge
Se eu fosse uma forma seria... Triângulo
Se eu fosse uma estação seria... Verão
Copiado daqui.
terça-feira, 24 de abril de 2012
Dia Internacional das Panelas de Pressão
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| Adele |
Mas a moda pegou e agora todos os dias são dias de alguma coisa. E eu já me começo a fartar dos dias. Dia do Beijo, da Dança, da Música, do Braille, da Vítima, dos Direitos do Consumidor, da Meteorologia, do Estudante, do Livro Português, do Dador de Sangue, da Astronomia, da Imprensa, de Oração pelas Vocações, do Enfermeiro, do Melanoma, das Telecomunicações, do Livro Infantil, dos Correios, da Diabetes, da Tolerância, da Televisão, da Saudação, do Livro e dos Direitos de Autor, do Bombeiro, do Pescador, da Liberdade de Imprensa, da Europa, da União Europeia, do Cigano, da Criança Africana, da Preservação da Camada de Ozono, dos Deficientes...
Meus amigos, o que é isto?
E não, não estou a inventar! Esta enumeração de coisas é fruto de uma breve pesquisa pelo Google. Qualquer dia inventam o Dia Internacional das Panelas de Pressão! Nessa altura, teremos que começar a dividir os dias por horas: dia 23 de Março, das nove da manhã às dez comemora-se a Hora Internacional do Sabonete; das dez da manhã às onze, a Hora Internacional das Micoses nas Unhas dos Pés... e assim sucessivamente.
Também quero um destes!
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| Kate Moss |
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Geraldina Matriosca
São vidas simples. Servem para nos alegrar os dias. Para sorrir pela manhã, quando entrava na cozinha para preparar o meu pequeno-almoço e a via empoleirada na sua gaiola cor-de-rosa, para me dizer "Olá". Para me pedir comida, colo ou festinhas. Para me lembrar de que até um cérebro pequenino como aquele consegue surpreender-me com atitudes que comprovam a sua inteligência. Para me mostrar que não faz mal amar tanto um bichinho que alguns compram apenas para alimentar a cobra que têm em casa.
Estava deitadinha debaixo da rodinha, numa posição que não era a dela. Normalmente, encolhia-se, enrolava-se sobre si própria. Ontem, não. Não quis acreditar, dei toques na porta transparente que abria para a deixar vir para a minha mão, grande demais para aquele corpo tão pequenino. Tinha ido embora. Ela foi-se embora. E apesar do vazio que deixou na gaiola, as lágrimas que não contivemos revelam que aquela vida simples e que poderia passar completamente despercebida, nos encheu os dias e os corações.
Era só um hamster anão russo. Ou a rata da Maria, como os amigos da Mana Lamparina lhe chamavam. Um presente de Natal. Chegou cá a casa ainda bebé, o pêlo branco e o medo dos humanos. Semanas depois, apareceu uma manchinha cinzenta que foi alastrando, como o à vontade connosco. Passeava por nós segura, cómica, fofinha. Uma bola de pêlo do tamanho do meu polegar que fez parte dos nossos dias e das nossas vidas. São vidas simples.
Estava deitadinha debaixo da rodinha, numa posição que não era a dela. Normalmente, encolhia-se, enrolava-se sobre si própria. Ontem, não. Não quis acreditar, dei toques na porta transparente que abria para a deixar vir para a minha mão, grande demais para aquele corpo tão pequenino. Tinha ido embora. Ela foi-se embora. E apesar do vazio que deixou na gaiola, as lágrimas que não contivemos revelam que aquela vida simples e que poderia passar completamente despercebida, nos encheu os dias e os corações.
Era só um hamster anão russo. Ou a rata da Maria, como os amigos da Mana Lamparina lhe chamavam. Um presente de Natal. Chegou cá a casa ainda bebé, o pêlo branco e o medo dos humanos. Semanas depois, apareceu uma manchinha cinzenta que foi alastrando, como o à vontade connosco. Passeava por nós segura, cómica, fofinha. Uma bola de pêlo do tamanho do meu polegar que fez parte dos nossos dias e das nossas vidas. São vidas simples.
Five.
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| Hilary Duff |
1. Não me impressiono facilmente e às vezes tento disfarçar essa característica para que não me achem arrogante. Os meus amigos e a minha família já toleram melhor, mas a maior parte das pessoas fica irritada com o desinteresse que tendo a demonstrar quando me tentam surpreender, mostrando alguma coisa nova ou contando algum facto bizarro.
2. Gostava imenso de ter maminhas maiores. Se depois de ser mãe não vir melhorias, recorro a uma cirurgia.
3. Sou decidida, forte e destemida... no entanto, quando permito que o medo se apodere de mim, bloqueio, fujo e finjo que o problema não existe. Só para que percebam a dimensão disto: na faculdade, nunca via as notas na pauta... só no final do ano me dirigia à Secretaria para saber se tinha passado de ano. Uma vergonha.
4. Toco piano desde os quatro anos, mas nunca consegui aprender a tocar viola. Um desgosto.
5. Tenho imensas manias parvas: detesto sair à noite nos dias em que lavo o cabelo porque me incomoda ficar com a juba lavada mas a cheirar a tabaco e estou sempre a ver-me ao espelho porque tenho horror a ter alguma coisa nos dentes ou no nariz e não me aperceber disso.
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Dia Clinique.
Na quarta-feira à noite agucei a curiosidade de quem me espreita também pelo Facebook. Tinha sido um dia cheio, daqueles que acabamos com a certeza de que o cansaço vale a pena. Na altura, mostrei esta foto. Hoje vou revelar tudo...
Com a Clinique, todas as experiências são maravilhosas e esta não foi excepção. Sim, eu sei que sou tendenciosa, mas depois de verem fotos do evento vão perceber o que quero dizer com "sala linda" ou "chão cor-de-rosa".
Bom, mas vamos ao que interessa: andar de spot em spot. Comecei por fazer mais um diagnóstico à minha pele com uma consultora Clinique, não porque não soubesse qual é o meu tipo de pele, mas para descobrir se houve alterações. Sim, porque a minha pele já me fez recorrer a várias linhas: já usei anti-blemish, produtos para tipo 3 e tipo 2! Conclusão: voltei ao tipo 3.
Depois de sabermos como estamos de saúde, fomos maquilhadas por profissionais da marca (não, a Jenna Menard não estava lá), que apesar dos meus ataques de riso conseguiram pôr-me bonitinha, dentro do possível.
Aprendemos sempre qualquer coisa útil nestas situações e desta vez fiquei convencida de que tenho mesmo que comprar um pincel para aplicar a base. O acabamento é essencial e não vou estar com tretas: chega de dedinhos para espalhar o produto. Fica muito mais natural, a cobertura é mais homogénea e acho que é apenas uma questão de hábito.
O make up corresponde ao meu gosto pessoal. Não saí da minha zona de conforto e fez todo o sentido, porque o resultado final seria registado. Trouxe comigo a lista dos produtos utilizados, mas sei que se tentar reproduzir o efeito, não vai ficar igual... porque a mão de um profissional já está treinada para não se perder em assimetrias. A minha não.
E porque abandonar o espaço sem uma fotografia gira para o perfil do Facebook seria uma pena, estavam por lá as meninas da spoil (é bem provável que já tenham ouvido falar, mas podem saber mais sobre elas aqui ou ali). Além de simpáticas, conseguiram o impossível: fazer com que eu não me enrolasse sobre mim própria, num choro dramático, por não ser minimamente fotogénica. Quando tiver as fotos, mostro.
A ideia era que neste dia experimentássemos os produtos de maquilhagem Clinique, que não nos limitássemos a vê-los, mas que os descobríssemos. Sentir texturas, ficar embevecida com as cores, encontrar novos vícios...
"Obrigada" não chega. Depois de um dia divertidíssimo, de um almoço com a equipa mais simpática do planeta e de ser mimada com uma sessão de make up com direito a fotografias by spoil, ainda me vim embora carregada de miminhos Clinique. Um abuso.
Então vamos lá: primeiro, produtos de tratamento.
Porque a toalha não é a única coisa que levamos no saco de praia, agora tenho o body e o face cream SPF40 - os amarelinhos ali em cima, estão a ver?
Claro que os três passos não podiam faltar, bem como o meu beloved Superdefense SPF25, o hidratante mais confortável do mundo, que aplico religiosamente.
Estou a experimentar o All about eyes serum, precioso para os meus papinhos fofos. Até agora, estou a adorar, porque sendo em rollerball, ajuda a massajar o contorno ocular e sinto-me mais descongestionada. Já experimentei depois de chorar e é o máximo!
E porque as manchinhas voltaram a aparecer, voltei a usar o Even Better Clinical. É a segunda vez que o uso e espero que seja tão eficaz como da primeira, em que no espaço de dois ou três meses tinha a pele sem vestígios de danos solares.
Recebi também um Take the day off, que é o único desmaquilhante que não me arde nos olhos e que remove aqueles produtos teimosos, como a máscara de pestanas ou o eyeliner, de uma forma suave.
Agora, make up!
Já vos falei dele aqui, porque sou fã deste produto. Chama-se Moisture Surge Tinted Moisturizer e é um três em um: além de ser um hidratante com cor, tem SPF15. A cobertura é muito boa e eu uso-o com imensa frequência, quando não estou com tempo ou paciência para me maquilhar à séria.
Vim munida da minha máscara de pestanas preferida, que faz com que fique com olhos de boneca, super dramáticos: a High Impact Mascara... e de dois Chubby Sticks, nas cores 02 (whole lotta honey) e 06 (woppin' watermelon). São a febre das fãs Clinique e acho que também me vou viciar... são mesmo muito hidratantes e não empastam nem colam aos cabelossabem do que falo, certo?.
E finalmente... a estrela do dia! Foi-me aplicada e eu adorei. Esta é a minha mais recente paixão no mundo das bases Clinique, que só estará disponível no próximo mês, mas que eu posso usar porque me ofereceram uma!!! Chama-se Stay-matte oil-free e é perfeita para a minha pele. Voltarei a falar dela por cá para vos contar como tem sido a nossa relação.
Bloggers que tive o prazer de conhecer pessoalmente?
A Mónica, do mini-saia, que além de altíssima é um doce. Sabem aquelas pessoas simpáticas, simpáticas? Exacto.
A Margarida, mais conhecida como A miúda dos saltos altos. Fofinha, fofinha.
A Cátia e a Margarida do Style it up - vocês sabem que eu as adoro - e a Carolina, do Last Minute Dreams.
Já estão fartas de saber que eu amo a Clinique de paixão. E achava que seria impossível gostar mais. Guess what? Mentira. Posso só agradecer mais uma vez à marca, na pessoa da RP mais amorosa do mundo? Obrigada!
Desculpem a qualidade das minhas fotos - além de ter a lente suja e só ter reparado depois de publicadas, estão escuras... abram para ver melhor, okay?
Com a Clinique, todas as experiências são maravilhosas e esta não foi excepção. Sim, eu sei que sou tendenciosa, mas depois de verem fotos do evento vão perceber o que quero dizer com "sala linda" ou "chão cor-de-rosa".
Bom, mas vamos ao que interessa: andar de spot em spot. Comecei por fazer mais um diagnóstico à minha pele com uma consultora Clinique, não porque não soubesse qual é o meu tipo de pele, mas para descobrir se houve alterações. Sim, porque a minha pele já me fez recorrer a várias linhas: já usei anti-blemish, produtos para tipo 3 e tipo 2! Conclusão: voltei ao tipo 3.
Depois de sabermos como estamos de saúde, fomos maquilhadas por profissionais da marca (não, a Jenna Menard não estava lá), que apesar dos meus ataques de riso conseguiram pôr-me bonitinha, dentro do possível.
Aprendemos sempre qualquer coisa útil nestas situações e desta vez fiquei convencida de que tenho mesmo que comprar um pincel para aplicar a base. O acabamento é essencial e não vou estar com tretas: chega de dedinhos para espalhar o produto. Fica muito mais natural, a cobertura é mais homogénea e acho que é apenas uma questão de hábito.
O make up corresponde ao meu gosto pessoal. Não saí da minha zona de conforto e fez todo o sentido, porque o resultado final seria registado. Trouxe comigo a lista dos produtos utilizados, mas sei que se tentar reproduzir o efeito, não vai ficar igual... porque a mão de um profissional já está treinada para não se perder em assimetrias. A minha não.
E porque abandonar o espaço sem uma fotografia gira para o perfil do Facebook seria uma pena, estavam por lá as meninas da spoil (é bem provável que já tenham ouvido falar, mas podem saber mais sobre elas aqui ou ali). Além de simpáticas, conseguiram o impossível: fazer com que eu não me enrolasse sobre mim própria, num choro dramático, por não ser minimamente fotogénica. Quando tiver as fotos, mostro.
A ideia era que neste dia experimentássemos os produtos de maquilhagem Clinique, que não nos limitássemos a vê-los, mas que os descobríssemos. Sentir texturas, ficar embevecida com as cores, encontrar novos vícios...
...como a mousse de framboesa, por exemplo.
Tudo isto com muita conversa à mistura, comme il faut!
"Obrigada" não chega. Depois de um dia divertidíssimo, de um almoço com a equipa mais simpática do planeta e de ser mimada com uma sessão de make up com direito a fotografias by spoil, ainda me vim embora carregada de miminhos Clinique. Um abuso.
Então vamos lá: primeiro, produtos de tratamento.
Porque a toalha não é a única coisa que levamos no saco de praia, agora tenho o body e o face cream SPF40 - os amarelinhos ali em cima, estão a ver?
Claro que os três passos não podiam faltar, bem como o meu beloved Superdefense SPF25, o hidratante mais confortável do mundo, que aplico religiosamente.
Estou a experimentar o All about eyes serum, precioso para os meus papinhos fofos. Até agora, estou a adorar, porque sendo em rollerball, ajuda a massajar o contorno ocular e sinto-me mais descongestionada. Já experimentei depois de chorar e é o máximo!
E porque as manchinhas voltaram a aparecer, voltei a usar o Even Better Clinical. É a segunda vez que o uso e espero que seja tão eficaz como da primeira, em que no espaço de dois ou três meses tinha a pele sem vestígios de danos solares.
Recebi também um Take the day off, que é o único desmaquilhante que não me arde nos olhos e que remove aqueles produtos teimosos, como a máscara de pestanas ou o eyeliner, de uma forma suave.
Agora, make up!
Já vos falei dele aqui, porque sou fã deste produto. Chama-se Moisture Surge Tinted Moisturizer e é um três em um: além de ser um hidratante com cor, tem SPF15. A cobertura é muito boa e eu uso-o com imensa frequência, quando não estou com tempo ou paciência para me maquilhar à séria.
Vim munida da minha máscara de pestanas preferida, que faz com que fique com olhos de boneca, super dramáticos: a High Impact Mascara... e de dois Chubby Sticks, nas cores 02 (whole lotta honey) e 06 (woppin' watermelon). São a febre das fãs Clinique e acho que também me vou viciar... são mesmo muito hidratantes e não empastam nem colam aos cabelos
E finalmente... a estrela do dia! Foi-me aplicada e eu adorei. Esta é a minha mais recente paixão no mundo das bases Clinique, que só estará disponível no próximo mês, mas que eu posso usar porque me ofereceram uma!!! Chama-se Stay-matte oil-free e é perfeita para a minha pele. Voltarei a falar dela por cá para vos contar como tem sido a nossa relação.
Bloggers que tive o prazer de conhecer pessoalmente?
A Mónica, do mini-saia, que além de altíssima é um doce. Sabem aquelas pessoas simpáticas, simpáticas? Exacto.
A Margarida, mais conhecida como A miúda dos saltos altos. Fofinha, fofinha.
A Cátia e a Margarida do Style it up - vocês sabem que eu as adoro - e a Carolina, do Last Minute Dreams.
Já estão fartas de saber que eu amo a Clinique de paixão. E achava que seria impossível gostar mais. Guess what? Mentira. Posso só agradecer mais uma vez à marca, na pessoa da RP mais amorosa do mundo? Obrigada!
Desculpem a qualidade das minhas fotos - além de ter a lente suja e só ter reparado depois de publicadas, estão escuras... abram para ver melhor, okay?
quinta-feira, 19 de abril de 2012
de tudo o que é antes. - Sétimo e último.
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| Penélope Cruz |
Revê todos os momentos, passa-os a pente fino e tudo lhe parece ridículo. A análise é exagerada, que o rigor não existe quando não há imparcialidade.
A angústia vai crescendo à medida que as dúvidas se propagam dentro daquela cabecinha, antes cheia de certezas. Uma insegurança medonha, uma sensação de que não pode resolver nada. Não pode esclarecer nada porque não disse nada. O pior do jogo é o momento em que deixamos de ser mão e nos tornamos peça.
Queria pedir-lhe que não fugisse, que ficasse, que se deixasse ficar ao seu lado. Não pode pedir nada. Não pode fazer nada.
Se ao menos pudesse parar de pensar, de sonhar acordada...
Fica no seu canto, quieta. Chora apenas pelo medo de perder mais momentos em que o seu olhar se cruzasse com o dele. Não quer deixar de se perder naqueles olhos profundos, negros, tristes. Não quer deixar de sentir o que sente, abandonar um livro na primeira linha é de uma fraqueza que abomina. Como será possível que dê tanta importância a alguém que mal conhece?
Promete não fazer nada, não forçar nada, não dizer nada.
Não consegue deixar de pensar no que se passa do outro lado. O que terá feito de errado? Tudo, provavelmente.
Porque raio haveria de ser especial?
quarta-feira, 18 de abril de 2012
de tudo o que é antes. - Sexto e penúltimo.
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| Gisele Bündchen |
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