sexta-feira, 9 de março de 2012

Porque é que a maior parte do spam

Minka Kelly
me vem sempre parar a este post?
Será por falar de contrabando?

Já somos mais de duzentos...

E é hoje que termina a parceria entre o Beadelicious e o Lamparina! Têm até às 23h59m para se decidirem e aproveitarem o desconto... Saibam mais aqui!

da falta que não fazemos.

Alicia Keys
A morte não me assusta. Rectifico: a minha morte não me assusta. Atemorizam-me apenas os fins das minhas pessoas. Sempre tive mais medo de envelhecer que de morrer. Deixar de ser eu como me conheço é mais difícil de aceitar que o simples desaparecimento. Talvez a certeza de uma vida eterna pese nesta perspectiva. Na morte, o que me assusta é ser esquecida. Não deixar legado. Nada que faça o mundo lembrar-se de que passei por cá.
Claro que no meu funeral hão-de chorar a minha partida. Os meus e não só. Hão-de aparecer curiosos, carpideiras e coscuvilheiras. Sei que sim. Sei que vou deixar saudade. Mas vejo que a vida continua, percebem? O planeta não pára porque alguém parte. O trânsito não descansa, as lojas não fecham, as guerras não cessam. O quotidiano de quem sente a dor da perda continua vivo. Não deixa de existir vida porque alguém morre. Logo após uma cerimónia fúnebre, há o regresso à vida. Vamos comer qualquer coisa, vamos tomar um banho, trocar de roupa, tomar um café, voltar ao trabalho.
Apercebi-me realmente de tudo isto depois da morte trágica de alguém jovem que me era próximo. Nem o choque, nem a dor ou a tristeza afastaram os seus amigos da sua rotina. E na mesa do café, nem uma cadeira vazia mostrava a ausência de quem faltava. É assim. Lá porque morremos, não quer dizer que coloquemos um ponto final em quem cá fica. Quem perde um amor, encontra outro. Quem sente a falta de um amigo, procura outro para abraçar. E o mais assustador de tudo isto é pensar que talvez não faça assim tanta falta...

Bom fim-de-semana!

Grace Kelly
"Para a mulher, os romances que faz são mais interessantes que os romances que lê."
   
 Theophile Gautier

Claro que aceito!

A Olhó Mau Feitio lançou um desafio e eu aceitei-o. Bora?

O desafio consiste em:
1. escrever 11 factos aleatórios sobre nós próprios;
2. responder às perguntas que foram propostas e criar 11 novas perguntas para as próximas pessoas;
3. escolher as próximas pessoas e colocar o link;
4. ir à página delas dizer que lhes foi proposto este desafio;
5. nada de taggs de volta;
6. postar o conjunto de informações relativamente ao que o desafio consiste.

11 factos sobre mim:
1. Ninguém simpatiza comigo quando me conhece.
2. Subestimam sempre a minha inteligência porque aparentemente, aparento ser fútil.
3. Sou chorona. Choro por tudo e por nada, comovo-me facilmente, sou super emotiva.
4. Gosto muito das minhas mãos.
5. Não suporto gente racista.
6. Não suporto gente sem educação.
7. Tenho saudades de ajudar o meu pai a fazer partos a vacas.
8. Tenho a mania que sou a Sociedade Protectora dos Animais.
9. Por outro lado, não gosto que tratem os animais como gente.
10. Tenho reumatismo desde os 14 anos.
11. Não me acho bonita.

As respostas:
1. Tens tatuagens? Onde? Tenho. No pé e nas costas. Falta fazer a última, porque não há duas sem três!
2. Qual é a palavra que melhor te define? Mulher.
3. Onde fica o paraíso? Cá dentro.
4. Tens medo de morrer? Não.
5. De que cor é o teu carro? Cinza metalizado com muitas mossas, manchas e afins.
6. Qual é o teu maior vício? Posso dizer apenas o saudável? Iogurtes!
7. És blogger desde...? Desde 2005.
8. Qual é a tua peça de roupa favorita? Calças de ganga.
9. O que mais te irrita? Pré-concepções e rótulos, labregos, mentiras e a arrogância de quem se acha mais do que é.
10. O que te faz chorar?
Coisas boas e coisas más!

11. Que canção é inesquecível? Unforgettable, Nat King Cole.

As perguntas:
1. Foi assim que sonhaste que irias ser quando fosses grande?
2. O que mais gostas em ti?
3. De que cor são os teus olhos?
4. Qual é a tua profissão?
5. Amor ou paixão?
6. Qual é o teu maior desejo?
7. Livros ou filmes?
8. O que é que te move?
9. Como escolheste o nome para o teu blog?
10. Qual o teu maior defeito?
11. O que te faz feliz?

Lanço o desafio a todas as que tiverem coragem para o aceitar.
Quem são elas?
As corajosas que se acusem na caixa de comentários, sim?

quinta-feira, 8 de março de 2012

de tudo o que é antes. - Segundo.

Scarlett Johansson
Talvez sejam os olhos. Vocês sabem do que falo, aqueles olhos profundos que mostram dores vividas para lá do sorriso de ocasião. Há pessoas cuja alma lemos sem querer, como se lhes adivinhássemos o passado. Depois queremos estar presentes. Depois queremos ficar no seu futuro, nem que seja apenas numa memória qualquer. Queria entrar-lhe pela vida adentro, saber tudo, saber de tudo, ver, ouvir, perceber, entender, conhecer. No entanto, nem consegue fixar o olhar. De tão ridícula a curiosidade e a vontade, acaba por ficar tímida. Preferia não aparecer. Não ter nada que dizer. Tenta controlar-se, jura que sim, mas acaba por verter baboseiras em vez de aplicar o silêncio que demonstra aquela maturidade séria que impressionaria muito mais que a estupidez crónica que lhe é inerente.
Detesta que lhe façam isto. Que a deixem meio à nora, meio à toa, como se afinal ela não detivesse o domínio do esquema todo. Como se já a tivessem topado e assumissem agora o controlo da situação, roubando as rédeas. As mãos vazias. E o pior é que provavelmente nem existe situação nenhuma. Mas nela sim. Existe uma sede enorme. Quer ver aqueles olhos tristes outra vez, quer ver aquele sorriso de ocasião outra vez, quer ouvi-lo novamente, mesmo que não fale com ela. Mesmo que até seja antipático para ela. Mesmo que a faça sentir-se menos poderosa.
Ele consegue olhá-la de frente e isso não estava nos seus maquiavélicos planos femininos. Ela não o intimida. Ele não revela qualquer interesse fora do normal. Por outro lado, manda uma ou outra boca. Olha-a de frente mas não a encara. Pequenos nadas, portanto.
Ela tem escola. Muita. É experiente. Já brincou, já brincaram com ela. Foi fria, viveu paixões ardentes. Foi distante e cravou unhas em corações que já não lembra. Esteve perto na ausência e longe na intimidade. Tanta experiência não a faz saber o que fazer. Então não faz nada. Pensa nele antes de adormecer, adormece, dorme, acorda e espera. Porque nenhuma história acaba enquanto os protagonistas vivem. E ela tem tempo de sobra. "Será que me convida para um café?"

...e por falar em consumismo...

Que tal perderem as estribeiras com as preciosidades low cost da Beadelicious, aproveitando o desconto de comemoração dos duzentos seguidores do Lamparina? Acaba amanhã! Podem ver tudo aqui!

Já não vos mostro o meu lado consumista há tempo demais...

Por isso, vejam lá o blazer da Primark que eu acho que gostava de ter...
...e da Mango, que até diz que se vai adaptar à crise, estas três pecinhas:





Da Blanco, espreitei esta:

Depois há a ZARA, minha querida ZARA... mas essa fica para outro post!

quarta-feira, 7 de março de 2012

Be yourself.

Natalie Portman and Mila Kunis
Eu devia sentir-me lisonjeada, vaidosa e importante. Devia. Não é que isto interfira no meu estado de espírito, mas surpreende-me (fico atónita, vá), pode irritar-me e torna-me um bocadinho bitch. Dizem-me que devia apenas sorrir e ignorar, mas fico perplexa. A falta de personalidade e a tamanha lata deixam-me boquiaberta, estática, pasma. E fico um bocadinho cansada, também.
Eu tenho uma camisola cinzenta. Ela compra uma camisola cinzenta. Eu gosto de kiwis. Ela diz que os adora desde que nasceu. Eu aclaro o cabelo. Ela que sempre o teve negro, faz o mesmo. Eu pinto o quarto de branco. Ela publica fotos do seu quarto recentemente pintado... de branco. Eu só uso saias cor-de-rosa. Ela publica fotos da sua colecção de saias cor-de-rosa no facebook. Eu gosto de vernizes. Ela diz que já pinta as unhas desde o Jardim de Infância. Eu tenho uma ideia. Ela já a concretizou.
Claro que estou a exagerar, mas não me apetece explicar tim-tim por tim-tim todo e cada exemplo real que poderia partilhar convosco. É demais. É um exagero.
E não, não me estou a armar em diva, porque não me incomodo nada com aquelas coisas normais de mulheres, que todas temos entre amigas:
- Adoro esse vestido, onde compraste?
- Na Mango. Queres que te traga um?
Sem stress. Se quisesse exclusivos, mandava fazer, certo? Não tenho problemas nenhuns em partilhar as minhas coisas, revelar os meus gostos ou, por sua vez, assumir quando quero ter as sandálias ou a mala que a minha amiga tem. Não acontece todos os dias, mas não vem mal ao mundo se acontecer. A questão aqui é só uma: trata-se de alguém com quem não tenho grande proximidade.
E não, não é nóia minha. Na maior parte das vezes, ligam-me a contar que a stalker acabou de fazer mais uma. Já fiz experiências parvas e tudo aponta sempre para que tenha ali uma fã incondicional. E isso perturba-me um bocadinho. A modos que não sou propriamente uma vedeta, não é?

Com neura, mas conformada.

Anne Hathaway
Desde que o Verão se foi embora que estou à espera que volte... só para poder dizer, sem medo de agourar, que este foi o primeiro Inverno da minha vida que passei sem uma gripe! Já andava a agradecer a todas as toneladas de fruta que como, a todos os legumes e vegetais que a nutricionista me ensinou a adorar, por me terem reforçado as defesas ao ponto de não me constipar. Esqueçam, porque eu já esqueci. Neste momento, estou em frente ao computador com o pior aspecto do mundo: olhos lacrimejantes, lábios vermelhos e inchados, o nariz brilhante, untado com a vaselina que não o deixará ficar seco e cheio de peles e que o protege dos lenços de papel. Não está fácil, portanto. Sinto-me quente, mole e cansada e tudo começou quando a garganta arranhou, logo depois da quedula.
Essa é outra questão que me está a irritar. Contra todas as minhas expectativas, que apontavam para dois dias até à cicatrização, ainda não recuperei do valente tombo da semana passada. Primeiro, fiquei coxa. Depois, tive que desistir dos pensos, já que a crosta se colava à gaze e não quis repetir a dor de abrir a ferida. Agora acordo com o joelho a sangrar. Farta disto! Não consigo usar calças de ganga, collants e está frio para andar de pernoca ao léu. Agora o pai pôs-me spray prateado dos cavalos para ver se acabamos com a brincadeira. Anyway, o fim-de-semana a dois que tínhamos marcado já foi à vida. Neste estado, não saio da santa terrinha.
Tenho ou não motivos para andar irritada, chateada, impossível de aturar? Pois.
Agora juntem a isto tudo uma borbulha mesmo no meio da bochecha direita. Exacto.
Mas há uma coisinha que vocês podiam fazer para me animar: aproveitar esta promo fofinha.

Boa!

Emma Watson
Depois de algum tempo, já descobri para que raio serve a página de facebook do lamparina.
É para eu postar tudo o que me der na real gana - imagens, frases e todo o "nada de especial" com que não queira atafulhar o blog.
Aos poucos, começa a fazer sentido. Mais sugestões?

terça-feira, 6 de março de 2012

Porque somos Duzentos.

Começou hoje a promoção Beadelicious! Até sexta-feira, podem encomendar coisinhas fofinhas com o código da Menina para usufruírem dos 15% de desconto (que em preços tão piquitis ainda os torna mais amorosos). Eu estou in love com algumas peças, mas há muito mais!





Depois há os colares, os brincos, as pulseiras... enfim. Ainda tenho que me decidir.

Respondam lá para ver se eu sou mesmo anormal...

Reese Witherspoon
Se vocês tivessem uma fobia, tratavam-na?
Se ela alterasse o vosso quotidiano, se não vos permitisse viver normalmente, se vos pusesse em perigo?
Mesmo sabendo que parte do tratamento seria o confronto com o objecto do medo?

segunda-feira, 5 de março de 2012

de tudo o que é antes.

Bar Rafaeli
Ela sabe que tem pinta. Que entra numa sala e vira cabeças. Sabe que os olhos dos outros gostam de se perder na pose altiva. Effortless poderia ser o seu nome do meio. Vocês estão a ver o estilo: aquele ar de quem não gastou horas em frente ao espelho, meio desarrumado, mas perfeitamente pensado. As madeixas desalinhadas, como se o cabelo fosse não menos que fantástico, com o aspecto sexy de quem acabou de sair da cama. A pele perfeita, aveludada, apetece trincar. Ou beijar. A boca não precisa de muita atenção, porque os lábios carnudos falam por si. E então evidencia os olhos num traço apressado e um excesso de rímel engrossando as pestanas. A roupa não pode falar mais alto que ela. Os trapos não podem brilhar mais que ela. Não quer ser a mais composta, mas sim a mais gira. Porque um vestido não faz uma mulher, mas uns saltos altos, os jeans de sempre e um top branco fazem maravilhas por qualquer corpo moreno e curvilíneo. A confiança em cada passo, o queixo erguido, um olhar snob e um sorriso aberto só para alguns. Poucos, porque não pode dispersar. Na sala inteira, há apenas uma pessoa que lhe interessa. E talvez ele nem saiba. Não... ele sabe. Porque ele foi o primeiro a reparar nela quando ainda era invisível. Ela só nota a presença de quem a admira. Só se dá depois de ser a fantasia. É a partir desse momento que sente todo e qualquer toque como um pedido. Como uma tentativa, como se a mão no braço dissesse o que a voz não consegue dizer. Como se o banal "Olá, tudo bem" estivesse cravado de segundas intenções, de entrelinhas, de mensagens subliminares. Como se o seu nome dito por ele tivesse outro poder. Nela, toda a atitude muda. O tom de voz, a dicção, o olhar. Tudo mais intenso. Ela tenta parecer natural e até finge que não quer saber, simulando uma certa distância só para parecer desinteressada, mas está à espera que ele a chame. E cheia de medo que ele não tenha visto nada do que ela imaginou. Nada mais intolerável que não ser querida pelo objecto de desejo. Enquanto ele não tiver coragem para a convidar para um café, ela vai transpirando charme.

Presentes para todos os 200!!!

Marilyn Monroe
204 seguidores.
109.500 visualizações.
1300 posts.
Disse-vos aqui que quando chegássemos aos 200, todos os meus seguidores iriam receber um miminho, lembram-se? Alguém muito generoso lançou a ideia e eu achei o máximo. Melhor que sortear um presente é fazer com que ninguém fique de fora. Por isso, a partir de terça-feira (amanhã) e até às 23h59m de sexta-feira, dia 9 de Março, vão usufruir de 15% de desconto no valor total de uma encomenda que façam no Beadelicious (já vos tinha falado dele ali). A promoção não inclui portes de envio e para usufruírem dela, basta que insiram o código que deixo na imagem abaixo quando preencherem o formulário de encomenda. Não se esqueçam disto, porque sem código não há desconto, boa?
Obrigada à Lúcia pela ideia fantástica.
Obrigada por estarem desse lado sempre prontos para me ler.
Obrigada por me darem tanto.

E agora vão lá escolher bling-blings, coisas giríssimas (sou fã dos anéis!!!) e aproveitar o desconto! As peças já são tão baratinhas que os preços ficam, no mínimo, maravilhosos... Para nós, bijoux nunca são demais... e para eles, fica sempre bem oferecer um miminho às suas mais-que-tudo, certo?


Dúvidas? Enviem-me um e-mail. Ou à Lúcia ( encomendas.beadelicious@gmail.com ). Ou usem a página de facebook do Beadelicious!

O fim-de-semana foi bom?

Demi Moore
O meu foi. Cansativo, mas muito divertido. Começou com uma experiência nova, de que vos falei aqui. Como nunca tinha feito rádio em directo, claro que comecei super tímida. No entanto, não foi difícil esquecer o microfone e deixar a conversa fluir como se estivesse numa mesa de café. As meninas foram super simpáticas, são mega divertidas e assim nunca falta assunto... Uma hora de programa até me pareceu pouco tempo! Adorei!
Depois a Menina foi sair, matar saudades das amigas e de um bom Moscatel... e a pior parte foi mesmo acordar no Sábado de manhã para arrumar a sala do pelavida.pombal. Nada fácil. Doloroso, até. Mas o resultado valeu bem a pena: agora temos uma sala arrumadinha, organizada, cheia de material fantástico. Bom, claro que o cansaço não me prendeu à cama e que à noite já estava novamente pronta para a farra. Só Domingo foi dia de descanso... O único inconveniente? O joelho magoado, que me deixa cada vez mais impaciente. Mas nem o andar ridículo nem as dores atrasaram a elaboração de todo um kit de decoração para a casa nova da L., que fez aninhos. Juntámo-nos para lhe oferecer montes de miminhos que ajudassem a que ela se sentisse mais em casa longe de todos nós. Tudo nos tons de que ela mais gosta - mantinhas, almofadas, velas, molduras, individuais para a mesa... enfim, uma parafernália de objectos giros - até uma orquídea! - para que a sua casa se torne num lar fofinho. E acho que correu bem. E o bolo de aniversário dela? OMG TÃO bom e TÃO lindo. Temos gente talentosa por cá. Muito talentosa. Plim!

sexta-feira, 2 de março de 2012

A Menina na rádio.

Adele
Ela é uma destas pessoas de que vos falei e quis a vida que nos cruzássemos. Sem querer, a conversa flui e as minhas primeiras impressões não se confirmaram. Ela não é só simpática, emana vida. E sem saber bem no que se está a meter, convidou-me para fazer parte da conversa no seu programa de rádio. São só mulheres e a Menina é tímida, mas não deixa de ser curiosa. Além de lisonjeada, fiquei grata e aceitei! Falaremos sobre a inveja.

Isto sim, são boas notícias.

Elizabeth Olsen
Porque ainda há esperança. Já leram? Aqui!

Já repararam?

Hilary Duff
Já respondi aos comentários! A pouco e pouco, volto ao normal. O próximo passo é pôr a leitura em dia, ler os vossos posts e comentá-los. Depois, é descobrir os blogs dos meus seguidores. Isto com tempo vai lá!

Bom fim-de-semana!

Emma Watson
"Uma atitude positiva pode não resolver todos os seus problemas, mas irá incomodar uma quantidade suficiente de pessoas para valer o esforço."
 
   Herm Albright

quinta-feira, 1 de março de 2012

da falta que me fazem os momentos tranquilos.

Chuck and Blair
Ele doentinho e eu atarefada. Não lhe pude dar toda a atenção que queria ter dado. Não gastámos horas com conversas. Não aproveitei a presença dele ao meu lado. E tenho saudades dele. Porque basta um dia em que não tenhamos o nosso tempo para que sinta falta. E mal posso esperar para o abraçar logo à noite, depois da reunião e do jantar.

Canos e Mamutes.

Paris Hilton
Eu já vos tinha dado o lamiré aqui, mas achei que não me apetecia falar muito sobre o assunto. Agora que ultrapassámos o nível do desespero, tenho que desabafar. Eu não fui feita para sofrer com problemas de canalização. Aliás, eu não fui feita para lidar com qualquer problema técnico que não possa resolver sozinha e num ápice. Estão a instalar uma canalização nova inteirinha cá em casa. Vocês não estão bem a ver o pânico! Ele é desconhecidos a entrar e a sair, berbequins ao acordar (sim, que eles são madrugadores e chegam logo às oito da matina!), zero privacidade e nenhuma tranquilidade.
O pior? Ter que ficar fechada em casa porque podem sempre precisar de alguma coisa. Como não podemos cozinhar, porque a cozinha tem canos e por isso também é local de trabalho para os senhores, temos feito as refeições todas fora. Ainda por cima, está virada do avesso. Ele é lama no chão, que aquelas botas deles não se limpam sozinhas; ele é armários vazios e tudo espalhado em cima da mesa e das bancadas; ele é... bom, até o jardim parece a Faixa de Gaza os vizinhos devem julgar que estou a abrir uma vala comum à entrada de casa e a Adda(*) anda desesperada, tadinha, nem pode correr livremente. Nem vou descrever a confusão dos quartos de banho. Ao final do primeiro dia, a Mana Lamparina só falava em ir para um hotel, mas depois eu consegui convencê-la (e ao papá) a ficar em casa. Acho que fiz mal.
Sabem porquê? Porque o que é mesmo dramático é a falta de capacidade que os senhores canalizadores têm para fechar portas. Entra e sai o dia todo e as portas exteriores sempre abertas. Todas. E o jardim todo escavado, como já referi. Sabem o que isso significa, certo? BICHOS! E Mamutes. Muitos. Entraram à socapa. Eram uns quatro ou cinco espalhados pela casa e causaram os momentos mais terríveis desta minha última semana. Tão terríveis que não quero contar-vos, como faço às vezes(**). Foi grave. E estou a pensar seriamente em procurar ajuda profissional para me ver livre desta fobia... ou pelo menos, atenuá-la. Alguém sabe de alguma terapia em que não seja necessário o confronto com o objecto do medo?


(*) É a minha cadelinha. Cadelona, vá.
(**) Falei sobre o assunto ali e acolá.

Ontem foi o dia.

Kim Kardashian
Estava louca para ir andar de patins. O tempo tem estado fantástico e não posso deixar que os mimos do namorado (estes ou estes aqui) se acumulem no meu rabo.
Ontem foi o dia.
Combinei com a Inês e com a Di F. que enquanto elas iam correr, eu patinava. Perfeito.
Sabem, nunca tinha caído de patins e já patino desde os quatro anos, para aí. Nunca caí com patins tradicionais, no gelo ou em linha. Nada. Zero quedas.
Ontem foi o dia.
Talvez o facto de ter um metro e setenta e de, por isso, estar um bocadinho mais longe do chão, me obrigue a um equilíbrio diferente. Talvez o facto de ter sentido as rodas tremer e não ter feito nada tenha ajudado à festa. Talvez o facto de achar que acessórios como cotoveleiras e joelheiras são para meninos tenha sido a razão para que esteja coxa.
Não foi bem uma queda... foi um acontecimento hilariante: vi a descida. Já a tinha feito duas ou três vezes. Aproximei-me com cuidado e deixei-me ir, naquela posição aerodinâmica de quem esquia. Assim que grito "uhuuuu!", as rodas tremem e não sinto estabilidade nenhuma nos patins, que começam a forçar-me a ir para a direita, em vez de seguir em frente. A velocidade aumentava e só pensei que a melhor solução seria encostar-me ao muro contra o qual iria bater anyway. Se assim o pensei, melhor o fiz. Mas fi-lo tão rápido (sim, que este parágrafo equivale a dois segundos) que quando me colei ao tal muro, arei a terra do jardim que estava ao nível da parede com as minhas unhas. Tipo, à altura da minha cabeça estava um jardim, percebem? Mais ou menos isto aqui. É que o parque onde gosto de patinar tem alguns desníveis (ou socalcos). Depois não sei o que aconteceu, porque comecei a rir. Recompus-me e continuei durante mais meia hora, apesar das dores.
Devo ter raspado com o joelho algures no chão, o cotovelo não faço ideia onde se esfolou. Olhei para as minhas mãos e parecia uma menina da Ribeira do Sado, cheia de terra nas unhas. Passei-me quando vi que tinha DUAS partidas. É que fiz a manicure anteontem... Bom, depois do banho, como o papá é veterinário, tratou do meu joelho. E tão amoroso que depois de chorar a rir com o meu andar, gozar com o meu andar e ainda dizer que eu não sei coxear, tratou da abóbora que tenho como joelho com Desinclor, que é cor-de-rosa e não arde. Gostei. E pronto, agora tenho um inchaço do tamanho de duas nozes a abóbora era só para terem pena de mim, estou com dores de rir(*), pareço um pinguim a andar e espero que o sangue não me estrague as calças. Ridículo.
Claro que só volto a pegar nos patins quando isto passar. Até lá, vou trocar a posição das rodas e apertá-las bem. Humpf.


(*) Sabem aquela dorzinha que nos faz gemer e rir sem muita força ao mesmo tempo? Essa mesmo.

:)