terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Passatempo da Quadra Festiva!

AOriflame é  marca líder na venda direta de cosméticos por catálogo em Portugal oferece produtos naturais, não testados em animais e a oportunidade de seres cliente vip, comprando online e com desconto ou mesmo uma oportunidade de carreira. Caso pretendas conhecer mais sobre os seus cosméticos, comprar ou vender os seus produtos poderás visitar este site sobre a Oriflame - http://cosmeticosland.blogspot.com/

 
Pois que vocês disseram de vossa justiça e a Menina aliou-se ao Sou Doida por Cosméticos... tudo para vos presentear com um miminho, à laia de presente de Natal, mas para usarem no novo ano. Ou seja, um dois em um. Aqui no lampas é assim. As regras são simples: vocês tornam-se seguidoras do Lamparina e do Sou Doida por Cosméticos e deixam um comentário neste post com o nome de seguidor, e-mail e uma frase dizendo porque merecem ou precisam deste miminho. A frase vencedora recebe um gloss oferecido pelo Sou Doida por Cosméticos e uma surpresa fofinha da Menina. Têm até ao vigésimo dia do ano, que é como quem diz, até dia vinte de Janeiro, para participar!
Passatempo Patrocinado por Escritório Online Oriflame e pelo Blog Sou Doida por Cosméticos

Alteração de quase fim do passatempo:  quem divulgar o passatempo e deixar aqui um comentário com o link da divulgação ganha uma participação extra!

Deviam era aprender comigo, que eu não duro para sempre.

Beyoncé and Tyra
As relações mantidas por necessidade, em que um precisa do outro e o outro depende do um, não resultam.
Seja qual for o motivo dessa reciprocidade - dinheiro, carências ou aparências.
A verdade é que nunca dão certo.
Porque não são saudáveis.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

do Acordo Ortográfico.

Nicole Richie
Estávamos só na conversa e a Filipa querida do meu coração quis saber qual a minha opinião acerca do Acordo Ortográfico, já que sou de Letras. Depois de lhe responder, apercebi-me de que de todas as vezes em que comecei um post sobre o assunto aqui no lamparina, acabei por desistir. "Isto porquê?", perguntam vocês? Perguntem, vá. Estou à espera. Ahh. Bom, isto porque fico mesmo irritada. Tão irritada que o que escrevo sobre o Acordo acaba por sair sob o formato de pensamentos avulsos:

Sou completamente contra, apesar de saber que se toda a gente fosse como eu, ainda estaríamos a escrever pharmácia e coisas do género.
A questão é que do meu ponto de vista, este acordo não faz sentido porque não se trata da aceitação da evolução natural da nossa língua. É uma uniformização à força onde quem vai lucrar são apenas as editoras.
Na minha profissão terei de fazer uso dessa nova Língua Portuguesa, o que me levará a fazer algumas formações entretanto, mas garanto que vou super contrariada. Não quero escrever microndas nem dizer que de fato aquele fato é bonito.
Também acho que essa perversão perde todo o sentido quando comparada com o exemplo Inglês, que só por acaso é o idioma mais falado em todo o mundo e que aceita as suas variantes - há o Inglês Britânico, o original, e o Americano. Separados e sem confusões. No nosso caso, a língua mãe não está a ser respeitada e sai o Brasil favorecido. O que é estúpido - chamem-me xenófoba ou velha do Restelo - porque eles é que herdaram uma língua que é nossa.
Enfim, a minha opinião não serve para nada porque o acordo vai para a frente e pronto. Mas se puder escolher, escrevo como aprendi. Com baptismos (já repararam que a raiz etimológica da palavra vem de João Baptista? Porque é que lhe vão alterar a raiz?!), com espectáculos e espectadores (espetáculo parece o sítio onde se espeta...).

Prazeres felizes para começarmos bem a semana!


Pleasures Happiness.
Sob o nome de Estée Lauder, cristais Swarovski decorando uma caixinha com perfume sólido.
How cute is that?


Sabem quem lança um livro esta Segunda-feira?

A mana da minha querida Tamborim Zim! É verdade... E apenas porque passarei o dia a duzentos quilómetros de Lisboa, embrenhada nas comemorações do aniversário do senhor meu noivo, não me será possível dar um pulinho até ao Clube de Jornalistas... De qualquer forma, partilho convosco o convite que a Tamborim gentilmente me enviou. É às seis e meia da tarde e parece-me uma excelente forma de terminar o dia!
O livro que a Margarida escreveu chama-se Check-In, passa-se no aeroporto de Lisboa e é uma história deliciosa de encontros, desencontros e romance num ritmo de avião. À Margarida, os meus parabéns pela obra e votos de sucesso! À Tamborim, um conselho: pelo que te vou conhecendo, talvez não seja má ideia levar um balde para o evento, porque posso apostar que estás uma mana toda babada!
Mais sobre o livro e a autora aqui e acolá.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Penso, logo divago.

Keira Knightley
É a companhia, a presença constante, o apoio inabalável. Como estes pilares que se erguem em meu redor, suportando este tecto milenar, pesado como os casos que trago sobre os ombros. Estão aqui há tanto tempo, será que já outro alguém lhes atribuiu este significado? Será que houve outro coração apaixonado que aqui sentisse esta exacta emoção? Quem mais viu com este olhar este edifício?
Os espaços interessam-me e o que abarcam também: monumentos antigos, sentimentos vividos. Pessoas que passaram aqui inteiras, pés que pisaram este chão com passos seus, dióxido de carbono expirado por pulmões já tornados pó. Tantas almas, tantos corpos, tantas dores. Tanta vida.
E esta escadaria... ninguém sabe como me custa subir esta escadaria. Cada degrau, velho, gasto e polido, exige um esforço hercúleo de cada músculo meu. É o peso dos anos que perdi tentando encontrar formas de ser, formas de ser gente num mundo onde, afinal, nunca me poderia encaixar. Anos de descoberta, que aprendi tanto sobre mim que julgo ter conseguido alcançar uma consciência quase ideal de cada uma das minhas fraquezas, tão real quanto a dos trunfos que me tornam única. E cada degrau custa mais um bocadinho. Cada degrau pede que puxe o meu peso e o de quem me falta sem ceder ao desequilíbrio. O peso de cada tempo perdido, de cada escolha mal pensada, cada livro não lido. O peso do desgosto, da saudade, do fado. O peso das mágoas, das ausências e dos sonhos que esqueci pelo caminho.
Da vida, ficam-nos os sorrisos que fizemos nascer nos rostos de quem amamos, o que de belo a retina filtrou para a alma e o legado que deixámos ensinando.
Há dias assim, que apesar de soalheiros, não secam as lágrimas que teimam em nascer nem reprimem a hipersensibilidade que expõe a pele dorida à comoção. Não sei como lhe chamam, mas desconfio que o termo correcto seja melancolia. É daqui que nascem as vozes das fadistas, chorando o que a alma só pode dizer cantando.

ALERTA! ALERTA!

Pessoas fofinhas que me querem oferecer um presentinho no Natal mas que não querem escolher nenhum dos que apresentei neste separador... incrementei a minha wishlist! Ora vão lá ver. Vá. Já repararam? Então eu até dou uma ajudinha:


Wishlist sem sapatunfo não é wishlist, certo? Vá, vão lá ver. AQUI!

Vim cá só dizer-vos...

Adriana Lima
...que ando numa lufa-lufa. Que é como quem diz, numa correria. Que não tenho tempo sequer para dar um jeito ao cabelo, estão a ver o estilo? Ando a acordar em cima da hora e depois de tomar um duche rápido, visto a primeira coisa que a mão apanha só para não ir nua para a rua, já agora ponho um rímelzinho , hidratante com cor e tá a andar, aí vai ela. Faço quarenta quilómetros de carro para ir, volto ao final do dia com outros quarenta no lombo e nisto é de noite. Tipo, amanhã só chego a casa por volta das nove da noite, estão a ver? Pois. E no meio de tudo isto, ainda tenho que comer, ver um bocado de televisão, sei lá, responder a e-mails a despachar, estar com a minha Mana, assistir a mais um espectáculo dela, gerir situações desconfortáveis e totalmente dispensáveis, irritar-me, falar ao telemóvel, responder a sms, beber um café rápido com a minha amiga do coração, namorar, conversar e ler qualquer coisa para adormecer e voltar a acordar em cima da hora. Hoje não aguentei e mesmo estando em pânico com o tarde da hora, vim cá só dizer-vos que não tenho respondido aos comentários por causa disso. A culpa não é minha - é do tempo que não estica. Não tenho tempo sequer para pintar as unhas, minha gente!!! Hoje decidi passar uma camadinha só para disfarçar e não andar com aquele aspecto foleiro de verniz lascado... Pronto. O que me dá ânimo é saber que sexta vou poder ficar a dormir e ser suavemente acordada pelos guinchos da Dona Irene a dizer "Meniiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiina! Não quer que eu faça a cama de lavado? Olhe, já viu ali a casa da vizinha que tem umas luzes tão lindas? Olhe, vá tomar o pequeno-almoço! Não se esqueça de dizer ao papá que acabou o detergente para o chão! A máquina de café está a fazer um barulho esquisito! Estas caixas que estão no hall são para quê? Está tão magrinha! Até quando acorda é bonita! Está humidade no tecto do quarto-de-banho! Quer que aspire o colchão?". Sim, ela acorda-me com doçura. E eu adoro. Fico logo de bom humor.
Vá, vou ali buscar a máscara descongestionante que deixei no frigorífico para ver se amanhã não tenho duas batatas em vez de pálpebras. Tenho saudades vossas! Cá beijinho*

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

da Noite.

Margherita Missoni
Sempre gostei da noite. Em pequena, evitava adormecer só para poder ficar mais um bocadinho na sala, na companhia dos meus pais e dos amigos. Gosto mais de dormir de manhã. Sempre me fascinou a lua, minha companheira das viagens de carro. Era para ela que olhava, através da janela, quando já não tinha mais nada para dizer, mais nenhuma canção para cantar. Lembro-me de me sentir especial por tê-la ali a planar, fazendo o mesmo caminho que eu só para não me deixar.
Sou mesmo da noite, que é nela que as conversas se aprofundam. É com ela que os climas se tornam mais íntimos. Adensam-se os sentimentos e são espontaneamente expelidos por cada poro. Também as dores se intensificam, a febre sobe e os medos ganham terreno. A escuridão torna visível o que a luz do dia ofusca.

E depois dou por mim a sentir-me a única pessoa sã no planeta porque são menos os que percebem do que aqueles que não fazem ideia do que sinto.

Charlize Theron
Canso-me de estar constantemente preocupada com os outros, com o bem dos outros, com o sorriso dos outros. Faço o que for preciso para não magoar, para não ferir susceptibilidades, para não deixar amargos de boca. Passo por cima do meu querer, dos meus interesses pessoais ou simplesmente da minha conveniência. Dou atenção, quero saber se estão bem, tento ser só o ombro e o abraço, mesmo que não tenha sabedoria para construir uma frase ideal para cada momento. Tento transmitir paz de espírito e conforto. Tomo conta dos que vivem no meu coração, procuro-os, amo-os. Cuido deles com todo o carinho possível. E nada disto é um esforço - faço-o por amor. É genuíno, é natural e não poderia ser doutra maneira. E depois canso-me quando cagam em mim, permitam-me a crueza. E quando isto acontece, é muito pior do que quando me irrito. Porque quando me irrito, espero até que a cabeça esfrie e não atropele o que o coração quer dizer. Depois, resolvo tudo, falando. Quando me canso, não quero resolver nada porque não me apetece cansar-me mais, esgotar-me ou maçar-me com um esforço infrutífero. Afasto-me. Perdem um bocadinho de mim. É que por mais amorosa que possa ser, odeio quando me subestimam, quando me tomam por garantida ou quando simplesmente querem lá saber. O meu orgulho não me permite ser tratada com menos amor do que aquele que dou. Temos pena.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Já chega, está bem?

Lindsay Lohan
Sábado, dia três de Dezembro, furei um pneu.
No último Sábado, o meu carro despistou-se e bati noutro.


Sabem o que soube mesmo bem? Sentir que por cada contrariedade com que tenho que lidar, surge um miminho. Ter ganho este passatempo da Fiona foi perfeito.

Obrigada.

Eva Mendes
Nada melhor que ter ao meu lado um homem que me consegue fazer rir pelo menos uma vez por dia, todos os dias.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Simples camisa branca.

Joss Stone
Lembram-se deste post? Então... fui buscar a minha camisa e... guess what?! Vou contar-vos:
Não me apetecia nada despir as camadas de roupa que levava vestidas, então optei por experimentá-la mesmo por cima da t-shirt e do cardigan. O tamanho M ficava demasiado largueirão, pelo que depois da insistência do papá, lá experimentei o S. E sabem que mais? Caiu superbem, fica elegantemente larga, as costuras todas no sítio certo, os ombros bem marcados e nem hesitei em trazê-la comigo! Acho que foi a primeira vez que comprei um S. Ainda por cima da Bershka, que tem tamanhos impossíveis! Estou doida. Acho que finalmente começo a perceber que estou mais pequena, que as minhas dimensões reduziram e que não preciso de usar roupas exageradamente largas para me sentir confortável. Claro que o corte terá influência, mas ainda assim, estou surpreendida e acho que quero uma de cada cor. Adoro-a.

Gosto.

Michelle Trachtenberg
Sabem o que sabe bem? Correr a lista de contactos do telemóvel e enviar uma mensagem a todos aqueles com quem já não falamos há muito, muito tempo, só para dizer que nos lembrámos, só para mandar um beijinho, só para perguntar se está tudo bem.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Presentinhos em tempos de crise - Quinto.

Claro que alguns dos presentinhos que sugeri aqui ou acolá são aplicáveis ao mais que tudo. Claro que os presentinhos que sugiro hoje servem também para o irmão, para o primo e para o amigo, que não andei a investigar sex shops porque isto aqui é um blog de respeito onde não há lugar para bardanices. Vá lá ver:
Ideias fofinhas:
1 – É um homem. Nada a acrescentar.
Em qualquer supermercado, entre dez a quinze euros.
2 – Um gadget louco: uma máquina fotográfica para usar underwater por apenas treze euros! Eu tenho uma e divirto-me imenso com os resultados.
A minha é como esta e é da Decathlon.
3 – O presente não tem que ser exclusivamente para ele, certo? Pois. É que descobri recentemente que no site do Inatel se encontram escapadinhas a dois por trinta euros.

Acessórios:
1 – Eles têm o cabelo curto, logo, mais frio no pescocinho. Um cachecol quente e fofo não tem de ser a avó a oferecer-lhe. Estes são da Pull&Bear e custam cerca de quinze euros.


2 – Porque as malongas não são só para nós, achei esta da ZARA bem bacana.
Trinta moedas de um euro por uma mala máscula e viril
Sapatos:
Os sapatos para homem são sempre mais caros que os nossos, mas encontrei alguns ténis giros para o fim-de-semana por dezoito e trinta euros. Nada mal, hum?
Dezoito eurinhos na Blanco.

Estes são da Pull e custam trinta euros, tal como os que coloquei abaixo.

Roupinhas:
1 – Eles acumulam t-shirts como eu acumulo tank tops. Mais uma não é demais, portanto.
Esta, por exemplo, é da Blanco e custa cerca de quinze euros.
Parece uma daquelas fotos das estrelas de Hollywood na prisão. Adoro.
2 – Inverno, malhas. Malhas, Inverno. Plim.
Vinte e dois singelos euros, na Pull&Bear.
Da Blanco, por aproximadamente vinte e cinco euros.

3 – Adoro vê-lo de camisa. Pinta. Encontrei estes exemplos a partir de vinte euros:
Vinte e dois euros, na ZARA.
Vinte e cinco euros, também na ZARA.

...e tal como o papá, também ele tem que cuidar da sua pele, não é? Porque não começar com produtos simples? Estes encontram-se aqui por cerca de vinte euros.
Um after shave por vinte euros...
...e um gel de duche happy por vinte e cinco.
Mais sugestões? A gerência agradece.
Espero que tenham gostado da rubrica... para mim foi extremamente útil fazê-la. Mesmo!
Já sabem que podem rever cada um dos cinco posts no separador que coloquei ali em cima e que ficará por lá até ao próximo dia 26. Sim, que ele autodestruir-se-á à meia-noite do dia 25.