quarta-feira, 5 de outubro de 2011
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Não há imagem possível para este post dois em um.
A minha bisavó decidiu que tinha que ir ao estomatologista. Marcámos consulta com um dentista amigo e lá fomos com ela. A sua queixa era nada mais nada menos que "tenho muito cuspo". Resposta obtida: "- Então devia pensar em arranjar trabalho nos Correios a lamber selos".
Adoro lembrar-me destes episódios com que ela ainda hoje me diverte. Reviver até as mais mundanas acções atenua a saudade que sinto todos os dias. A minha vó foi tudo o que se pode pedir de uma avó e muito mais. A minha vó foi mimo, abrigo, recreio e lições. Partilhámos o mesmo tecto desde os meus seis meses de idade. Partilhámos o início e o fim uma da outra, que se eu ainda estava a começar, ela já aguardava o momento em que nos diria adeus. A diferença de idades só se notava às vezes, porque as gargalhadas eram constantes e o amor inquebrável. Tenho saudades das mãos dela, do colo onde eu podia deitar a minha cabeça, do riso, de a chatear. Tenho saudades de a ver sentada na sua cadeira, junto aos livros que não sabia ler. Tenho saudades de lhe ler os livrinhos da Turma da Mônica, de cantar para ela, que era a mais fiel das minhas espectadoras. Assistia aos meus teatros com a atenção de quem não poderia estar em melhor sítio. Ouvia as músicas que compunha mal emporcamente ao piano e aplaudia. Será que ela sabe a falta que me faz? Separámo-nos quando eu tinha catorze anos e ela cento e dez. Será que ela sabe que penso nela todos os dias? Que lamento não poder levá-la a passear, agora que sou grande e tenho carta? É que era mesmo isso que me apetecia hoje. Ir com ela até à beira-mar. Partilhar com ela os meus medos, dizer-lhe que não tem sido fácil, saber o que pensa ela disto tudo. Tê-la a acalmar-me, a apaziguar o meu desencanto. Ter a sabedoria dela aqui à mão. Em nove letras e três palavras: Rir com ela.
Adoro lembrar-me destes episódios com que ela ainda hoje me diverte. Reviver até as mais mundanas acções atenua a saudade que sinto todos os dias. A minha vó foi tudo o que se pode pedir de uma avó e muito mais. A minha vó foi mimo, abrigo, recreio e lições. Partilhámos o mesmo tecto desde os meus seis meses de idade. Partilhámos o início e o fim uma da outra, que se eu ainda estava a começar, ela já aguardava o momento em que nos diria adeus. A diferença de idades só se notava às vezes, porque as gargalhadas eram constantes e o amor inquebrável. Tenho saudades das mãos dela, do colo onde eu podia deitar a minha cabeça, do riso, de a chatear. Tenho saudades de a ver sentada na sua cadeira, junto aos livros que não sabia ler. Tenho saudades de lhe ler os livrinhos da Turma da Mônica, de cantar para ela, que era a mais fiel das minhas espectadoras. Assistia aos meus teatros com a atenção de quem não poderia estar em melhor sítio. Ouvia as músicas que compunha mal emporcamente ao piano e aplaudia. Será que ela sabe a falta que me faz? Separámo-nos quando eu tinha catorze anos e ela cento e dez. Será que ela sabe que penso nela todos os dias? Que lamento não poder levá-la a passear, agora que sou grande e tenho carta? É que era mesmo isso que me apetecia hoje. Ir com ela até à beira-mar. Partilhar com ela os meus medos, dizer-lhe que não tem sido fácil, saber o que pensa ela disto tudo. Tê-la a acalmar-me, a apaziguar o meu desencanto. Ter a sabedoria dela aqui à mão. Em nove letras e três palavras: Rir com ela.
detesto...
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| Nicole Richie |
sobre o Peso Pesado
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| Jessie J |
(Tenho para mim que se eu soubesse, sonhasse, imaginasse que do outro lado da televisão estariam duas pessoas tão parvas como nós, nunca punha os pezinhos naquele programa. É que se na versão americana aquilo era comovente, em português só me dá vontade de rir às gargalhadas.)
Vocês repararam no teatrinho nas apresentações? Uma treta do caraças, deixem-me que vos diga. Lá porque são gordos, é sentá-los no sofá e pô-los a devorar pizzas e a mamar garrafas de Coca-Cola? Era mesmo preciso que comessem bolos à boca cheia, que nem uns cafriais?
E porque raio é que o obeso mariquinhas entra na Herdade e a fixe que queria ser mãe fica pelo caminho? Se ele magoou a perninha no primeiro treino, quem é que garante que não vai magoá-la outra vez, já no segundo treino? Ela não era tão personagem e só por isso é que o totó entrou. Odiei.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Sabem no que reparo assim que vejo uma pessoa pela primeira vez?
Além do óbvio, como o volume, a altura e o rosto... as sobrancelhas.
As minhas não são nada de especial, não são densas, espessas ou super definidas, mas convivo bem com elas. A verdade é que odeio sobrancelhas demasiado feitas, mal feitas, nada arranjadas. Para quem estranhava a importância que sempre dei às sobrancelhas, eis alguns exemplos de como elas podem suavizar traços ou destacar beleza:
Digam lá que eu não tenho razão.
As minhas não são nada de especial, não são densas, espessas ou super definidas, mas convivo bem com elas. A verdade é que odeio sobrancelhas demasiado feitas, mal feitas, nada arranjadas. Para quem estranhava a importância que sempre dei às sobrancelhas, eis alguns exemplos de como elas podem suavizar traços ou destacar beleza:
Digam lá que eu não tenho razão.
da Alienação Involuntária.
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| Eva Mendes |
O pesar nos semblantes e no silêncio cortado pelo barulho pautado da marcha em que se move o cortejo. As flores que se vêem por ali são pequenos pontos de cor por entre um mar negro de pessoas que se despedem de alguém que deixa saudades. E as saudades ouvem-se num gemido mudo, materializam-se nas lágrimas que banham os tristes rostos, partilham-se nos abraços que tentam confortar o vazio deixado. Há dor. A dor de saber que pelo menos por cá não voltaremos a ouvir aquele riso, aquela tosse, aquela expressão característica. Não haverá o contacto físico, o abraço, a mão no ombro, o olhar nos olhos.
"Tenho que tirar a roupa do estendal quando chegar a casa." - e damos por nós subitamente intrigados - "Porque raio me lembrei disto agora?".
Os mais descabidos pensamentos podem surgir descontextualizados e sem razão aparente. Tenho para mim que não se trata de uma insensibilidade atroz, mas sim de um mecanismo de escape que o cérebro humano acciona ao primeiro indício de que podemos dar o tilt.
Dou por mim a pensar num comentário feito no Facebook a meio de uma reunião tensa.
Tenho ideias para fazer um novo colar enquanto antecipo uma discussão acesa com a senhora da secretaria.
Invento muitos projectos quando estou em fases más, aliás, em fases menos boas tendo a ser muito mais criativa, talvez porque quando está tudo bem, o cérebro não tenha que se esforçar para me proteger.
domingo, 2 de outubro de 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
Vitória segura para caramelo.
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| Bar Refaeli |
A materialização deste poll será provada através da utilização de um post, assim que se efectivar.
Obrigada a todos por participarem.
Beijinho*
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