É um instante, de repente já foi. Lembram-se das sugestões que aqui deixei para presentes homemade? Eis alguns exemplos do que fiz para oferecer, com fotografias de má qualidade em que podem clicar para tentar ver melhor. Há uma delas que denuncia uma nódoa na toalha da mesa da sala de jantar... desculpem lá, sim?
domingo, 26 de dezembro de 2010
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Bom fim-de-semana!
Feliz Natal!
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Está mesmo a chegar...
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| Keira Knightley |
detesto...
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| Lily Cole |
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
- São problemas de gente crescida,
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| Irina Shayk |
"Não me vejo assim. Não me sinto assim. Não percebo porque uma garota como eu pode incomodar tanto."
"As pessoas só invejam quem é bom", lembrou a mãe. E ela já sabia que sim. No fundo, sempre teve consciência da mossa que fazia e porque os outros não a viam por dentro: ela nunca deixou. Sempre preferiu que mal ou bem, falassem dela, mas que não entrassem no jardim secreto, aquele lugar só para quem pagou preços muito altos para visitar. E, de repente, inesperadamente, vê-se na necessidade de lidar com situações que nunca imaginou poder protagonizar. Depois do susto, o medo. Depois dele, a certeza de que nunca perde. E de que nunca deveriam tê-la escolhido - ninguém acaba bem depois de tentar feri-la.
Pérola do dia
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| Jessica Alba |
- Foi ao Brasil...
(por um homem que lê a Pipoca...)
Sou cristã e não gosto do Natal.
Primeiro, porque a maioria das pessoas se esquece do aniversariante e isso parece-me no mínimo, uma grande falta de chá. Sentir-me-ia brutalmente magoada se todos os que me conhecem decidissem comemorar o meu aniversário numa grande festa, com toda a pompa e circunstância e sem a minha presença, sem se lembrarem de mim.
Segundo, porque me irrita a enorme hipocrisia adoptada por todos os que unicamente nesta altura se lembram brincar às caridades. É ridículo. Toda a gente quer ajudar os pobrezinhos, coitadinhos, não vão eles passar uma consoada na rua… mas depois do dia 25, a boa vontade vai-se com o vento e eles que se amanhem. Não têm que comer? Azar, vá trabalhar que tem bom corpo para isso. Dormem debaixo de um pedaço de papelão? Temos pena, não se metesse na má vida, o desorientado. E se alguém pede alguma coisa nos dias entre Janeiro e Novembro, não há cá espírito solidário, que “a mim também ninguém me dá nada”.
Terceiro, porque esta hipocrisia consome toda a gente. Quem não se suporta, partilha uma caixinha de chocolates. Quem não se telefonou durante todo o ano, liga naquela altura. Quem se odeia, abraça-se. Mas quem é que instituiu que nesta quadra temos que ser diferentes?
Tenho uma notícia: não temos. Podemos viver – e isto não é treta, é verdade e eu sou uma prova disso – nesta onda preocupada com o mundo que nos rodeia também todos os 364 dias. Podemos dar a mão a quem não está bem durante todo o ano. E assim, quando chegados a esta altura, não precisaríamos de usar desta tacanha e mesquinha mentalidade católica nacional, que faz com que o povo pense que não faz mal pecar, desde que a malta se redima num dia destes. Assim vive o português, de terço em terço, achando que se disser mal da vizinha durante todo o ano, mas depois no Natal até lhe oferecer uma prendinha boa, fica tudo esquecido. Outra notícia: as coisas não funcionam assim.
E uma nota para aqueles que se lembrarem de, na sua pequenez, me perguntar: “Ah e tal, não gostas do Natal, mas pões aqui uma wishlist…”. É verdade… lá em casa temos o hábito de oferecer mimos uns aos outros e torna-se difícil saber o que dar porque não nos presenteamos só nas datas especiais. Nunca foi preciso fazer anos para receber um presente do meu núcleo mais chegado de família ou de amigos… e torna-se cada vez mais complicado que eles saibam o que realmente me daria jeito ou me agradaria. Então, como sou uma querida, dou-lhes umas dicas. Porque sei que tal como eu, eles têm o maior dos prazeres em oferecer-me coisas de que goste e às quais dê uso. São manias estranhas de pessoas esquisitas, vá-se lá entender… Mas atenção: o consumismo não me põe maluca, ou não teria feito prendinhas handmade... Enfim, posto isto, espero que tenham um Bom Natal, sim? Eu prometo não chorar este ano…
domingo, 19 de dezembro de 2010
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
detesto...
Só.
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| Sasha Pivovarova |
"O mundo é dos fortes" - nem uma lágrima.
Cada vez mais fria, cada vez mais dura, cada vez mais eu.
Já não preciso de entender, já não quero saber. Os passos que dou são meus e levam-me só a mim pelo trilho que escolho.
I love my job #6
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| Marion Cotillard |
Pois... na verdade, é um misto de emoções difíceis de verbalizar. É o medo e a repulsa - não quero ficar assim. É uma íntima compaixão - lamento que estejam aqui, que as vossas famílias vos tenham depositado numa qualquer instituição onde os estranhos vos tratam melhor que os vossos próprios filhos. E atormenta-me vê-los de andarilho ou de muletas, as forças faltam para andar, para sorrir, para cá estar. E esperam por um inevitável fim, o destino que todos temos. Sabem que está perto e por isso, falta-lhes o brilho no olhar.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Viver à margem.
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| Rachel Weisz |
E depois saio de mim e vejo-me lá de cima: tudo na minha vida correu de maneira diferente do que havia planeado. Os projectos que esbocei nunca se concretizaram tal e qual como imaginei. Mas estou bem. Estou muito bem. Tal como queria, mas com outro cenário. E pretendo continuar assim.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
detesto...
Tenho pensado muito na Blair...
... e talvez por isso tenha sonhado esta noite que um poodle como este me escolhera como dona. Entrou pela casa adentro sem pedir licença, como a Blair na minha vida. E não queria sair... ainda que o meu pai insistisse em levá-lo para o canil.
Sabem quando acordamos e temos aquela sensação do "ora, bolas!"? Pois...
Sabem quando acordamos e temos aquela sensação do "ora, bolas!"? Pois...
Wishlist de Natal - err...
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| Jessica Biel |
- meias
- pijamas
- roupões
- pantufas
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Momento sério.
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| Emily Blunt |
Não quero apontar o dedo só porque sim, como aqueles que, achando-se detentores de mui nobres e brilhantes capacidades, julgando cumprir uma preciosa missão, lutam por uma verdade num paupérrimo Português, bacoco e desvirtuado, protegidos pelo escudo que é, no fundo, o seu monitor. Vomitam um monte de tretas, revelam cada pedra de calçada desalinhada e acham mesmo - impressionante! - que desempenham um inestimável papel pelo bem dos ignorantes que, como eles, aliás, não fazem ideia do porquê das coisas. Uma diferença apenas: não fingem saber. São estes, para quem ainda não tenha percebido, os corroídos pela inveja. O protagonismo atrai-os de tal forma que, não o tendo de mão beijada, o procuram por uma via alternativa. E ridícula, também.
Gosto dos que criticam construtivamente. Que revelam inteligência pelas alternativas demonstradas na altura e no local certo. Que não perdem o brilho de uma boa educação.
Sabem, tudo o que tenho vindo a conhecer faz-me temer pelos meus filhos que, se saírem à mãe, sentir-se-ão certamente deslocados nesta oca sociedade, constituída maioritariamente pela "carneirada", como tão bem adjectivou o nosso presidente da câmara. (lol) São eles e todos os que se acham importantes e que, sendo por vezes assolados por momentos de lucidez, se apercebem da fachada em que vivem. É aí que se tentam aproximar dos que vêem como realmente importantes, superiores. Aqui na cidadela, são por norma os advogados e os engenheiros. Em último caso, se a licenciatura não fizer parte do currículo, também servem aqueles cuja herança ou o casamento lhes permitiu comprar o Audi ou o BMW mais impressionante, maior que o do vizinho. Mesmo que depois não haja dinheirinho para a bica ou para o jantar no Tirol, ou para umas feriazitas no Algarve.
Intrigados pela minha presença, não há cá vergonhas: querem saber tudo. Quem sou, filha de quem, onde moro, quem é a minha família... um dia publico mesmo a riquíssima história genealógica que tanto me orgulha como me inibe, dada a admiração que nutro pelos que me antecederam. Não falo muito disso, sabem? Não por ser segredo, mas por privacidade. Quem realmente interessa, os meus, sabe quem sou, de onde vim e apenas porque mereceram sabê-lo. Bom, mas aqui ao povo, acho que lhes faço confusão por não ser peixe nem carne, aos seus olhos. Como não tenho por hábito manifestar opiniões por dá cá aquela palha, ficam com a pulga atrás da orelha. Não presto vassalagem aos labregos que eles veneram ou que consideram seres dotados de alguma inteligência acima da média, nem lambo as botas aos alvos das suas críticas. E isto deve ser realmente estranho. Serei uma outsider, portanto.
Apeteceu-me escrever sobre isto, que de tão vago, talvez nem seja nada. Lamento mesmo muito não poder escancarar aqui tudo o que me passa pela cabeça. Quem sou eu, afinal? Em jeito de conclusão... sabem a que acho mesmo graça? No meio de tudo isto, um mar de alfinetes sem objectivo à vista, não sabem quem realmente manda nisto tudo. Mesmo assim, fingem que sim, que ser espertalhão é que é giro. Faz-nos parecer maiores. Melhores. Informados. Atentos. São marionetas, apenas. E tão previsíveis... é fácil deixá-los sem resposta.
Hoje estamos assim...
Já tinha saudades. Adoro vernizes que morrem no meu tom de pele. São pancadas...e o Bali da Risqué substitui o da Dior na perfeição, por cerca de três euros. Adoro pechinchas. É outra pancada.
Wishlist de Natal #4 e #5. (tudo ZARA)
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Bom fim-de-semana!
detesto...
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| Anne Hathaway |
Há coisas que nos deixam um bocadinho tristes.
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| Da Weasel |
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Assim, é impossível fazer dieta.
Ele diz que adooora as minhas curvas, mas com dias como os de ontem, não será fácil mantê-las no lugar. Eu incentivo-o a ir a Lisboa, para ter uma noite exclusivamente reservada aos antigos colegas de casa. Enquanto esteve fora, fui tratar de presentes para ele - sei que ele também andou a tratar da minha prendinha. Ao final do feriado, traz-me cupcakes (lindos que só eles) e ainda fui ensiná-lo fazer um chilli com carne. Havemos de ficar bonitos... é o amor.
Eu não sabia que se pagava...
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| Dakota Fanning |
- Foste tu, Lamparininha?
Claro que era sempre eu. E tornou-se num hábito, apesar de me tentarem demover desse consumismo desmesurado. Nem sempre tinha consciência de que aquilo se pagava, mas como a intenção era sempre boa (fazer um agrado aos papás), ninguém se chateava muito comigo. Depois cresci e deixei de gostar, pronto.
Just wondering...
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| Rachel Bilson |
Na zona centro, é vê-los palmilhar as ruas molhadas, poça após poça, para a frente e para trás, debaixo de chuva e frio. Levam de tudo: luvas de malha polar, cachecóis, gorros, camisolas. Tudo o que precisamos para um Inverno rigoroso.
E vem tudo de Marrocos, claro.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Adoro semanas aldrabadas
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| Bar Refaeli |
detesto...
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| Jessica Stam |
da Franja.
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| Vanessa Hudgens |
Onde se vendem? Aqui, por exemplo.
Para que servem? Como é óbvio, para mudar o look sem recorrer à tesoura. Hoje apetece-me franja, pimba. Amanhã já não quero, tungas. Em dias como o de hoje, em que tenho o azar de apanhar uma molha e estragar o cabelo todo, uma franjola falsa resolvia muitos dos meus problemas.
Como se aplicam? Normalmente têm uns clips ou uns ganchos e são muito simples de pôr e tirar.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Wishlist de Natal #1, #2 e #3.
Pára de olhar para mim!
Foi um apagão.
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| Dita von Teese |
Eu agradeço.
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| Melodie Monrose |
- Sim, não tem qualquer problema, diga.
- Bom, é que está uma árvore caída na estrada e está a obstruir a via toda. Não é propriamente uma emergência, mas quem vier em sentido contrário não tem muita visibilidade e pode eventualmente ter um acidente...
- Claro. E pode dizer-me de que árvore se trata?
- Dado que estou dentro do carro, está a chover e está escuro... não. Mas é grande o suficiente para, como já lhe disse, ocupar a estrada toda e não deixar ninguém passar.
Dei a morada, agradeci, desliguei, estacionei e já estava na cama quando ouvi a viatura dos Bombeiros chegar. O barulho da motosserra cortava o silêncio da noite e tive pena de não estar a ajudar - mesmo sabendo que só iria desajudar. Quis levar-lhes qualquer bebida quente, mas tive imensa vergonha de o fazer sozinha. Apercebi-me de que eram cinco da manhã e estava alguém ao frio e à chuva a zelar pelo bem de quem não conhece. Pareceu-me estranho que ninguém mais, a não ser eu, soubesse do que se estava a passar. E achei injusto que ninguém lhes tivesse ido agradecer, que entretanto adormeci.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Ficas canhoto
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| Julie Andrews |
Uma catarse, que me apazigua, que me limpa.
Vezes houve em que tive que me conter. Não podia escrever, que isso era o reviver penosos momentos, sentir de novo as dores, verter mais uma vez as lágrimas.
É a escrita que faz de mim o que sou, que me faz ser, que me permite existir. Sou-lhe grata por me ter escolhido para preencher os seus espaços em branco, tudo para mim são letras e frases e orações e sílabas, recursos estilísticos e nomes. Tudo em mim verte, de dentro para fora, a denominação das coisas. E as coisas são tudo, o que me veste e o que respiro, o que penso e o que sinto. Traduzir emoções, coisas não palpáveis, para este código humano, é-me espontâneo e intrínseco, tem um quê de inato e nada mais. É que não me são precisas inspirações para tornar uma folha de papel branca na história de uma vida, de um sonho ou de um segundo. Consome-me. Sou sôfrega pelo dissecar significados. E mesmo quando estou feliz, de bem com a vida e sem tragédias gregas para entreter quem me lê, não consigo parar de escrever. Nem que sejam baboseiras, que também elas me salgam o quotidiano. E tenho rido muito, num estado de alma abençoado. Tudo é motivo para me desfazer em gargalhadas. E não troco isto por nada - nem pela profundeza dos textos que criei com os olhos inchados e o rosto vermelho de tanto chorar.
Ficas canhoto.
Bom fim-de-semana!
My beloved trench coat
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| Emma Watson |
eu tirito, tu tiritas, ele tirita... todos tiritamos.
Não foi assim, mas eu senti como se fosse. E foi inédito. Ainda estava a arranjar-me quando a dona Irene, que trabalha lá em casa, me pergunta:
- Menina, vai sair já de casa?
- Vou, dona Irene.
- Então eu vou pôr água no vidro para tirar o gelo do carro, para aquilo ir derretendo.
- Obrigada!
Agradeci-lhe umas mil vezes e vim-me embora. Tento pôr a chave na fechadura e nada. Toc, toc, mas não entrava. Depois de tentar na porta do lado oposto, decidi aquecer a chave várias vezes com um isqueiro e tentar derreter o gelo... (não, o meu bólide não tem comando) Desesperei, confesso. Já tinha decidido ir a pé para o trabalho, quando a Santa dona Irene traz mais um balde de água e molha as portas do carro. Sem forçar muito, para não partir a chave, lá consegui colocá-la lá dentro, rodar um bocadinho, e outro, e mais um... e entrei. Fantástico...
- Menina, vai sair já de casa?
- Vou, dona Irene.
- Então eu vou pôr água no vidro para tirar o gelo do carro, para aquilo ir derretendo.
- Obrigada!
Agradeci-lhe umas mil vezes e vim-me embora. Tento pôr a chave na fechadura e nada. Toc, toc, mas não entrava. Depois de tentar na porta do lado oposto, decidi aquecer a chave várias vezes com um isqueiro e tentar derreter o gelo... (não, o meu bólide não tem comando) Desesperei, confesso. Já tinha decidido ir a pé para o trabalho, quando a Santa dona Irene traz mais um balde de água e molha as portas do carro. Sem forçar muito, para não partir a chave, lá consegui colocá-la lá dentro, rodar um bocadinho, e outro, e mais um... e entrei. Fantástico...
Até ao Natal e sempre que me aprouver...
Fácil, fácil. Daqueles mimos básicos de que as pessoas gostam sempre, principalmente se forem feitos por nós. As minhas tias iriam todas amar.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
qualquer badameco pode ter um blog.
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| Sophie Srej |
Mas por favor... certifiquem-se que não dão erros ortográficos.
Toleram-se aquelas distracçõezinhas do tipo "Quadno vi..." - é humano, é normal.
Agora calinadas fortes, catanadas na Língua Portuguesa, ferem-me a alma.
Sem contar com a descredibilização automática do autor do blog perante os meus olhos.
Quer dizer... não sabem escrever e querem que eu acredite que sabem pensar?
Poupem-me.
(e odeio ainda mais quando a convicção de que são verdadeiros génios da intelectualidade predomina em cada parágrafo)
"A minha Pátria é a minha Língua Portuguesa."
respeito, senhores...
respeito.
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