Cheguei ao trabalho e recebo-o da mão de uma colega.
- O que é isto?
- Disseram para te entregar.
- Quem?
- Não sei...
Eu soube. Ainda ontem lhe disse que tinha que comprar um moleskine novo. Que o meu está horroroso. Que já não tem folhas em branco. Os meus dias não têm sido fáceis, mas com ele ao lado, custa menos. Muito menos. E não foi só pela Mood cor-de-rosa (claro!) que ele me deixou de surpresa no trabalho. É pelo apoio, pela mão, pelo companheiro que tem sabido ser.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Segunda-feira
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| Kate Moss |
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Bom fim-de-semana!
não acredito.
o Carlos Cruz? Really? O mesmo com quem falei na Feira Medieval de Silves, que me olhou de lágrimas nos olhos e me agradeceu o facto de ter ido falar com ele? O Carlos Cruz que tem uma mulher lindíssima? Que tem aquele suporte todo, a filha novinha? O Carlos Cruz do 1,2,3, da Bota Botilde, das Noites Marcianas? Sim, sim - era eu a marcianodependente, que escrevia todas as semanas aquelas cartas que ele lia às sextas. Eu e a minha melhor amiga víamos o programa, cada uma em sua casa, com o telemóvel colado à orelha. O Carlos Cruz? Tenho um apertozinho no peito. Fico triste.
Milagres
é o nome de uma povoação ali para os lados de Leiria. Este é o Garnier pure active anti-spot roll-on. (Ganda nome, né?) No início desta semana falei das borbulhas que me invadiram o rosto, nas quais tentei não mexer... e hoje parece-me o dia perfeito para vos contar como resolvi o problema. Nunca tive tendência para ter acne, a minha pele sempre se portou bem. Claro que em alturas como a Queima das Fitas ou a Latada, as toneladas de poeira no ar e o álcool no fígado faziam das suas... claro que, de quando em vez, a cada momento menos confortável do mês feminino, também me aparece uma pinta no meio da testa. Em situações de nervosismo ou ansiedade, como tive na segunda-feira, é o descalabro! Quarta-feira contei três na testa, uma delas proeminente, uma em cima do lábio superior e outra na bochecha... como os produtos que já tinha aplicado não me resolveram o problema e não queria perder tempo, decidi testar este produto. Confesso que não sou fã da Garnier, apesar de bonitinha, não me inspira confiança... deve ser por causa do Fructis, que apesar do cheirinho bom, irritou-me brutalmente o couro cabeludo, tinha eu 14 anos. A partir daí, nunca mais comprei nada da marca. Desconfiada da promessa de que uma hora depois da aplicação estaria tudo clean, comprei-o. É o máximo. Aplico-o de meia em meia hora e o fresquinho ajudou muito a amainar a inflamação. Depois da vermelhidão, foi-se o relevo embora e hoje tenho mini-crostas espectaculares para disfarçar com uma boa maquilhagem correctiva! Estou surpreendida.
Agora, um minuto sério.
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| Olivia Palermo |
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Nada melhora a auto-estima de uma mulher
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| Cameron Diaz |
Já ouviram falar?
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terça-feira, 31 de agosto de 2010
Eh pah deixem-me!!!
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| Salma Hayek by Ellen von Unwerth |
Do estilo:
Ele: - Vá, diz lá... o que é que te tirava desse estado de espírito? O que é que te fazia feliz?
Eu: - Compras.
Ele: - Então amanhã, vamos às compras.
Eu: - Não quero.
Ele: - Temos de ir comprar uma prenda para a minha melhor amiga.
...
Gémeas com dez anos de diferença.
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| Olsen Twins |
Há dias assim. Mesmo que tudo ande sobre rodas, ainda que tudo flua em paz e independentemente de o céu estar mais azul, não consigo evitar o azedume no timbre, a acidez no olhar.
Fico mais fácil de melindrar, mas com as garras de fora, pronta a arranhar quem se aproximar.
Há dias assim. Tudo me magoa e me enerva, tudo em mim reage pelo lado mais negativo, tudo em mim é colérico e triste, tenho saudades, tenho pena, tenho raiva, fico triste.
E nestes dias, ela tem paciência comigo, ela faz-me festas no cabelo, mima-me e tranquiliza-me como mais ninguém sabe fazer. Só ela percebe que estou assim. Só ela me faz falar, só ela me ouve, só ela me acalma.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
zona de conforto
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| Lindsay Lohan |
Mas eu acredito que um dia, deixarão de existir(*).
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| Keira Knightley |
Charlotte Bronte
(*) Com isto, não me refiro aos preconceitos referentes aos comportamentos fora da norma de um ser humano, mas sim a factores como a cor da pele ou a cultura, que o constroem por dentro.
Ora vamos lá então começar mais uma semana...
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| Vanessa Paradis by Ellen Von Unwerth |
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Bom fim-de-semana!
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| Charlize Theron |
( Carl Sandburg )
Por isso é que ainda não contenho as lágrimas de revolta quando me lembro da coisa que depois de parir, matou o bebé. Choque. Dias antes, soube de uns pais que sofrem a morte do seu filho, que aos seis meses sucumbiu a uma doença. Este trabalho mexe comigo.
Sonho
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| Gisele Bündchen by Testino |
Amanhã vou à praia,
mas independentemente disso, fica aqui um lamiré das tendências para os sapatunfos de Inverno. Voltam os kitten heels, o que é belo de se ver e difícil de se usar na calçada portuguesa.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
dar fios de luz
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| Sienna Miller |
Olha quem vem aí!
Ainda não chegou a Portugal, mas há-de chegar. E isso também não interessa muito, porque a Risqué, a Andreia ou qualquer outra marca baratuxa há-de ter qualquer coisita parecida. Eu tenho um preto da Colorama, que comprei há anos e usei duas vezes. Acho que o verniz preto só fica realmente bonito se for usado com elegância, que não me gusta o estilo gótico, não sou a Kate Moss para o usar no registo punk londrino e assim sendo, limito-me a usá-lo com sobriedade. Fica chique. Sei lá. Com a unha bem limada, não muito comprida. E com um look muito clean, que mesmo de jeans soe a sofisticação. Assim que lasque, risque ou fique baço, é bom recorrer ao removedor de verniz imediatamente.
These boots are made for walking
Eu sei que ainda estamos em Agosto, que ainda vou à praia montanhas de vezes e que faz calor e que só queremos havaianas e sandalinhas e vestidinhos e bikinis e tudo... mas não resisti e já comprei umas botas. É verdade. Prolongarei a tendência das socas por esse Outono afora. São grosseiras, são mataconas, mas são o máximo. As minhas Xuz são as terceiras (da esquerda para a direita), num tom de cru giríssimo. Vão ficar über cool com calças de ganga, com vestidos femininos... Espreitem aqui mais sobre a marca.
...
...e as flores que ele mandou, ficaram lá por casa quando me vim embora. E no dia seguinte murcharam.
Lamechices? Talvez...
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| Beyoncé Knowles |
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Santos da casa...
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| Marion Cotillard |
Antes de acontecer, eu já sinto. Antes de se materializar, eu já vejo. Antes de ser, eu sabia.
Acontece-me vezes sem conta. Eu sei. Eu aviso. Ninguém quer saber. É mais fácil rotular-me de paranóica, desconfiada, traumatizada, que confiar e seguir o meu conselho. Será depois difícil encarar-me quando a Vida, essa grande amiga do meu coração, baralhar as cartas novamente para revelar que tudo o que eu havia anunciado era, afinal, verdadeiro. A minha intuição é forte. E manifesta-se principalmente a favor dos que mais amo. É para eles, é por eles que os meus olhos permanecem atentos, que os meus ouvidos se concentram em cada brisa, que todos os meus poros absorvem o primordial e que as minhas cordas vocais se cansam. Não alerto apenas para o que é mau, não agito as águas por implicância. É consciente da inexperiência inerente à minha idade que ergo a voz. E é sabendo que tenho razão, também. Eu sei. É por isso que falo. E como dói falar para quem não quer ouvir. E como dói tentar evitar um acidente e acabar por ver a pessoa cair. Sofro com isso, ainda que tente não me preocupar, já que respeitar a liberdade alheia é essencial para viver aqui. Corro, grito, nado contra a maré e eles avançam, parecem querer cair. Sinto-me mera espectadora, impotente, os braços caídos e o olhar parado. Pudesse eu interferir, ao invés de insistir em discursos desprezados, e tudo seria mais simples.
Até eu já desconfiei do meu sexto sentido, por isso, não os culpo. Conheço o fundo de cada alma só pelo primeiro olhar. Quando a impressão é negativa, tento contornar o impulso e provar, perante mim mesma, que estava enganada. E lá vem ela, a Vida, mostrar-me que devo seguir os meus instintos, ainda que não os compreenda. É mais forte que eu. Por outro lado, também já houve quem, interpretando erradamente as atitudes de alguém, deixasse de acreditar na sua boa índole. Acabámos por verificar que, tal como eu tinha afirmado, na tal pessoa não havia má intenção. Não sei explicar porquê, mas eu sei. E nunca houve uma única vez em que me enganasse. Na minha vida e nas de quem quero bem.
Perante tudo isto, porque não me ouvem os que profundamente me conhecem? Eu não falo apenas para perturbar a paz de quem me rodeia. O meu desejo não é inquietar ninguém. E é horrível falar para as portas, que não ouvindo, não entendem nem reagem.
E é tudo tão simples...
Olha agora o que me havia de ter acontecido...
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| Evangeline Lilly |
-Vamos mandar o último mergulho?
-'Bora!
A Di mergulha à minha frente. Eu sigo atrás e tenho que vir à tona o mais rápido possível - foi mesmo um mergulho flash. Gritei-lhe que tinha mesmo que voltar para a toalha, só não sabia como. Apoiada na mana lamparina, não conseguia sequer ter vergonha de quem me via chorar como uma criança. Ao mergulhar, batera com o pé direito numa rocha que, pela semelhança na cor, se confundia com a areia. A unha estava azul e o sangue misturava-se com a areia. Atirei-me para a toalha e em segundos, já havia gente a aconselhar, a dizer, a opinar. "É melhor chamar o nadador salvador", dizia-se. Quando o vi, as lágrimas pararam de cair e a boca abriu - sabem aqueles seguranças de discoteca, XXL? God...! - Piercings nos mamilos, uma Nossa (deles) Senhora gigante tatuada ao lado dos abdominais definidos, lábios brancos de protector solar. Um exagero. Depois das fitas, decidi ser eu mesma a levantar a pele que fosse necessária para limpar o corte enorme que tinha no dedo. Dói sempre menos se formos nós a mexer no que é nosso. E lá fui eu, passadiço afora, mãe de um lado e prima do outro, coxa e lavada em lágrimas, com dores incompreensivelmente agudas no dedo que, afinal, não está partido. O andar continua afectado, dois dias depois. A unha já não está azul - não percebo o fenómeno. O corte continua fresco. Hoje já consegui conduzir. De vez em quando, sinto picadas horríveis. Grande final de férias, hein?
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Voltei, voltei!
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| Audrey Hepburn |
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Estou de FÉRIAS!!!
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| Milla Jovovich |
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
a-dar-em-doi-da!
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| Jennifer Aniston |
E já que estamos numa de cozinha...
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| Cate Blanchet |
...e não é que estava bom?
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| Gwyneth Paltrow |
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
hihihihihi
Quarta-feira
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| Marisa Miller |
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Foi um susto.
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| Lindsay Lohan |
Bom, a sensação de os ter deixado algures à mercê de qualquer oportunista, fez com que o meu sangue gelasse.
"-Mana, estão aqui!" *suspiro*
Os pés
no Verão ficam mais giros. Bronzeados, querem-se cuidados, dada a maior exposição. Ele é sandália, sandaloca, sandalinha e havaiana. Como o Verão é cor, e como este Andreia nº45 me fez lembrar o Tendresse (507) ou o Mistral (517) da Chanel, decidi experimentar. É que por mais que ache giras as cores tipo Jade ou Nouvelle Vague, nunca vou conseguir usá-las sem me sentir uma miúda de quatro anos sarapintada. Adoro ver unhas verde água, azuis escuras, verde esmeralda, laranja... mas não em mim. Este tem o toque colorful que se quer e não é über chamativo. Gostei muito - mas ainda me estou a habituar. Parece fluorescente... porém, quando se gastaram três euros, who cares?
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
medo
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| Sienna Miller |
Quando estamos bem - e isto foi acontecimento raro ao longo da minha existência - não queremos mudar. Não quero mudar. Estou bem assim. Gosto da vida que montei de repente. Gosto do mundo como o vejo agora, não estou preparada para uma transição brusca. Não quero perder este prazer de acordar pela manhã e ver o que vejo da janela do meu quarto. Esteja a chover ou a fazer este calor abafado e que mal me deixa respirar, são esses os passos que gosto de dar, um atrás do outro, cumprindo as etapas do meu dia. Da minha semana. Do meu mês. Nunca o tempo havia passado tão depressa na minha vida. Nunca o tempo tinha sido tão leve. Nunca me sentira com tanto receio de descer um degrau. A mera hipótese de ser forçada a fazê-lo aperta-me o coração - e eu que me achava incapaz de ser adulta, responsável e séria. Experimentei e gostei. Agora não quero sair daqui.
A sério?
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| Marilyn Monroe |
Ainda há gente dessa. Por norma, gente que não é pessoa, gente que gostaria muito de ser pessoa. Gente pequena, que por incapacidade de criar ideias, copia as alheias. Até aqui, tudo razoável - não fossem os seus exemplos seres iguais. Medianos. Medíocres.
Há dias...
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| Heidi Klum |
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Bom fim-de-semana!
Brinquedo novo
A ideia foi concebida na perfeição. O estojo da Benefit que me foi oferecido por pessoas cheias de bom gosto no dia em que fiz anos é mesmo o máximo. Disse aqui que falaria dele e nada melhor que reservar a tarde de sexta-feira para isso. Porque é um dia em que se marcam jantares, cafés, saídas. Porque começa o fim-de-semana, em que temos mais tempo disponível para dedicar ao make up. Porque podemos fazer compras e aproveitar os saldos com a calma que a circunstância merece - e por compras não entendemos só trapos, pois não? Eis a minha sugestão de comprinha fútil...
Parece um diário e é difícil de acreditar que um kit tão pequeno seja constituído por tantos pormenores giros. Sabe bem ter produtos que para além de bons, são bonitos e divertidos. Até apetece usar mais! Desde que o tenho, não saio de casa sem aplicar pelo menos um ou dois dos elementos que o integram. Bom, mas vamos entrar no Confessions of a Concealaholic à séria. Mal abri o livro, o espelho com a inscrição "This diary belongs to" no cimo fez-me sorrir. Depois vi a erase paste e ia tendo um piripaque, porque andava mesmo doida para a experimentar. De 1 a 10, dou 7. Tem uma textura agradável e o efeito é bastante bom, mas depois de usar o corrector All About Eyes da Clinique, dificilmente me habituo a outro. A durabilidade conta muito e esse é o ponto fraco da erase paste. Se coloco de manhã, tenho que retocar à hora do almoço - mas esse é mesmo o conceito do estojo, já que é dirigido a pessoas como eu, viciadas em maquilhagem correctiva e iluminadora. A ideia é maquilhar levemente, usar os produtos certos no sítio certo e parecer fresca que nem uma alface, mesmo depois de uma directa (Quase o caso de hoje. Adormeci por volta das cinco e hoje tinha que trabalhar!!! No entanto, sem falsa modéstia, ao olhar para a minha cara, ninguém diria...). Gosto dos produtos bem organizados, arrumadinhos dentro da caixinha fofa e acho graça aos pincéis com os nomes dos produtos escritos, não vá a concealaholic enganar-se e aplicar o lemon aid com o pincel do boi-ing! E o mais fantástico e maravilhoso é que traz um guia para que saibamos o que usar, para quê, em que zona do rosto e como aplicar. As cores que aparentam ser bem pigmentadas na embalagem, quando aplicadas, fundem-se com o tom natural da pele e fazem mesmo aquilo que prometem: corrigem e disfarçam o que ofusca a beleza natural. Não há cá olheiras, manchas, pele cansada, olhos mortiços. De um momento para o outro, sem parecer produzida, estou com uma cara que não mete medo. É mesmo muito cool e pode encontrar-se na Sephora.
P.S.: Obrigada, pessoas cheias de bom gosto.
Parece um diário e é difícil de acreditar que um kit tão pequeno seja constituído por tantos pormenores giros. Sabe bem ter produtos que para além de bons, são bonitos e divertidos. Até apetece usar mais! Desde que o tenho, não saio de casa sem aplicar pelo menos um ou dois dos elementos que o integram. Bom, mas vamos entrar no Confessions of a Concealaholic à séria. Mal abri o livro, o espelho com a inscrição "This diary belongs to" no cimo fez-me sorrir. Depois vi a erase paste e ia tendo um piripaque, porque andava mesmo doida para a experimentar. De 1 a 10, dou 7. Tem uma textura agradável e o efeito é bastante bom, mas depois de usar o corrector All About Eyes da Clinique, dificilmente me habituo a outro. A durabilidade conta muito e esse é o ponto fraco da erase paste. Se coloco de manhã, tenho que retocar à hora do almoço - mas esse é mesmo o conceito do estojo, já que é dirigido a pessoas como eu, viciadas em maquilhagem correctiva e iluminadora. A ideia é maquilhar levemente, usar os produtos certos no sítio certo e parecer fresca que nem uma alface, mesmo depois de uma directa (Quase o caso de hoje. Adormeci por volta das cinco e hoje tinha que trabalhar!!! No entanto, sem falsa modéstia, ao olhar para a minha cara, ninguém diria...). Gosto dos produtos bem organizados, arrumadinhos dentro da caixinha fofa e acho graça aos pincéis com os nomes dos produtos escritos, não vá a concealaholic enganar-se e aplicar o lemon aid com o pincel do boi-ing! E o mais fantástico e maravilhoso é que traz um guia para que saibamos o que usar, para quê, em que zona do rosto e como aplicar. As cores que aparentam ser bem pigmentadas na embalagem, quando aplicadas, fundem-se com o tom natural da pele e fazem mesmo aquilo que prometem: corrigem e disfarçam o que ofusca a beleza natural. Não há cá olheiras, manchas, pele cansada, olhos mortiços. De um momento para o outro, sem parecer produzida, estou com uma cara que não mete medo. É mesmo muito cool e pode encontrar-se na Sephora.P.S.: Obrigada, pessoas cheias de bom gosto.
Hoje vou matá-las.
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| Blake Lively & Leighton Meester |
Ela é a minha melhor amiga porque ninguém se mete entre nós. Não descuramos a protecção do que nos une, nem deixamos de estar atentas ao que nos rodeia. Cuidamos, ainda que agora à distância, uma da outra. Acompanhamos, lado a lado, as vitórias, os sucessos, as lutas, os dramas e as dores. Não censuramos comportamentos, ainda que possamos chamar a atenção para o que acharmos não ser o mais correcto - de fazer, de dizer, de pensar. Se eu errar, sei que ela não me vai dizer "eu avisei" e virar costas. Ela vai estar lá, bem juntinho, para ajudar a apanhar os cacos do coração que mais uma vez, por negligência, deixei que se partisse. Se sorrir de felicidade, ela não me vai invejar nem tentar apagar o brilho da alegria que sinto. Vai sorrir também e sentir-se em paz por me ver bem.
Ela é a minha confidente. E eu confio. Sei que não vai agir como muitas supostas amigas que tenho tido o infortúnio de observar... que vendo o sofrimento e a gravidade de um problema alheio, não se coíbem de o espalhar por cada esquina onde encontrem alguém ávido de informação.
Ela é a única pessoa que me faz ter vontade de ir a algum sítio quando já não me apetece mexer-me do sofá. Se eu estiver cheia de sono e ela me desafiar para uma saída, eu tenho automaticamente vontade de a acompanhar. E com ela divirto-me sempre. Porque falamos só com os olhos, rimos das mesmas coisas e ela não se importa com os meus vaipes de cantora ou de "sinto-me sexy". E quando eu lhe digo que ela é o verdadeiro amor da minha vida, ela percebe. Se eu fosse um gajo, namorava com ela.
E tudo isto é recíproco. Quando deixámos de viver juntas, porque a vida nos faz crescer e atravessar fases diferentes, houve sempre em mim a segurança, a certeza e a convicção de que seríamos sempre parceiras. E estava certa.
Com ela, aprendi a ser mais moderada no julgar, mais serena na discussão. Sempre fui muito inflamada, muito intransigente, muito dura. E depois um coração mole. Ela ensinou-me a ser mais cínica, e assim poupar-me ao desgaste de uma personalidade sempre em chamas.
Não sei se sou metade do que deveria ser para ela - não sei mesmo. Hoje, passados tantos anos, somos duas mulheres. E o papel que ela tem na minha vida não diminuiu. E as saudades que eu sinto também não são diferentes das que sentia no início da nossa jornada em casas diferentes, em cidades diferentes. E hoje vou matá-las. Talvez as afogue numa imperial.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
creme pelos ares
Uma pessoa tem todo o cuidado do mundo com o seu hidratante preferido, usa-o com coerência, aplica-o como deve de ser, porque se não fizer o efeito esperado a culpa é da má utilização, sente-se cansada mas não deixa de dar de papar à pele - ai meu Deus vamos ver se é este ano que não fico com o nariz estilo chão de peixaria, cheio de escamas ah ah ah.
Depois acorda mal acordada, com o sono mal dormido, está a pôr-se bela para mais um dia de labuta e parece que tem as mãos rotas - Superdefense por todo o lado. Cabelo, roupa, chão, paredes, vidro da janela, sapatos que estavam no chão. Ficou tudo bem hidratado e com protecção solar. Voou creme em câmara lenta, como nos filmes. Nas paredes, manchas amareladas (o produto deve ter reagido com a tinta, mas parece mesmo que cuspi um bocado de bifana contra a parede). Fui buscar um salazar, aquele utensílio de cozinha que serve para rapar a massa dos bolos nas taças, para tentar recuperar pelo menos algum do produto. Do que não estava em contacto com o chão, claro.
Depois acorda mal acordada, com o sono mal dormido, está a pôr-se bela para mais um dia de labuta e parece que tem as mãos rotas - Superdefense por todo o lado. Cabelo, roupa, chão, paredes, vidro da janela, sapatos que estavam no chão. Ficou tudo bem hidratado e com protecção solar. Voou creme em câmara lenta, como nos filmes. Nas paredes, manchas amareladas (o produto deve ter reagido com a tinta, mas parece mesmo que cuspi um bocado de bifana contra a parede). Fui buscar um salazar, aquele utensílio de cozinha que serve para rapar a massa dos bolos nas taças, para tentar recuperar pelo menos algum do produto. Do que não estava em contacto com o chão, claro.
Não consigo parar de olhar para ele.
Perguntam-me que dia é e eu olho para ele. "Dia cinco."
Perguntam-me que horas são e eu distraio-me a olhar para ele.
O baço do dourado, a delicadeza dos brilhantes em contraste com a dureza da bracelete, o toque sporty do plástico transparente que emoldura o mostrador...
Lindo, pá!
Perguntam-me que horas são e eu distraio-me a olhar para ele.
O baço do dourado, a delicadeza dos brilhantes em contraste com a dureza da bracelete, o toque sporty do plástico transparente que emoldura o mostrador...
Lindo, pá!
"A culpa não é minha!"
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| Blake Lively by Testino |
- Ah, porque entrou água na buzina. Pode ter sido, sim senhor. Há dias deparei-me com umas cem vespas à saída de casa a rondar a carrinha. Queria vir trabalhar, mas com elas ali não conseguia mesmo abandonar o lar. Vai disto e dei-lhes uma valente mangueirada. A janela do tejadilho estava aberta...
- Hmmm, cá p'ra mim é do calor. E como o calor dilata os corpos, pode bem ser isso. Ela passa horas ao sol e provavelmente, a doida da buzina inchou dentro do volante. Puxei a tampa para mim e resultou. Coloquei dois papelinhos da Telepizza a separar a tampa do volante da buzina. Já só apitava quando passávamos em cima de buracos.
- Então, isso deve ser um fusível. Pois deve.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Porquê lamparina?
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| Scarlett Johansson |
terça-feira, 3 de agosto de 2010
A minha é a do meio.
Ele dá-me flores...
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| Sarah Jessica Parker |
Não sei se ele sabe quão especial me faz sentir a cada mimo que me dá. São muitos os pequenos apontamentos que me iluminam o sorriso… o lanche que me trouxe à redacção, num dia interminável em que me resgatou do trabalho às oito da noite; os textos sobejamente bem escritos que me trazem a comoção ao olhar; o hábito que criou de adormecermos ao telemóvel todas as noites. São tantos os cuidados que tem comigo que não poderia compilá-los todos num texto. É que os olhares, os toques e os momentos não se registam fielmente através de letras, fotografias ou películas de filme. É sentindo-os, vivendo-os, que os passamos a querer guardar para sempre dentro de nós. Carimbam-se na alma e tatuam-se no coração, para disfarçar cicatrizes antigas e para adubar o futuro, que se quer fértil.
Não sei se ele sabe como sou grata por cada dia em que ele faz notar a sua presença, adoçando a minha existência.
Não sei se ele sabe como é ter recebido de mão beijada aquilo que sempre se desejou, mas que nunca se conseguiu construir. Fundimos mundos, criámos outro.
E que tal abrir o apetite?
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| The Simpsons |
Menina Lamparina: - Que nojoooo! Estamos à mesa!
Pai: - É verdade, mas não sei se comem ou se capturam. Elas alimentam os filhos.
Mana Lamparina: - Já viste o que era se eu comesse 120kg de carne por dia?
Menina Lamparina: - Que horror! Ahahahahah
Pai: - Era comeres-me a mim inteiro.
Mana Lamparina: - Ou a uma vaca!
Pai: - Tu chamaste-me vaca?!
Mana Lamparina: (entre risos descontrolados e já vermelha) – Não, pai…
Pai: - Tu insinuaste que eu peso tanto como uma vaca?
Assim se passam os almoços lá por casa.
I love my job #1
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| Kate Hudson |
- Boa tarde, sabe-me dizer onde posso encontrar alguém da comissão de festas?
- Para que era?
- Eu sou jornalista e queria falar com o autor do livro que foi lançado…
- Sou eu mesmo! – o sorriso veio ao de cima e os olhos já não fitavam os papelinhos enrolados nem a enorme lista dos tristes prémios.
A conversa decorreu com a normalidade que esperava, dado o contexto. É sempre estranha, aos meus olhos, a dedicação a uma terra que não retribui – não porque não queira, mas porque não consegue. É sempre estranho, aos meus olhos, o bairrismo e o amor que se manifesta por cada lugar perdido. Surpreendem-me sempre, porque não compreendo, talvez por nunca me ter sentido filha de uma terriola, mas sim filha de uma nação. O dito autor explicava que sempre tinha sentido o desejo de escrever um livro sobre a sua aldeia, muito pequena, lá para os lados de nenhures. De projectar em cada página, a história e o povo que a desenhou no tempo. E que o seu sonho era chamar a atenção para a tal localidade.
- E então, onde está à venda o livro?
- Na Junta de Freguesia e nos estabelecimentos daqui.
- … - foi aqui que pousei a esferográfica sobre o caderno e tentei não mostrar jocosidade na minha sugestão:
- Desculpe intrometer-me, mas não disse que queria dar a sua terra a conhecer ao mundo?
- Sim, sempre foi esse o meu objectivo. Este livro funciona como bilhete postal!
- Então e vai pô-lo à venda só aqui na terra, onde já toda a gente conhece… a terra?
- …
- Não era mais lógico pô-lo à venda fora da aldeia, da freguesia, para que quem nunca tenha ouvido falar deste lugar, ouça pelo menos falar no nome?
- Olhe que grande ideia!!! Olhe que vou pensar nisso…
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Ontem sonhei que o meu namorado era gay.
Ele sentado na esplanada do hotel RocaMar, em Albufeira, que se separa do oceano apenas por um precipício de rochas. O seu noivo à frente. Eu escolhia as flores para a decoração do casamento, toda sorrisos e felicidade. Tudo muito normal, acasos, circunstâncias vicissitudes, se hoje não tivesse sonhado que ele me traía com uma colega minha. Era uma jornalista com quem até nem costumo privar muitas vezes, os nossos encontros sempre foram fugazes, eles não se conhecem. Não, não há motivos para prever tal relação. Agora expliquem-me lá que sonhos são estes, se faz favor.
estou cheia de fome...
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| Demi Moore by Testino |
Mesmo. Estou aqui com o estômago colado às costas, já não vejo letras, só me passam pela cabeça um bom bife à marrare do xurrex ou uma pizza enorme do mr.pizza ou uma pratada daquelas do wok to walk ou um BigMac ou uma lasanha do Jardim de Itália ou um bife três pimentas do Securas ou... Bah.
Quero ir almoçar...
a meia-luz
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| Leighton Meester |
Consigo passar mais de doze horas a dormir. Adoro adormecer, sou feliz no sono e o acordar é sempre associado a um espírito de sacrifício que não faz parte de mim. Ser envolvida pela doce sonolência, no sofá da sala ou por entre o exagero de almofadas que povoam a minha cama, é o maior dos prazeres que tenho na vida. Acordar porque tenho que acordar, ter hora marcada para acordar, incomoda-me, pronto. É uma abolição da parte natural da coisa. Odeio despertadores. Adorava poder dormir todas as horas que me apetecesse, todos os dias da semana. Seria uma pessoa mais feliz, mais tranquila, mais zen. Falo com a certeza de quem já experimentou - fico mesmo uma pessoa mais agradável com uma catrefada de horas de preguiça no lombo. Depois é ver-me não saber o que fazer com esta cara, que não há erase paste(*) que lhe valha!
(*) um destes dias falo-vos de um kit que me ofereceram da benefit... é o máximo!
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